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	Comentários sobre: UE proíbe comércio de madeira ilegal	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: gleydson pontes		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gleydson pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:22:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acompanhando a saga dos comunitários da (hoje) Reserva Extrativista Renascer, penso que para termos reflexos concretos dessa lei na Amazônia brasileira o próximo passo é conseguir fazer o Estado brasileiro criar mecanismos eficazes de controle da exploração &quot;legalizada&quot; da madeira de lei, a famosa madeira esquentada nos pátios de madeireiras que contam com autorização de projeto de manejo florestal, mas que operam na ineficiência dos órgãos de proteção direta do meio ambiente, assim como da pesada movimentação do MP e da Justiça no sentido de responsabilizar a prática, o que envolve também a incapacidade operacional das polícias.
Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem.
Muita madeira que vai fazer pose de &quot;madeira legal&quot; nas &quot;gringa&quot; vai ter passado ambiental e social comprometido. O pior é que isso não é impossível de constatar, mas o Estado não consegue movimentação para isso, acabam sempre encontrando só a ‘botija’ com as marcas da ‘boca’.
No fim, parece mesmo que isso também tem a ver com a balança comercial dos Estados, com os dividendos tributários da exportação. Afinal, se somente a madeira realmente legalmente extraída for para o exterior, o faturamento do Estado cairá. Então, “que funcione a repressão, ‘pero no mucho’”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhando a saga dos comunitários da (hoje) Reserva Extrativista Renascer, penso que para termos reflexos concretos dessa lei na Amazônia brasileira o próximo passo é conseguir fazer o Estado brasileiro criar mecanismos eficazes de controle da exploração &#8220;legalizada&#8221; da madeira de lei, a famosa madeira esquentada nos pátios de madeireiras que contam com autorização de projeto de manejo florestal, mas que operam na ineficiência dos órgãos de proteção direta do meio ambiente, assim como da pesada movimentação do MP e da Justiça no sentido de responsabilizar a prática, o que envolve também a incapacidade operacional das polícias.<br />
Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem.<br />
Muita madeira que vai fazer pose de &#8220;madeira legal&#8221; nas &#8220;gringa&#8221; vai ter passado ambiental e social comprometido. O pior é que isso não é impossível de constatar, mas o Estado não consegue movimentação para isso, acabam sempre encontrando só a ‘botija’ com as marcas da ‘boca’.<br />
No fim, parece mesmo que isso também tem a ver com a balança comercial dos Estados, com os dividendos tributários da exportação. Afinal, se somente a madeira realmente legalmente extraída for para o exterior, o faturamento do Estado cairá. Então, “que funcione a repressão, ‘pero no mucho’”.</p>
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