Publicado em por em Memória, Oeste do Pará, Política

A proposta de criação do estado do Tapajós, diferente do que afirmam os zenaldistas et caterva, não é fato novo, urdido na cabeça de “políticos oportunistas” como essa gente desinformada costuma propalar com interesses escusos. No mapa acima, obtido pelo padre e historiador Sidney Canto essa semana em suas pesquisas na cidade de São Paulo, […]

Sugestão para a redivisão das Províncias do Império em 1880. Nele já aparece o Tapajós

A proposta de criação do estado do Tapajós, diferente do que afirmam os zenaldistas et caterva, não é fato novo, urdido na cabeça de “políticos oportunistas” como essa gente desinformada costuma propalar com interesses escusos.

No mapa acima, obtido pelo padre e historiador Sidney Canto essa semana em suas pesquisas na cidade de São Paulo, o Tapajós aparece numa proposta de redivisão territorial do Brasil na época do Império (1880).

O mapa foi publicado na revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1880. Era a época das províncias, e o país estava subdividido de acordo como mapa abaixo.

Mapa do Brasil Império (1880)

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Tapajós chega a Jacareacanga.


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36 Comentários em Criação do Tapajós foi proposta no Império

  • sou de belém , nascido e criado na decada passada passei num concurso do BB e fui trabalhar em Meidicilândia, gente isso deve ser bem pensado a população era totalmente desassistida a estrada no verão era poeira e no inverno lama, com isolamento , falta de saúde, e demais serviços públicos , vamos pensar melhor é muito fácil você em Belém, cidade boa em serviços , cercada mesmo que não de primeira qualidade , MAS de serviços públicos razoáveis , ser contra a criação do Estado do Tapajós, mas se coloque na pele daquela população. Quanto ao Carajás , penso ser um tanto oportunista , essa gente veio para esta região há pouco tempo , matou sua fome e já quer um Estado. tapajós é histórico O Carajás É OPORTUNISTA , PORÉM DEVE-SE ABRIR O OLHO E PROPRICIAR ÀQUELA GENTE MAIS SERVIÇOS E PRESENÇA ESTATAL. UM ABRAÇO A TODOS

  • pô ! não aguento mais a cntilena do separatista-retalhista pidão ! Manhê ! deixa eu ser grande !! Paiê ! deixa eu virar estado! Dindinha Dilma deixa eu ser capitar !!!! arre !!!trorra o saco de qualquer um !!!!

  • Queremos um Estado do povo para o povo, representativo de toda a população do Oeste do Pará, nas suas diversas formas de organização cultural e composição demográfica. Um Estado presente, atuante, indutor de políticas que promovam a justiça e a equidade, em oposição a ausência do Estado na região.
    Um projeto de Estado com dimensões menores, com a responsabilidade de formar novas lideranças para administrá-lo, sem o qual não superaremos o jogo de dominação que persiste nas regiões do Brasil e da Amazônia em particular.

  • Eu tenho para mim que se os defensores da divisão conseguirem mostrar a aflição em que vivem os caboclos de lá, os caboclos da capital apoiarão, sim, a criação desses novos estados.
    Mesmo separados, temos de nos respeitar e de buscar aquilo que nos une: a luta pela distribuição da riqueza, pela melhoria das condições de vida do nosso povo, pelo respeito da Nação aos que vivemos na Amazônia. Por isso peço aos emancipadores maior mobilização junto aos belenenses e que eles sejam generoso e entendam nossa aflição. O povo da região metropolitana deve estar esclarecidos que os beneficios também serão deles que terão maior arrecadação no PIB de sua região.

  • Somos tapajoaras SIM, mas já estamos cansados de sermos abandonados pelo nosso pai
    (ESTADO DO PARÁ);
    não sejamos egoísta, pra saber por que queremos dividir, é só vocês sairem da capital,
    sair do asfalto, da cidade desenvolvida onde têm acesso a saúde, educação e segurança e
    viaje pela Transamazônica, ou seja,
    transamargura para ver o sofrimento do povo,
    da miséria que o povo do Pará sofre há muitos anos.
    Caíram ao esquecimento e agora querem ir as ruas com medo de perder os impostos das duas regiões,
    do dinheiro dos impostos que saem e nunca voltam.
    CHEGA, queremos a nossa emancipação,
    queremos desenvolvimento,
    queremos mais saúde, educação e segurança.
    Queremos progresso, mais emprego, mais dignidade.
    SOMOS UM POVO SOFREDOR,
    SOMOS TODOS PELA UNIÃO DOS TRÊS ESTADOS: NOVO PARÁ, TAPAJÓS E CARAJÁS.

