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	Comentários sobre: Uma seleção de educadores	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Juscelino Ferreira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/educacao-e-cultura/uma-selecao-de-educadores.html#comment-82393</link>

		<dc:creator><![CDATA[Juscelino Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:45:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bela homenagem, professor Zair. Peço a sua licença, velho mestre, para apossar-me das suas palavras, pois também fiz, aliás, faço, com muito orgulho, parte da história do Álvaro Adolfo, onde estudei na década de 90. Foi lá, na condição de aluno de feras, como Zair Henrique, Zaclís Rodrigues, Leonel Mota, Ediene Pena Ferreira, Donaldo Pedroso, Noemi Athias, Carlos Golobovante, Lourival do Valle, James Leão,  Batistinha, Coronel Batista, Bernardo Santana, Heliud, Raimundo Navarro Filho, Paulo Sérgio Oliveira, Mário Adônis, Francineide, Luís Dolzane, Nazaré Camargo, Mário Humberto Sarapó e Rui Valdir (se esqueci alguém, peço perdão), que aprendi grande parte daquilo que hoje me serve de luz na vida profissional.... Foi no Álvaro Adolfo que descobri que poderia ir mais além: passar no vestibular e entrar na universidade. 
Quase duas décadas já se passaram desde a minha saída daquela Escola, mas ainda guardo e guardarei pra sempre, as aulas (especialmente as do sexto tempo), os jogos olímpicos, as festas juninas, as manifestações, o caminhar (com pernas tortas) do coronel Batista, a banda marcial, a quadra de esportes (onde muita coisa acontecia...) 
E como esquecer os colegas inesquecíveis, Veridiano Brelaz, Azael Pinto, Aracati Lobato, Nilson Silva, Cilene de Jesus, Elisson, Hellen Cristiane, Leônidas, Joaquim, Wellington, Robson Junner e Luciana Lima. 
A todos esses atores, PARABÉNS, pois eles fazem parte dessa bela história. Parabéns nossa, para sempre, Escola Álvaro Adolfo. E muito obrigado por tudo.....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bela homenagem, professor Zair. Peço a sua licença, velho mestre, para apossar-me das suas palavras, pois também fiz, aliás, faço, com muito orgulho, parte da história do Álvaro Adolfo, onde estudei na década de 90. Foi lá, na condição de aluno de feras, como Zair Henrique, Zaclís Rodrigues, Leonel Mota, Ediene Pena Ferreira, Donaldo Pedroso, Noemi Athias, Carlos Golobovante, Lourival do Valle, James Leão,  Batistinha, Coronel Batista, Bernardo Santana, Heliud, Raimundo Navarro Filho, Paulo Sérgio Oliveira, Mário Adônis, Francineide, Luís Dolzane, Nazaré Camargo, Mário Humberto Sarapó e Rui Valdir (se esqueci alguém, peço perdão), que aprendi grande parte daquilo que hoje me serve de luz na vida profissional&#8230;. Foi no Álvaro Adolfo que descobri que poderia ir mais além: passar no vestibular e entrar na universidade.<br />
Quase duas décadas já se passaram desde a minha saída daquela Escola, mas ainda guardo e guardarei pra sempre, as aulas (especialmente as do sexto tempo), os jogos olímpicos, as festas juninas, as manifestações, o caminhar (com pernas tortas) do coronel Batista, a banda marcial, a quadra de esportes (onde muita coisa acontecia&#8230;)<br />
E como esquecer os colegas inesquecíveis, Veridiano Brelaz, Azael Pinto, Aracati Lobato, Nilson Silva, Cilene de Jesus, Elisson, Hellen Cristiane, Leônidas, Joaquim, Wellington, Robson Junner e Luciana Lima.<br />
A todos esses atores, PARABÉNS, pois eles fazem parte dessa bela história. Parabéns nossa, para sempre, Escola Álvaro Adolfo. E muito obrigado por tudo&#8230;..</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Marcos Antonio dos Santos Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/educacao-e-cultura/uma-selecao-de-educadores.html#comment-82392</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos Antonio dos Santos Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 18:28:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Do Álvaro Adolfo, onde fiz a segunda e a terceira séries do antigo segundo grau (1992/1993), saí para a UFPA para a primeira turma de Direito do Campus de Santarém (1994). Devo muito ao Colégio e a seus professores. Parabéns!!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Álvaro Adolfo, onde fiz a segunda e a terceira séries do antigo segundo grau (1992/1993), saí para a UFPA para a primeira turma de Direito do Campus de Santarém (1994). Devo muito ao Colégio e a seus professores. Parabéns!!!