A Câmara Municipal de Santarém pede (pela segunda vez em quase um século, a primeira havia sido em 1759) a concessão de légua e meia de terra para o aumento das suas rendas. O Presidente da Província, Luiz do Rêgo Barros, não somente negou a concessão de terras como ainda extinguiu o ensino de Latim da escola pública (o que dificultou o acesso dos alunos santarenos às escolas superiores do Império, onde o latim era obrigatório).