  • os retalhistas ficam irados quando espancam a história a lingua portuguesa e a geografia… e ficam mais irados ainda quando os sábios de belém lehe chamam a a atenç~~ao pela sua postura irreponsável !!! e o titulat deste blog está usando a expressão et caterva !!! qua bom !! só tenho dúvidas se o mesmo sabe o seu significado…será que tem vida inteligente aí em várzea city ????

  • Se esse Dep. Zenaldo Coutinho e as demais pessoas de Belém conhecessem a dramática realidade do Sul e Sudeste do Pará, da Transamazônica e do Baixo-Amazonas, talvez não dissessem tanta bobagem quando o assunto é a divisão territorial.
    A verdade – É que eles não conhecem e nem procuram conhecer à fundo nem mesmo o Pará no geral…
    Tanto que acham grande coisa quando vão “veranear” em Algodoal, Ajuruteua, Barcarena, Salinas, Alter-do-Chão, Ponta de Pedras ou nas outras centenas de belas praias que o interior do Pará possui.
    E nem se dão conta de que as estradas ou rios que os levam a esses lugares – ou a até perto deles – mais parecem uma miragem em relação a uma Transamazônica, por exemplo.
    Em primeiro lugar, não é verdadeiro o argumento de que apenas os políticos dessas regiões é que lutam pela divisão.
    Afinal, o que levaria esses políticos a defender uma proposta tão grave, se ela não tivesse base popular.

  • É com indignação que vejo essa manobra capitaneada pelo famigerado Zenaldo.
    gente, cadê nosso Governador e o seu atual Vice?.Já citei anteriormente essas manobras por parte do atual Governo. Anteriormente, colocaram a desvairada Marinor, juntamente com meia dúzia de vereadores de Belém para tomar frente a essa manobra suja criada por êles. Com mêdo de não alcançarem o desejado, engrossaram as fileiras com o também inescruploso Zenaldo. Ora, porque tanta preocupação?.
    Aí, volto a dizer sem mêdo e errar : Os atuais governantes aparecem em nossa região ( Oeste ), se intitulando favoráveis, defensores, etc.. Perpetuando assim, suas continuações em mandatoas, cargos, e, negociatas por cargos, e, toda a sorte de crimes contra o Povo, pois, fizeram dessas práticas nada Republicanas, suas profissões.

  • Prezado Jeso:

    Moro em Belém e sou leitor assíduo do seu blog, veículo que utilizo, entre outros, para me atualizar dos assuntos do oeste paraense, região que aprecio e reputo como das mais belas do Brasil, de um povo bondoso e acolhedor como, em geral, todos os paraenses. Respeito e convivo com suas postagens e com os comentários de seus leitores, majoritariamente favoráveis à divisão do Pará em três unidades, em especial à criação do Estado do Tapajós. Sou contra, acho que o Pará merece permanecer uno, e meus motivos são muitos, alguns dos quais já debatidos neste espaço, outros não, e a eles não quero me ater e nem entrar no bate-boca. Não vou mudar sua opinião nem a de seus leitores, e vocês não vão mudar a minha, tenha certeza. Gostaria apenas de observar que as gerações futuras serão herdeiras dos fatos que ocorrerão nesses momentos que ora presenciamos, pré e pós plebiscito, e a história não perdoa os que tropicam. Quando se desqualifica os contrários em termos ofensivos como “zenaldistas et caterva” e outros semelhantes, que já li por aqui, a qualidade do debate cai, desaba. Agredir pessoas verbalmente pelo simples fato de professarem publicamente opinião diferente da sua dá aspecto de insuficiência de argumentos para discutir. Respeitando o seu direito de propriedade do blog, no qual pode postar quase tudo, apelo ao bom senso e à civilidade para que doravante se atenha ao que interessa realmente, que é esclarecer os indecisos, debater idéias e lutar, com honra e nobreza, pela concretização dos ideais que professa.
    André Carim

    1. Caro André, zenaldistas et caterva são pessoas, à guisa de uma explicação, que costumam baixar o nível do debate, tachando a todos que são favoráveis ao desmebramento do Pará de “oportunistas”, o que não é o seu caso.

