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	Comentários sobre: Frase do dia	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Nov 2010 02:37:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35834</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 02:37:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35830&quot;&gt;grayce Coutinho&lt;/a&gt;.

Grayce: &quot;ouvir&quot;, no jargão dos procedimentos administrativos do MP, não quer dizer &quot;intimar&quot; para se fazer presente em audiência e responder às perguntas orais do promotor; quer dizer, simplesmente, &quot;oficiar&quot; à autoridade investigada para que preste as informações relativas ao caso investigado. É isso que quer dizer &quot;ouvir&quot; a autoridade acusada nesses procedimentos. O MP provou que expediu os ofícios à prefeita requisitando as informações. Deu o número e a data dos ofícios. O procurador confessa que o ofício do MP foi recebido, tanto que tentou &quot;prorrogar&quot; o prazo para prestar as informações. Então, para efeito do procedimento administrativo no MP, é o quanto basta - ou, como diziam os latinos, &quot;quantum satis est&quot;. Não há dúvida, assim, que a prefeita foi &quot;ouvida&quot; pelo MP no procedimento administrativo que antecedeu a propositura da ação por improbidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35830">grayce Coutinho</a>.</p>
<p>Grayce: &#8220;ouvir&#8221;, no jargão dos procedimentos administrativos do MP, não quer dizer &#8220;intimar&#8221; para se fazer presente em audiência e responder às perguntas orais do promotor; quer dizer, simplesmente, &#8220;oficiar&#8221; à autoridade investigada para que preste as informações relativas ao caso investigado. É isso que quer dizer &#8220;ouvir&#8221; a autoridade acusada nesses procedimentos. O MP provou que expediu os ofícios à prefeita requisitando as informações. Deu o número e a data dos ofícios. O procurador confessa que o ofício do MP foi recebido, tanto que tentou &#8220;prorrogar&#8221; o prazo para prestar as informações. Então, para efeito do procedimento administrativo no MP, é o quanto basta &#8211; ou, como diziam os latinos, &#8220;quantum satis est&#8221;. Não há dúvida, assim, que a prefeita foi &#8220;ouvida&#8221; pelo MP no procedimento administrativo que antecedeu a propositura da ação por improbidade.</p>
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		<title>
		Por: *LUCAS CORREA		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35833</link>

		<dc:creator><![CDATA[*LUCAS CORREA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 21:14:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não creio que o parquet, não tenha tomado as cautelas legais devidas, no caso em comento. o MP, jamais faria parte de açoes de cunho politico-partidario. Pelo que diz Lila Bermeguy, o MP, seguiu toda a liturgia exigida para a propositura da açao. O Procurador, ou desconheçe o que diz, ou foi extremamente infeliz em suas colocações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não creio que o parquet, não tenha tomado as cautelas legais devidas, no caso em comento. o MP, jamais faria parte de açoes de cunho politico-partidario. Pelo que diz Lila Bermeguy, o MP, seguiu toda a liturgia exigida para a propositura da açao. O Procurador, ou desconheçe o que diz, ou foi extremamente infeliz em suas colocações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35832</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 20:29:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35831&quot;&gt;Eliseu Drummond&lt;/a&gt;.

Eliseu, conteste as ideias do procurador, a tese que ele aqui levanta. Vc. sabe muito bem - as intervenções oportunas que vc. tem feito aqui no blog me dão essa certeza - que ele ocupa um cargo de confiança, legal. Portanto, entendo sua pergunta como extremamente infeliz, rasteira, indigna de vc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35831">Eliseu Drummond</a>.</p>
<p>Eliseu, conteste as ideias do procurador, a tese que ele aqui levanta. Vc. sabe muito bem &#8211; as intervenções oportunas que vc. tem feito aqui no blog me dão essa certeza &#8211; que ele ocupa um cargo de confiança, legal. Portanto, entendo sua pergunta como extremamente infeliz, rasteira, indigna de vc.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Eliseu Drummond		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35831</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eliseu Drummond]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 19:49:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isaac, você é concursado? Ou entrou pela janela?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isaac, você é concursado? Ou entrou pela janela?</p>
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		<title>
		Por: grayce Coutinho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35830</link>

		<dc:creator><![CDATA[grayce Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 17:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ei anônimo das 9h37: Você falou que determinados procedimentos não são obrigatórios, porém a nota que o MP Estadual enviou diz que a Prefeita foi sim ouvida. eNTÃO, QUEM ESTÁ ERRADO NÃO É O PROCURADOR JURÍDICO dR. iSAAC, E SIM O MP. O que Isaac fez foi desmentir a Nota do MP que afirmava que a prefeita teria sido ouvido e o Advogado provou por A + B que não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei anônimo das 9h37: Você falou que determinados procedimentos não são obrigatórios, porém a nota que o MP Estadual enviou diz que a Prefeita foi sim ouvida. eNTÃO, QUEM ESTÁ ERRADO NÃO É O PROCURADOR JURÍDICO dR. iSAAC, E SIM O MP. O que Isaac fez foi desmentir a Nota do MP que afirmava que a prefeita teria sido ouvido e o Advogado provou por A + B que não.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35829</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 12:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desculpem meter o meu bedelho, mas há certa confusão por aí quanto ao papel do Ministério Público.

