Do leitor Adilson Correa (*), mestre em engenharia e doutorando pela UnB, por e-mail:
Nos idos dos anos 80, após concluir o antigo segundo grau no Colégio Dom Amando, desembarquei em Manaus com intuito de ser aluno de uma universidade federal. Lá se vão vinte anos. Desde então, entre uma agenda apertada e outra, sempre que posso, visito a minha querida terrinha que continua muito charmosa e atraente, em boa medida pelos próprios dotes que o Todo Poderoso a contemplou.
O nosso povo continua hospitaleiro em meio a uma mistura de naturalidades. Os sotaqes e os biotipos são facilmente observados na orla do pujante Tapajós que evidencia tudo isso.
Mas Santarém necessita URGENTEMENTE de medidas que corroborem com a feição de uma cidade que têm naturalmente vocação turística.
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Minha mais recente estada em Santarém deu-se neste final de semana e constatei ausências que podem ser facilmente sanadas, se houver vontade do gestor de plantão. Vamos a elas:
1- NA ORLA:
Ausência ao longo desta de banheiros químicos;
Ausência no projeto urbanística de árvores;
Falta qualificação dos atendentes, dos operadores de caixa quanto dos garçons;
Falta dar maior divulgação da nossa arte cabocla.
2. NA CIDADE:
Pouca opção de bons hotéis;
Pavimentação que demonstra a ausência de engenharia;
Péssima sinalização, tanto àquela relacionada ao trânsito, quanto as relacionadas a movimentação urbana.
3. ALTER-DO-CHÃO:
Ausência de banheiro químico;
Ausência de coletor seletivo para resíduo.
* É caboclo santareno, engenheiro, mestre em engenharia e aluno de doutorado pela UnB. É professor universitário e gerente de projeto de uma impotante empresa do segmento de pétroleo, gás natural e energia.