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	Comentários sobre: Usinas do Tapajós serão executadas, diz ministra	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jun 2013 11:36:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Zé da Lamparina		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118096</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé da Lamparina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 11:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A quem interessa a construção das hidrelétricas no Tapajós e outros rios do Brasil? E a quem interessa não construí-las? A construção interessa ao Brasil, do qual fazemos parte; a não construção interessa apenas a ONGs inescrupulosas, padres alienados e políticos aproveitadores, que lucram com os ambientalistas de sofá.
A energia a ser gerada pelas futuras usinas do Tapajós é necessária para alavancar o desenvolvimento da região, possibilitando a construção de parques industriais e distribuição de energia melhor para nossa população. Em vez de ouvirmos a voz dos que, na rádio, por exemplo, clamam e vociferam contra o progresso &quot;capitalista&quot;, deveríamos planejar o crescimento da região, seu desenvolvimento, a conservação/exploração controlada dos recursos naturais e a cobrança de benefícios para o Oeste do Pará.
As ONGs deveriam colaborar para que os projetos causem o menor impacto ambiental possível; os padres deveriam fazer seu trabalho, prestando serviço religioso e salvando as almas dos pecadores (por exemplo, convertendo em bons cristão os trabalhadores que, longe das companheiras, enchem os prostíbulos nos dias de folga; por que não levá-los para a igreja e ensinar a eles a castidade e a fidelidade no casamento?), e não se intrometendo em questões do Estado; e os políticos deveriam cumprir sua obrigação, o que quase nunca fazem.
Quem é contra as hidrelétricas, desligue sua chave geral e acenda a lamparina.
E aqueles que acham que a &quot;ditadura&quot; do Governo Federal está invadindo a região, também têm opção: proclamar a independência da Amazônia Brasileira, afastando para sempre a &quot;intromissão&quot; e a &quot;invasão&quot; do Brasil na Amazônia... Não haveria mais mineração, nem hidrelétricas, nem Transamazônica, nem Ferrovia da Soja, nem portos graneleiros, nem UFOPA, nem gaúchos...
A Amazônia independente seria um paraíso! Apenas plantio de mandioca e macaxeira, e coleta de açaí, taperebá e muruci (sem exportar nada, para garantir a fartura e preço baixo); apenas pesca com malhadeira, vendendo as poucas cambadas para garantir a farinha daquele dia; apenas autêntica medicina cabocla, sem remédios importados do Sul; apenas carimbó, sem vanerão nem &quot;sertanojo&quot; nem axé...
A única disputa política seria pela escolha da capital da República da Amazônia Ex-Brasileira: Belém? Manaus? Santarém? Por que não Cametá?
Mas quem quer perder toda a bufunfa arrecada por todos os cidadãos do Brasil e investida na região? Acham que os políticos vão querer perder essa mamata?
Vamos deixar de hipocrisia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quem interessa a construção das hidrelétricas no Tapajós e outros rios do Brasil? E a quem interessa não construí-las? A construção interessa ao Brasil, do qual fazemos parte; a não construção interessa apenas a ONGs inescrupulosas, padres alienados e políticos aproveitadores, que lucram com os ambientalistas de sofá.<br />
A energia a ser gerada pelas futuras usinas do Tapajós é necessária para alavancar o desenvolvimento da região, possibilitando a construção de parques industriais e distribuição de energia melhor para nossa população. Em vez de ouvirmos a voz dos que, na rádio, por exemplo, clamam e vociferam contra o progresso &#8220;capitalista&#8221;, deveríamos planejar o crescimento da região, seu desenvolvimento, a conservação/exploração controlada dos recursos naturais e a cobrança de benefícios para o Oeste do Pará.<br />
As ONGs deveriam colaborar para que os projetos causem o menor impacto ambiental possível; os padres deveriam fazer seu trabalho, prestando serviço religioso e salvando as almas dos pecadores (por exemplo, convertendo em bons cristão os trabalhadores que, longe das companheiras, enchem os prostíbulos nos dias de folga; por que não levá-los para a igreja e ensinar a eles a castidade e a fidelidade no casamento?), e não se intrometendo em questões do Estado; e os políticos deveriam cumprir sua obrigação, o que quase nunca fazem.<br />
Quem é contra as hidrelétricas, desligue sua chave geral e acenda a lamparina.<br />
E aqueles que acham que a &#8220;ditadura&#8221; do Governo Federal está invadindo a região, também têm opção: proclamar a independência da Amazônia Brasileira, afastando para sempre a &#8220;intromissão&#8221; e a &#8220;invasão&#8221; do Brasil na Amazônia&#8230; Não haveria mais mineração, nem hidrelétricas, nem Transamazônica, nem Ferrovia da Soja, nem portos graneleiros, nem UFOPA, nem gaúchos&#8230;<br />
