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	Comentários sobre: Aveiro: inadimplente em 11 itens do CAUC	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: VILMAR LOCATELLI		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VILMAR LOCATELLI]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 19:18:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezado Jeso, 
de fato administração municipal exige esforço e dedicação dos administradores.
Meu escritório de advocacia em Brasília é especializado nesta ajuda aos municípios, tanto com a orientação de como fazer para resolver as pendências administrativamente como o ingresso de ações judiciais junto a justiça federal pleiteando resolver as pendências mais graves. Na maioria das vezes, exige-se a responsabilização judicial dos antigos gestores, relativamente às pendências que se arrastam das administrações anteriores.
Vilmar Locatelli]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Jeso,<br />
de fato administração municipal exige esforço e dedicação dos administradores.<br />
Meu escritório de advocacia em Brasília é especializado nesta ajuda aos municípios, tanto com a orientação de como fazer para resolver as pendências administrativamente como o ingresso de ações judiciais junto a justiça federal pleiteando resolver as pendências mais graves. Na maioria das vezes, exige-se a responsabilização judicial dos antigos gestores, relativamente às pendências que se arrastam das administrações anteriores.<br />
Vilmar Locatelli</p>
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		Por: Alberto Silva		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/contas-publicas/aveiro-inadimplente-em-11-itens-do-cauc.html#comment-114772</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alberto Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 15:10:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na contra mão do senso comum, governar uma cidade exige um alto grau de qualificação e competência administrativa,  governar é fazer dar certo algo que está, pelo seu formato, fadado à falência, mas como não existe concordata social, continua sempre e sempre para a agonia dos já moribundos atores. Um formato que exige cada vez mais e mais, que sejamos consumidores sem dinheiro, intelectuais sem qualidade de ensino, saudáveis sem saneamento ou assistência, prósperos sem oportunidades e principalmente críticos sem referências ou pelo menos só referências que as telenovelas passam, seria um milagre se não fosse o que é.
Governar uma cidade como Aveiro, onde não há a menor condição de desenvolvimento em qualquer ponto de vista que seja obedecendo formatos como o que acabamos de descrever é no mínimo arrogante, e só cabe nos discursos eleitorais. Qualquer cidadão que tentar fazê-lo vai estar apenas postergando um inevitável mar de frustrações. A minha sugestão é que deixemos de esperar de homens e mulheres, que levemos ao poder, muito mais do que uma pessoa, levemos nossa VONTADE expressada na participação, no debate que eleva as idéias, no julgamento  das permanente ações e dos atos políticos, e não me refiro ao modelo dos conselhos apenas, mas a utilização excessiva dos atos de debater e escolher que encontra amparo na sabedoria dos mais velhos e na pujança dos mais jovens. Não há em Aveiro, qualquer instância participativa nas esferas de decisões, nunca teve e a medir pelo formato nunca terá. Como se pode querer implantar um modelo de desenvolvimento comparado às cidades vizinhas se temos uma geografia ímpar e nenhum transporte público oque resulta no isolamento físico e social abissal, só para exemplificar. Aveiro precisa primeiramente se reconhecer como comunidade, respeitar suas limitações e explorar seus potenciais, num exercício democrático de planejamento da cidade que queremos para o futuro e a que podemos ter agora. PRIMEIRAMENTE AUTOESTIMA EM DOSES CAVALARES..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na contra mão do senso comum, governar uma cidade exige um alto grau de qualificação e competência administrativa,  governar é fazer dar certo algo que está, pelo seu formato, fadado à falência, mas como não existe concordata social, continua sempre e sempre para a agonia dos já moribundos atores. Um formato que exige cada vez mais e mais, que sejamos consumidores sem dinheiro, intelectuais sem qualidade de ensino, saudáveis sem saneamento ou assistência, prósperos sem oportunidades e principalmente críticos sem referências ou pelo menos só referências que as telenovelas passam, seria um milagre se não fosse o que é.<br />
Governar uma cidade como Aveiro, onde não há a menor condição de desenvolvimento em qualquer ponto de vista que seja obedecendo formatos como o que acabamos de descrever é no mínimo arrogante, e só cabe nos discursos eleitorais. Qualquer cidadão que tentar fazê-lo vai estar apenas postergando um inevitável mar de frustrações. A minha sugestão é que deixemos de esperar de homens e mulheres, que levemos ao poder, muito mais do que uma pessoa, levemos nossa VONTADE expressada na participação, no debate que eleva as idéias, no julgamento  das permanente ações e dos atos políticos, e não me refiro ao modelo dos conselhos apenas, mas a utilização excessiva dos atos de debater e escolher que encontra amparo na sabedoria dos mais velhos e na pujança dos mais jovens. Não há em Aveiro, qualquer instância participativa nas esferas de decisões, nunca teve e a medir pelo formato nunca terá. Como se pode querer implantar um modelo de desenvolvimento comparado às cidades vizinhas se temos uma geografia ímpar e nenhum transporte público oque resulta no isolamento físico e social abissal, só para exemplificar. Aveiro precisa primeiramente se reconhecer como comunidade, respeitar suas limitações e explorar seus potenciais, num exercício democrático de planejamento da cidade que queremos para o futuro e a que podemos ter agora. PRIMEIRAMENTE AUTOESTIMA EM DOSES CAVALARES..</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/contas-publicas/aveiro-inadimplente-em-11-itens-do-cauc.html#comment-114771</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:03:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esses políticos candidatam-se a cargos eletivos cujas atribuições eles nem imaginam quais sejam. Como não têm programas de governo, pensam que, uma vez empossados, compete-lhes só nomear os apaniguados para cargos de confiança. Advogo a aprovação de uma lei que, sob penas bem pesadas, torne obrigatório o período de transição entre a proclamação do resultado da eleição e a posse do eleito, a fim de que o ex-gestor repasse todas as informações necesárias e o novo getor conheça o que de fato o espera de imediato assim que asumir o cargo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses políticos candidatam-se a cargos eletivos cujas atribuições eles nem imaginam quais sejam. Como não têm programas de governo, pensam que, uma vez empossados, compete-lhes só nomear os apaniguados para cargos de confiança. Advogo a aprovação de uma lei que, sob penas bem pesadas, torne obrigatório o período de transição entre a proclamação do resultado da eleição e a posse do eleito, a fim de que o ex-gestor repasse todas as informações necesárias e o novo getor conheça o que de fato o espera de imediato assim que asumir o cargo.</p>
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