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	Comentários sobre: Santarém, sucessão de problemas crônicos: de Lira Maia a Alexandre Von	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Leandro Paju		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Paju]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2015 11:41:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Helvécio,
Li a &quot;Cantata de um Rio&quot;. Não há exagero. Há sim a constatação de um passado na qual o rio Tapajós mostrava as suas múltiplas finalidades: a beleza incontestável, a utilidade para a navegação, o uso para o lazer e a utilidade para a contemplação.
Insisto que os sucessivos administradores municipais de Santarém são os principais responsáveis pela simplificação do rio Tapajós, outrora um dos mais belos do planeta. E a estupidez é tamanha, pois acreditam que uma praia como a Vera Paz pode ser trocada por um espaço construído em concreto em pobres linhas arquitetônicas e &quot;entregue&quot; à população como área de lazer!
Parabéns pelos registros! Parabéns pela Cantata! E parabéns por ter aproveitado o rio Tapajós em tempos de possibilidades de múltiplos usos!
Saudações alvinegras!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Helvécio,<br />
Li a &#8220;Cantata de um Rio&#8221;. Não há exagero. Há sim a constatação de um passado na qual o rio Tapajós mostrava as suas múltiplas finalidades: a beleza incontestável, a utilidade para a navegação, o uso para o lazer e a utilidade para a contemplação.<br />
Insisto que os sucessivos administradores municipais de Santarém são os principais responsáveis pela simplificação do rio Tapajós, outrora um dos mais belos do planeta. E a estupidez é tamanha, pois acreditam que uma praia como a Vera Paz pode ser trocada por um espaço construído em concreto em pobres linhas arquitetônicas e &#8220;entregue&#8221; à população como área de lazer!<br />
Parabéns pelos registros! Parabéns pela Cantata! E parabéns por ter aproveitado o rio Tapajós em tempos de possibilidades de múltiplos usos!<br />
Saudações alvinegras!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: HELVECIO SANTOS		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/santarem-sucessao-de-problemas-cronicos-de-lira-maia-a-alexandre-von.html#comment-204783</link>

		<dc:creator><![CDATA[HELVECIO SANTOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 19:16:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Leandro, os versos são de Fernando Pessoa: &quot;O poeta é um fingidor / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente/...&quot;. Eu não sou um poeta na verdadeira acepção da palavra,  mas sou um fingidor quando vou à Santarem. Finjo minha dor quando passeio no cais, quando vou ao que restou das praias, quando olho o Tapajós. Sobre o nosso outrora rio de águas cristalinas, há uns dois meses escrevi no Blog e no Gazeta de Santaré on line, CANTATA DE UM RIO. Já li e reli inúmeras vezes e toda vez que leio vou às lágrimas. É tão contundente que um amigo carioca que está prestes a publicar um livro sobre a reserva do Mico Leão Dourado, em Rio Bonito, Rio de Janeiro, no capítulo sobre devastação da natureza, especificamente dos rios, fará a gentileza de inclui-lo no livro. Parece-me que v. um dia viu a pujança do Tapajós. Como favor, gostaria de pedir-lhe que lesse e dissesse se exagero. TAPAJOARAMENTE AZUL,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Leandro, os versos são de Fernando Pessoa: &#8220;O poeta é um fingidor / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente/&#8230;&#8221;. Eu não sou um poeta na verdadeira acepção da palavra,  mas sou um fingidor quando vou à Santarem. Finjo minha dor quando passeio no cais, quando vou ao que restou das praias, quando olho o Tapajós. Sobre o nosso outrora rio de águas cristalinas, há uns dois meses escrevi no Blog e no Gazeta de Santaré on line, CANTATA DE UM RIO. Já li e reli inúmeras vezes e toda vez que leio vou às lágrimas. É tão contundente que um amigo carioca que está prestes a publicar um livro sobre a reserva do Mico Leão Dourado, em Rio Bonito, Rio de Janeiro, no capítulo sobre devastação da natureza, especificamente dos rios, fará a gentileza de inclui-lo no livro. Parece-me que v. um dia viu a pujança do Tapajós. Como favor, gostaria de pedir-lhe que lesse e dissesse se exagero. TAPAJOARAMENTE AZUL,</p>
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