A Amazônia independente seria um paraíso! Apenas plantio de mandioca e macaxeira, e coleta de açaí, taperebá e muruci (sem exportar nada, para garantir a fartura e preço baixo); apenas pesca com malhadeira, vendendo as poucas cambadas para garantir a farinha daquele dia; apenas autêntica medicina cabocla, sem remédios importados do Sul; apenas carimbó, sem vanerão nem &#8220;sertanojo&#8221; nem axé&#8230;<br />
A única disputa política seria pela escolha da capital da República da Amazônia Ex-Brasileira: Belém? Manaus? Santarém? Por que não Cametá?<br />
Mas quem quer perder toda a bufunfa arrecada por todos os cidadãos do Brasil e investida na região? Acham que os políticos vão querer perder essa mamata?<br />
Vamos deixar de hipocrisia!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leandro Paju		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118095</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leandro Paju]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:45:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118094&quot;&gt;Gil Serique&lt;/a&gt;.

Não será difícil!
Fraquito, fraquito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118094">Gil Serique</a>.</p>
<p>Não será difícil!<br />
Fraquito, fraquito.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gil Serique		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118094</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gil Serique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 21:22:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Over my dead body!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Over my dead body!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leandro Paju		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118093</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leandro Paju]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 13:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros,
Essa necessidade por energia hidrelétrica é interessante.
O uso da água para transformar em energia tem duas faces: o recurso (água) está na bacia do Tapajós e o insumo (energia) deve beneficiar grandes consumidores.
O Governo está sendo empurrado pelo grande setor produtivo a fazer as hidrelétricas.
Esse cenário de necessidades é benéfico às populações dos municípios que fazem parte da bacia do Tapajós. A energia tem valor de mercado bem estabelecido. Esse é o primeiro parâmetro para uma negociação de uso da água como matéria prima para a produção de energia.
Essa água está localizada em espaço específico, é recurso natural durável, renovável e, progressivamente, escasso.
O uso da água para a produção de energia irá reservar parte desse recurso, por longo prazo e em espaço territorial abrangente. Esse é o contexto local, o da disposição dos habitantes locais em aceitar, e por quanto, essa situação.
Resta apenas a serenidade e o preparo de toda comunidade local, mas principalmente das instituições de ensino superior, associações comerciais, igrejas e grupos organizados para colocar em pauta essas questões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
Essa necessidade por energia hidrelétrica é interessante.<br />
O uso da água para transformar em energia tem duas faces: o recurso (água) está na bacia do Tapajós e o insumo (energia) deve beneficiar grandes consumidores.<br />
O Governo está sendo empurrado pelo grande setor produtivo a fazer as hidrelétricas.<br />
Esse cenário de necessidades é benéfico às populações dos municípios que fazem parte da bacia do Tapajós. A energia tem valor de mercado bem estabelecido. Esse é o primeiro parâmetro para uma negociação de uso da água como matéria prima para a produção de energia.<br />
Essa água está localizada em espaço específico, é recurso natural durável, renovável e, progressivamente, escasso.<br />
O uso da água para a produção de energia irá reservar parte desse recurso, por longo prazo e em espaço territorial abrangente. Esse é o contexto local, o da disposição dos habitantes locais em aceitar, e por quanto, essa situação.<br />
Resta apenas a serenidade e o preparo de toda comunidade local, mas principalmente das instituições de ensino superior, associações comerciais, igrejas e grupos organizados para colocar em pauta essas questões.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leandro Paju		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118092</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leandro Paju]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 12:47:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros,
Essa necessidade por energia hidroelétrica é muito interessante para os habitantes da bacia do Tapajós. Energia é insumo durável e necessário para garantir aumento de produção e crescimento da economia do País. Essa fonte renovável não está disponível em qualquer lugar, mas em lugares específicos, como é o caso do Tapajós. Os maiores consumidores não estão localizados na bacia do Tapajós, mas bem distante dali. É nesse cenário que deve se colocar e posicionar as administrações públicas municipais da bacia do Tapajós, as associações comerciais, as igrejas, as escolas, as instituições de nível superior e todo cidadão esclarecido.
