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	Comentários sobre: Cidades voltam a ter nomes indígenas	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Luiz Ismaelino Valente		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Ismaelino Valente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:52:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No que diz respeito a Alenquer, as decisões tomadas pelo Conselho do Governo presidido por José Joaquim Machado de Oliveira de 14 a 17 de maio de 1833 não se limitaram a abolir a denominação de Alenquer (que passou a chamar-se Surubiumirim e não Surubiú). Também a autonomia municipal de Alenquer foi cassada na mesma ocasião, com a supressão do seu predicamento de Vila, e o seu terriório foi anexado ao da Vila de Santarém (que passou a se chamar Tapajós). Só 15 anos mais tarde, pela Lei nº 140, de 23 de junho de 1848, assinada pelo presidente da Província Jerônymo Francisco Coelho, a denominação de Alenquer e a sua autonomia municipal foram restauradas. O curioso é que, em 1833, quando cassaram a autonomia de Alenquer, presidia a sua Câmara o cidadão Theodozio Constantino Baptista. Em 1848, ao ser restaurada a autonomia da vila, com os &quot;limites do antigo seu antigo município&quot;, o mesmo cidadão foi eleito para presidir a Câmara municipal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No que diz respeito a Alenquer, as decisões tomadas pelo Conselho do Governo presidido por José Joaquim Machado de Oliveira de 14 a 17 de maio de 1833 não se limitaram a abolir a denominação de Alenquer (que passou a chamar-se Surubiumirim e não Surubiú). Também a autonomia municipal de Alenquer foi cassada na mesma ocasião, com a supressão do seu predicamento de Vila, e o seu terriório foi anexado ao da Vila de Santarém (que passou a se chamar Tapajós). Só 15 anos mais tarde, pela Lei nº 140, de 23 de junho de 1848, assinada pelo presidente da Província Jerônymo Francisco Coelho, a denominação de Alenquer e a sua autonomia municipal foram restauradas. O curioso é que, em 1833, quando cassaram a autonomia de Alenquer, presidia a sua Câmara o cidadão Theodozio Constantino Baptista. Em 1848, ao ser restaurada a autonomia da vila, com os &#8220;limites do antigo seu antigo município&#8221;, o mesmo cidadão foi eleito para presidir a Câmara municipal.</p>
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