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	Comentários sobre: Os “minhocas”	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Ademar Amaral		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ademar Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2016 21:50:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo plenamente. Quando cheguei em Santarém, em 1958, os craques eram Anastácio Miranda, Edson Pepeu, Arapixuna (irmão do Edvar), Mindó e o goleiro Taro. Depois apareceu o Valdo, que retornou a Santarém como jogador pronto, vindo do Rio de Janeiro onde chegou a jogar no Fluminense. O Valdo foi meu professor de educação física no D. Amando. Aí surgiram Afonso, o irmão dele Tovica (meu colega de turma que atuou no Paysandu), o Polaro, todos estudantes do D. Amando. E você esqueceu o Ataualpa, jogador que eu classifico entre os três melhores que eu vi jogar em Santarém. Ainda joguei pelada com o Ataualpa em Belém e mesmo ele coroa, não era fácil de enfrentar. Ele foi da famosa turma do América, time onde pontificava outro craque de bola que você também não citou: Manoel Moraes, que também jogou no Paysandu. Ah, e tinha também o Cabeleira e seu chute com potência de canhão, o chute mais forte do futebol santareno. Outro craque que formava nesse time do América era o Nelson Cacela. Faltam ainda quantos? Certamente um monte, mas não podemos esquecer o Cecebuta, o Coruja, Nego Otávio e Inacinho. Tinha o Bibico, que chamavam de o novo Pelé. Teve carreira curta e  parou por causa de uma contusão, numa Santarém sem estrutura médica para esse fim. Onde andará o craque Bibico?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente. Quando cheguei em Santarém, em 1958, os craques eram Anastácio Miranda, Edson Pepeu, Arapixuna (irmão do Edvar), Mindó e o goleiro Taro. Depois apareceu o Valdo, que retornou a Santarém como jogador pronto, vindo do Rio de Janeiro onde chegou a jogar no Fluminense. O Valdo foi meu professor de educação física no D. Amando. Aí surgiram Afonso, o irmão dele Tovica (meu colega de turma que atuou no Paysandu), o Polaro, todos estudantes do D. Amando. E você esqueceu o Ataualpa, jogador que eu classifico entre os três melhores que eu vi jogar em Santarém. Ainda joguei pelada com o Ataualpa em Belém e mesmo ele coroa, não era fácil de enfrentar. Ele foi da famosa turma do América, time onde pontificava outro craque de bola que você também não citou: Manoel Moraes, que também jogou no Paysandu. Ah, e tinha também o Cabeleira e seu chute com potência de canhão, o chute mais forte do futebol santareno. Outro craque que formava nesse time do América era o Nelson Cacela. Faltam ainda quantos? Certamente um monte, mas não podemos esquecer o Cecebuta, o Coruja, Nego Otávio e Inacinho. Tinha o Bibico, que chamavam de o novo Pelé. Teve carreira curta e  parou por causa de uma contusão, numa Santarém sem estrutura médica para esse fim. Onde andará o craque Bibico?</p>
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