O procurador está trocando as bolas. No &quot;procedimento administrativo&quot; instaurado no âmbito do Ministério Público não existe &quot;audiência judicial&quot;. Esta só ocorre na fase posterior ao ajuizamento a ação de improbidade, já perante o juízo. Na fase &quot;administrativa&quot;, não há necessidade da prefeita ser ouvida presencialmente em audiência na Promotoria. O que é obrigatório é o MP &quot;requisitar&quot; as informações (defesa) da autoridade investigada e a esta cabe responder por escrito. Com ou sem as informações requisitadas, o MP faz seu juízo de valor e ajuíza ou não a ação de improbidade. Sonegar documentos requisitados pelo promotor configura crime previsto no art. 10 da LACP.

&quot;Improbidade administrativa&quot; não se confunde com &quot;crime de responsabilidade&quot; de prefeitos. O mesmo fato pode configurar, contudo, as duas coisas. No caso de improbidade, a atribuição (não se diz &quot;competência&quot;, que se refere ao Judiciário e não ao MP)) do PGJ para propor a ação restringe-se aos casos em que o investigado é Chefe de Poder estadual (governador, presidente do TJ e presidente da AL), cabendo aos promotores de Justiça propor a ação contra prefeitos. Já no caso de crime de responsabilidade, a atribuição para oferecer a denúncia que inaugurará a ação penal é privativa do PGJ, que, via de regra, a delega a um procurador de Justiça, e se processa perante o TJE.

Quanto à perda da função pública, há que se distinguir: quando decorre do ato de improbidade, enseja a perda do cargo de prefeita e a inelegibilidade por cinco anos, e é consequência da condenação na ação de improbidade. A perda da função de promotora de Justiça é que deve ser perseguida em ação civil pública proposta pelo PGJ à vista de condenação em ação penal por crime de responsabilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem meter o meu bedelho, mas há certa confusão por aí quanto ao papel do Ministério Público.</p>
<p>O procurador está trocando as bolas. No &#8220;procedimento administrativo&#8221; instaurado no âmbito do Ministério Público não existe &#8220;audiência judicial&#8221;. Esta só ocorre na fase posterior ao ajuizamento a ação de improbidade, já perante o juízo. Na fase &#8220;administrativa&#8221;, não há necessidade da prefeita ser ouvida presencialmente em audiência na Promotoria. O que é obrigatório é o MP &#8220;requisitar&#8221; as informações (defesa) da autoridade investigada e a esta cabe responder por escrito. Com ou sem as informações requisitadas, o MP faz seu juízo de valor e ajuíza ou não a ação de improbidade. Sonegar documentos requisitados pelo promotor configura crime previsto no art. 10 da LACP.</p>
<p>&#8220;Improbidade administrativa&#8221; não se confunde com &#8220;crime de responsabilidade&#8221; de prefeitos. O mesmo fato pode configurar, contudo, as duas coisas. No caso de improbidade, a atribuição (não se diz &#8220;competência&#8221;, que se refere ao Judiciário e não ao MP)) do PGJ para propor a ação restringe-se aos casos em que o investigado é Chefe de Poder estadual (governador, presidente do TJ e presidente da AL), cabendo aos promotores de Justiça propor a ação contra prefeitos. Já no caso de crime de responsabilidade, a atribuição para oferecer a denúncia que inaugurará a ação penal é privativa do PGJ, que, via de regra, a delega a um procurador de Justiça, e se processa perante o TJE.</p>
<p>Quanto à perda da função pública, há que se distinguir: quando decorre do ato de improbidade, enseja a perda do cargo de prefeita e a inelegibilidade por cinco anos, e é consequência da condenação na ação de improbidade. A perda da função de promotora de Justiça é que deve ser perseguida em ação civil pública proposta pelo PGJ à vista de condenação em ação penal por crime de responsabilidade.</p>
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		<title>
		Por: Tiberio Alloggio		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/concurso/frase-do-dia-264.html#comment-35828</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tiberio Alloggio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 10:49:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Isaac matou a charada

Tiberio Alloggio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Isaac matou a charada</p>
<p>Tiberio Alloggio</p>
]]></content:encoded>
		
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