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anselmo Colares		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/educacao-e-cultura/uma-selecao-de-educadores.html#comment-82391</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anselmo Colares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 15:50:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Também devo parte de minha formação a esta imponente escola. Vestir a farda do Álvaro Adolfo foi uma das maiores emoções que tive na minha trajetória educacional. Na época, o outro estabelcimento que oferecia os estudos equivalentes ao do “colégio Álvaro Adolfo” era inacesssível para pessoas oriundas de família pobre, como eu. E o Álvaro Adolfo representava a única chance para quem almejava vencer as barreiras que a desigualdade social impunha. Fiquei apenas um ano, pois em seguida fui fazer a Escola Agrotécnica Federal de Castanhal. Mas foi um ano inesquecível. Concordo plenamente com as palavras do professor Zair, hoje meu colega na UFOPA. Ali sempre teve um “time” de educadores de primeira linha. Pessoas que conseguiam fazer a junção do gostar de ser professor (similar a vocação) com o compromisso de levar o aluno a aprender. Aliado a estes dois aspectos, sempre buscaram estimular a visão crítica e desafiadora aos estudantes. Lá também era uma espécie de comitê suprapartidário, onde a temática política encontrou campo fértil e propiciou o despertar da consciência da participação e da busca por liberdades e sonhos em muitos dos jovens que entravam lá pensando que o “colegial” era o máximo ponto que podiam alcançar. Recordo das palavras de uma professora que passaram a ser uma espécie de lema para minha vida: “Põe teu idel nas estrelas, mesmo que só alcance chegar até as nuvens”. Achei isto exuberante, porque chegar até as nuvens já é um caminho e tanto, mas não exclui a busca pelas estrelas. Assim continuo eu, no rumo das estrelas, aproveitando a luz que recebi de meus professores, desde a Escola Rotary, José de Alencar, Almirante Soares Dutra, Álvado Adolfo, e depois na Escola Agrotécnica Federal de Castanhal, Universidade Federal do Pará e Unversidad Estadual de Campinas. De todas guardo indeléveis lembranças. Neste dia, concentro minha recordação no Álvaro Afolfo, faço meus agradecimentos e rogo a suprema inteligência do universo que o mantenha sólido e inspirador para as atuais e futuras gerações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também devo parte de minha formação a esta imponente escola. Vestir a farda do Álvaro Adolfo foi uma das maiores emoções que tive na minha trajetória educacional. Na época, o outro estabelcimento que oferecia os estudos equivalentes ao do “colégio Álvaro Adolfo” era inacesssível para pessoas oriundas de família pobre, como eu. E o Álvaro Adolfo representava a única chance para quem almejava vencer as barreiras que a desigualdade social impunha. Fiquei apenas um ano, pois em seguida fui fazer a Escola Agrotécnica Federal de Castanhal. Mas foi um ano inesquecível. Concordo plenamente com as palavras do professor Zair, hoje meu colega na UFOPA. Ali sempre teve um “time” de educadores de primeira linha. Pessoas que conseguiam fazer a junção do gostar de ser professor (similar a vocação) com o compromisso de levar o aluno a aprender. Aliado a estes dois aspectos, sempre buscaram estimular a visão crítica e desafiadora aos estudantes. Lá também era uma espécie de comitê suprapartidário, onde a temática política encontrou campo fértil e propiciou o despertar da consciência da participação e da busca por liberdades e sonhos em muitos dos jovens que entravam lá pensando que o “colegial” era o máximo ponto que podiam alcançar. Recordo das palavras de uma professora que passaram a ser uma espécie de lema para minha vida: “Põe teu idel nas estrelas, mesmo que só alcance chegar até as nuvens”. Achei isto exuberante, porque chegar até as nuvens já é um caminho e tanto, mas não exclui a busca pelas estrelas. Assim continuo eu, no rumo das estrelas, aproveitando a luz que recebi de meus professores, desde a Escola Rotary, José de Alencar, Almirante Soares Dutra, Álvado Adolfo, e depois na Escola Agrotécnica Federal de Castanhal, Universidade Federal do Pará e Unversidad Estadual de Campinas. De todas guardo indeléveis lembranças. Neste dia, concentro minha recordação no Álvaro Afolfo, faço meus agradecimentos e rogo a suprema inteligência do universo que o mantenha sólido e inspirador para as atuais e futuras gerações.</p>
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		<title>
		Por: Ruberval dos Santos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/educacao-e-cultura/uma-selecao-de-educadores.html#comment-82390</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ruberval dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 15:03:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bem lembrado professor Zair, tenho imenso prazer em ter participado desse periodo bom, alguns professores citado por você tambem foram meus professores no Alvaro Adolfo. Também foi seu aluno na Ufpa, e hoje sou professor como muito orgulho de minha historia academinca.
Parabéns a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem lembrado professor Zair, tenho imenso prazer em ter participado desse periodo bom, alguns professores citado por você tambem foram meus professores no Alvaro Adolfo. Também foi seu aluno na Ufpa, e hoje sou professor como muito orgulho de minha historia academinca.<br />
Parabéns a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
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