A população mais educada aceita menos o contrato informal. Essa tendência é observada para qualquer ano em que a taxa de informalidade cai.
Rodrigo Moura, da FGV (Fundação Getúlio Vargas, sobre o avanço no emprego formal desde 2002, que nem a atual desaceleração da economia, que tem reflexos na criação de empregos, foi capaz de arrefecer.