Coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, hoje:
Prevista para começar ontem, a obra para aumentar a segurança na pista principal do aeroporto de Belém só terá início depois do dia 20.
Desde 17 de janeiro, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) restringiu pousos e decolagens no Val-de-Cans “em caso de chuva forte ou moderada” porque o acúmulo de água afeta a capacidade de frenagem dos aviões.
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Segundo relatos de pilotos, a condição de pista molhada no aeroporto da capital paraense “lembra Congonhas na época do acidente da TAM”, em 2007. A situação crítica levou a empresa a desviar um voo, dia 4, para Macapá.
“A decisão das companhias de não operar em más condições segue critério de segurança e análises de risco encaminhadas às autoridades”, explica Ronaldo Jenkins, diretor da Associação Brasileira das Empresas Aéreas.
Contrato
A Infraero informa que já finalizou a licitação para instalação de ranhuras (grooving) na pista principal do aeroporto e a empresa vencedora, a Geoplan, terá 30 dias para concluir a obra, após a assinatura do contrato e da ordem de serviço, ainda sem data prevista.
A pista tem sido drenada no improviso: caminhonetes da Infraero circulam com uma espécie de rodo acoplado à carroceria.
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