      A história mostra isso. Conspira a favor dos tapajônicos. São fatos irrefutáveis, como o deste post, com o mapa para corroborar a assertiva. É, pois, a esse tipo de gente, que coloca o debate na sarjeta que o termo se refere.

  • Alguém pode me informar se estão fazendo um trabalho de esclarecimento e conceitização sobre a criação do Estado do Tapajós e Carajás fora das suas regiões, pelo que se nota estão mais preocupados em fazer o trabalho nas sua regiões Oeste e Sudeste, acho que as pessoas que estão a frente desses projetos deveriam se preocupar mais em fazer o trabalho nas regiões metropolitanas é lá que eles não conhecem a nossa situação é lá que eles precisam ser esclarecidos e informados a respeito do nosso interesse e vontade de querer ser independente, na verdade eles não conhecem o Estado em que eles vivem é o caso desse OLHO VIVO que não tem a coragem de colocar o seu verdadeiro nome e os outros que estão escondidos.

  • Olá,
    Sou de Uruará e percebo quanta guerra está sendo feita em Santarém, porém devo destacar que o Tapajós não será estado apenas de uma cidade mais sim de um complexo de municípios, às vezes mais rico que Santarém e que também contrribuirão para a emancipação, para a quebra das correntes que sustenta a capital Belém.

    O Estado do Tapajós significa o fim da nossa escravidão, do nosso esquecimento, da discriminação do nosso povo. pedemos ter políticos incorretos, mas será nas urnas que podemos desbancá-los, não podemos ser irresponsáveis de perder a chance de nos tornarmos independentes. Nossa obrigação quanto cidadão é de lutarmos por dias melhores para a nossa região e para o nosso povo.
    O Estado do Tapajós representa nossa esperaça, nossa liberdade, nosso desenvolvimento e nossa identidade.
    Voto sim, e peço para todos refletirem quanto aos benefícios que um estado novo nos trará, políticos corruptos devem ser combatidos nas urnas, devo lembrar também que apenas Satarém não votárá sozinha para o novo estado e para o governador do novo estado. Oi estamos aqui também!!!!!!!!!!!!

  • Jeso

    Essa constante interrupção de energia elétrica acirra ainda mais os ânimos pró-Tapajós.
    Duvido que Belém esteja sem luz!
    Como capital, pouco provável que Santarém tivesse o mesmo tratamento de descaso que hoje recebe da concessionária Celpa.
    Dessa vez faz-se imprescindível uma satisfação a população da região não apenas da Celpa, mas também do Governo do Estado sobre as causas e o que está sendo feito para solucionar esse problema!
    Estamos sem fornecimento de energia há quatro horas. Em qualquer cidade das regiōes centro-oeste, sul ou sudeste, este fato traria grande constrangimento ao forneçedor de energia.
    Já imaginaram, a quantidade de carnes e frios que estão sendo perdidos, sem refrigeração por tanto tempo?
    E o pior: improvável que os comerciantes retirem esse material para não serem comercializados e mais improvável ainda que a Celpa restitua o valor de tanto prejuízo, até por que o prejuízo maior vem sendo o moral.
    Sem falar nos hospitais, quantas pessoas estão passando por agonia maior com o desconforto, não bastasse já estarem por lá sofrendo com atendimentos precários.

  • O Estado do Tapajós, uma luta de mais de 150 anos.

