O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais.
Umberto Eco, escritor e semiólogo, na excelente entrevista publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo.
O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais.
Umberto Eco, escritor e semiólogo, na excelente entrevista publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo.