Do leitor e cientista social Francisco “Chicão” Lopes (foto), sobre o polêmico post Prefeito pagou R$ 35 mil à “Marcha para Jesus”:
Caro Jeso,
O estado de laicidade no Brasil é utópico. Cada instituição encontra meios para conseguir apoio público pra suas manifestações e atividades, seja através de institutos, associações e ONGs. No Brasil, em outros tempos, o governo financiava igreja e pagava as contas, outras denominações não tinham apoio e pela laicidade não tem apoio direto em suas ações agora;
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Eventos que promovam a cultura de paz e ao bem estar comum, além de trazerem dividendos para o município, merecem atenção e apoio dos governantes. É necessário legalizá-los e respaldá-los de forma transparente,
É comum aos governos e aos olhos da população, construção de praças em frente as igrejas e outros coisas mais, mas com o fim de atender um coletivo que também paga seus impostos.
Acredito que devemos separar um evento de tamanha importância sócio espiritual da figura vereador em destaque nessa matéria. (O vereador não teve 7 % dos votos dos evangélicos em Santarém. Que conta com mais de 40.000 eleitores).
O CONSEPAS, sim, representa quase 100% das igrejas evangélicas em nossa cidade, e tem legitimidade em pleitear apoio e marcar audiência com o prefeito eleito e levar a bancada evangélica junto (Geovani Aguiar, Chiquinho da Umes, Sílvio Amorim e Dayan Serique), pois assim seria mais representativa.
A comunidade evangélica não merece tantos ataques em detrimento de uma pessoa. Somos seres humanos e cometemos falhas, mas não devemos atribuir à toda uma instituição ou a uma população os erros de uma só pessoa.
E para finalizar, “não sei porque” toda vez que esse vereador aparece nesse blog há tantos comentários negativos à respeito de sua conduta como “parlamentar evangélica cristão”.