É hora de bancar uma discussão madura, consequente e organizada.
Trata-se de discutir o uso do recurso água com ocorrência localizada para transformá-lo em insumo durável, com valor de mercado bem definido. Esse é o campo econômico da situação, de ampla abrangência.
Há necessidade de discutir as questões locais, específicas, como as transformações, sociais, culturais e de paisagem da bacia do Tapajós.
Se essas discussões não forem realizadas, os habitantes da bacia do Tapajós continuarão a fornecer insumo de qualidade e receber produto (energia) sem qualidade (pisca-pisca). Mais ainda, continuarão a fornecer insumos nobres e a receber em troca as “bolsas qualquer coisa” do Governo Federal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
Essa necessidade por energia hidroelétrica é muito interessante para os habitantes da bacia do Tapajós. Energia é insumo durável e necessário para garantir aumento de produção e crescimento da economia do País. Essa fonte renovável não está disponível em qualquer lugar, mas em lugares específicos, como é o caso do Tapajós. Os maiores consumidores não estão localizados na bacia do Tapajós, mas bem distante dali. É nesse cenário que deve se colocar e posicionar as administrações públicas municipais da bacia do Tapajós, as associações comerciais, as igrejas, as escolas, as instituições de nível superior e todo cidadão esclarecido.<br />
É hora de bancar uma discussão madura, consequente e organizada.<br />
Trata-se de discutir o uso do recurso água com ocorrência localizada para transformá-lo em insumo durável, com valor de mercado bem definido. Esse é o campo econômico da situação, de ampla abrangência.<br />
Há necessidade de discutir as questões locais, específicas, como as transformações, sociais, culturais e de paisagem da bacia do Tapajós.<br />
Se essas discussões não forem realizadas, os habitantes da bacia do Tapajós continuarão a fornecer insumo de qualidade e receber produto (energia) sem qualidade (pisca-pisca). Mais ainda, continuarão a fornecer insumos nobres e a receber em troca as “bolsas qualquer coisa” do Governo Federal.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ANDERSON DEZINCOURT		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/usinas-do-tapajos-serao-executadas-diz-ministra.html#comment-118091</link>

		<dc:creator><![CDATA[ANDERSON DEZINCOURT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 10:58:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se as usinas vierem que sirvam energia de qualidade e a preço bom primeiramente aos tapajônicos. E por falar em energia, na Celpa a desordem é tanta que ela se quer consegue cobrar a tarifa certa dos usuários, pois conheço um grande edifício onde os apartamentos pagam tarifas de 20, 26 reais por mês e usam centrais de ar condicionado e outros equipamentos eletrôncios o dia inteiro, todos os dias, sem falar no pisca-pisca que virou nossa energia, sem falar nos gatos que brigam por espaços nos postes da periferia, enfim. No final a conta sobra pra uma parcela da população que continua a ser explorada. Reclamar pra quem? No País do &quot;bilhão&quot; para estádio de futebol, transposição do rio São Francisco, aeroporto, etc, continuamos calados e não mais nos indignamos com o que acontece ao nosso redor. Nós ou nossas instituições falidas ou sem credibilidade sequer tivemos competência para cobrar explicações sobre o grande mistério do Lula e seu filho Lulinha ficarem bilionários do dia pra noite. Somos incompetentes mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se as usinas vierem que sirvam energia de qualidade e a preço bom primeiramente aos tapajônicos. E por falar em energia, na Celpa a desordem é tanta que ela se quer consegue cobrar a tarifa certa dos usuários, pois conheço um grande edifício onde os apartamentos pagam tarifas de 20, 26 reais por mês e usam centrais de ar condicionado e outros equipamentos eletrôncios o dia inteiro, todos os dias, sem falar no pisca-pisca que virou nossa energia, sem falar nos gatos que brigam por espaços nos postes da periferia, enfim. No final a conta sobra pra uma parcela da população que continua a ser explorada. Reclamar pra quem? No País do &#8220;bilhão&#8221; para estádio de futebol, transposição do rio São Francisco, aeroporto, etc, continuamos calados e não mais nos indignamos com o que acontece ao nosso redor. Nós ou nossas instituições falidas ou sem credibilidade sequer tivemos competência para cobrar explicações sobre o grande mistério do Lula e seu filho Lulinha ficarem bilionários do dia pra noite. Somos incompetentes mesmo.</p>
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