Dois comentários, duas opiniões distintas sobre o post MP ajuíza ação contra prefeita e secretário:
De Francisco Nascimento Costa:
Jeso, a ação do MP contra a prefeita Maria do Carmo com relação a não convocação dos concursados aprovados no concurso público feito pela Prefeitura em 2008 é uma das primeiras iniciativas do órgão ministério contra esse governo que ao longo dos últimos seis anos tratou a coisa pública com total descaso e inoperância, abandonando a cidade e dedicando-se tão somente aos seus interesses políticos e particulares. Quem não lembra quando a prefeita mostrou-se tão humilde quando teve seu mandato cassado? Quem não lembra quando ela apareceu na televisão dizendo que estava doente, mas usou sua enfermidade para alcançar o segundo mandato?
O povo não esquece e já demonstrou isso quando não elegeu seu irmão e virou as costas para as candidatas dela nestas eleições. E o que dizer das obras do PAC, que estão há vários meses suspensos por falta de dinheiro. Mas onde foi que ela colocou tanto dinheiro que recebeu dos cofres públicos federais. Foram mais de 40 milhões só para esses empreendimentos!
O MP está de parabéns, o promotor Hélio está de parabéns.
Mas é preciso que a partir de agora o Ministério Público não se omita diante das outras denúncias que virão e que, sinceramente, espero que sejam transformadas em ações contra a prefeita e seus secretários, pois todos devem ser responsabilizados pelos desmandos cometidos por esta administração. Obrigado pela oportunidade e Santarém precisa se ver livre dos maus gestores!!!
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De Tibério Alloggio:
Essa questão de querer contrapor “concursados” com “temporários” que há década vivem e trabalham nessa condição me desculpem…é falta de consciência e compromisso social.
Comparar o trabalhador “temporário” a um bandido ou a um parasita é sacanagem. Quando se fala do destino de pessoas ão pode valer só a fria frase de uma lei. Quem perde o emprego, mesmo que temporário, vai para a rua.
São processo de transição e a transição precisa de tempo para que se passe de um status para outro. Pressão sim e o MP tem que fazê-la para que a transição não trave e de fato ocorra.
Mas sacanagem não. Estamos falando de pessoas, famílias…de gente.