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	Comentários sobre: Três ciclos, uma universidade: a reconfiguração do campo político na Ufopa. Por Felipe Bandeira	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Anselmo Alencar Colares		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anselmo Alencar Colares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 14:36:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após a leitura, aproveito por ser domingo e dispor de tempo para fazer um comentário preliminar (pretendo aprofundar em um texto artigo). Discordo em apresentar a chapa vencedora como um &quot;terceiro&quot; grupo. 

Considero que representam a &quot;modernização conservadora&quot;, a &quot;continuidade atualizada&quot; da gestão pró tempore, com muitos traços em comum no &quot;modus operandi&quot; e nos apoios. 

Com a diferença de que conseguiram cooptar lideranças que antes haviam se &quot;embandeirado&quot; para o grupos que era resistência deste os tempos de Campus de Ufpa. É bem sintomático que hoje, estando abrigados em torno de funções gratificadas, consigam ter uma leitura quase messiânica de uma gestão na qual o apagamento de contribuições de coletivos seja perceptível. 

Todavia, inegavelmente, o grupo vencedor teve seus méritos e tem conseguido fazer bom uso do legado que recebeu levando a Ufopa a patamares de sucesso, o que é muito bom para a sociedade. 

Mesmo assim, como em uma roseira linda, há espinhos, e eles ferem, machucam. Há muitos que tem sido feridos e machucados, e estavam na invisibilidade, e correm o risco de continuarem assim, se os que podem ver e se colocar em posição de solidariedade se limitarem a tirar proveito do perfume e da beleza fugaz da rosa.

* Anselmo Alencar Colares, professor titular da UFOPA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a leitura, aproveito por ser domingo e dispor de tempo para fazer um comentário preliminar (pretendo aprofundar em um texto artigo). Discordo em apresentar a chapa vencedora como um &#8220;terceiro&#8221; grupo. </p>
<p>Considero que representam a &#8220;modernização conservadora&#8221;, a &#8220;continuidade atualizada&#8221; da gestão pró tempore, com muitos traços em comum no &#8220;modus operandi&#8221; e nos apoios. </p>
<p>Com a diferença de que conseguiram cooptar lideranças que antes haviam se &#8220;embandeirado&#8221; para o grupos que era resistência deste os tempos de Campus de Ufpa. É bem sintomático que hoje, estando abrigados em torno de funções gratificadas, consigam ter uma leitura quase messiânica de uma gestão na qual o apagamento de contribuições de coletivos seja perceptível. </p>
<p>Todavia, inegavelmente, o grupo vencedor teve seus méritos e tem conseguido fazer bom uso do legado que recebeu levando a Ufopa a patamares de sucesso, o que é muito bom para a sociedade. </p>
<p>Mesmo assim, como em uma roseira linda, há espinhos, e eles ferem, machucam. Há muitos que tem sido feridos e machucados, e estavam na invisibilidade, e correm o risco de continuarem assim, se os que podem ver e se colocar em posição de solidariedade se limitarem a tirar proveito do perfume e da beleza fugaz da rosa.</p>
<p>* Anselmo Alencar Colares, professor titular da UFOPA.</p>
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