    Os antecedentes do movimento de emancipação de Tapajós são antigos, a ideia da criação desta nova Unidade Federativa partiu do governo central há mais de 150 anos, datam do início do século XIX, aproximadamente 1923.
    No Oeste o desejo emancipacionista tem raízes históricas que vêm desde a metade do século XIX, quando Dom Pedro II assinou, em 1850, o decreto de criação da Província do Rio Negro, mais tarde Província e estado do Amazonas, depois que as elites daquela unidade intentaram, sem êxito, a separação por conta própria, em 1832.
    Após a perda territorial de sua imensa banda oeste, as elites paraenses permaneceram inconformadas, e os atritos foram frequentes entre as duas unidades. Surgiu, então, a ideia de se criar uma terceira província, que viria, naquele momento, arrefecer os ânimos das elites locais. Em 1869, foram intensos os debates no Parlamento Imperial sobre a necessidade de transformar o Baixo Amazonas paraense (hoje chamado de Oeste do Pará) em uma província autônoma. Em 1832, o Grão-Pará tinha três comarcas: Belém, Santarém e Manaus. Santarém adquiria, assim, status jurídico e administrativo semelhante ao das outras duas cidades, alimentando o sonho da autonomia que jamais veio a se realizar. A redivisão territorial voltou a ser discutida novamente, para resolver as diferenças de limites entre as duas províncias, nos anos de 1869 e 1877.
    Após a instalação da República, foram feitas várias propostas de reordenamento territorial do Brasil e todas, sempre evidenciado a Amazônia e citando o Tapajós, seja como província ou como um futuro estado.
    Entre os anos de 1933 e 1980, foi proposta a redivisão territorial da Amazônia, incluindo o estado do Pará, apontada como alternativa de desenvolvimento social a criação do estado do Tapajós. Nomes como os de Segadas Viana, Juarez Távora e Ronan Liberal (Prefeito de Santarém), propuseram a criação do estado.
    Em 1984, ocorreu uma importante reunião no antigo Hotel Tropical, em Santarém que consolidou um novo momento de luta pelo plebiscito do estado do Tapajós. Por pouco não criou-se o Estado do Tapajós, na Assembleia Constituinte de 1988. Embora não tenham consolidado a criação do Estado, fundou-se a Frente Popular pelo estado do Tapajós, tendo coletado mais de 17 mil assinaturas, em pouco mais de 15 dias úteis, tendo dado entrada no Congresso Revisor, de uma emenda popular, protocolada sob o número 12.977-7, que hoje, junto com o relatório 01/90, respaldam o projeto do Senador Mozarildo Cavalcanti, de 1993.
    Em 1995 um relatório da Comissão de Estudos Territoriais da Assembleia Legislativa do estado do Pará, deu viabilidade à criação do estado do Tapajós, então uma ação político-popular , entrou no Senado Federal com o Projeto de Decreto Legislativo de Consulta Plebiscitária sobre a criação do estado do Tapajós, em 1999.
    Em 2011, a luta pela emancipação e o desenvolvimento.

  • Das duas uma:

    Em 1500 e 1800 os homens vieram em busca de um Novo Mundo.
    Logo, em 1800 estava tudo errado ou quem é contra ao Tapajós e Carajás está certíssimo.

    SIM ao Estado do Tapajós
    SIM ao Estado do Carajás

    1. SIM à pistolagem
      SIM ao Lira
      SIM ao Giovanni
      SIM ao “cara-de-honesto” do Helenilson
      SIM aos latifundiários
      SIM à devastação
      SIM à bancada ruralista
      SIM aos fichas-sujas
      SIM ao coronelismo
      SIM às altas facilidades pra se eleger dentro de uma população pequena

      Êta Brasilzão bão.
      (como diz o Ed Motta: “se eu fosse um político, minha vida não seria assim…”)

  • Vamos usar isso na campanha e mostrar para os belenenses que o estado não foi idéia nossa, isso é mais antigo como eles imaginam…. parabéns aqueles que estão em busca de informações.

    1. Obrigado Fabrício…
      A gente tem que começar a resgatar a HISTÓRIA do que será nosso Futuro Estado!

  • Eu não acredito nos comentarios de alguns belenense acho que deveriam ser mais inteligente, pois nota-se que ainda existe gente sem visão que se diz esta de olho vivo mais não encherga um palmo alem do seu nariz ou é mesmo ignorância pura se for ignorância é por essa gente que o PARÁ está Falido, MAU ADMINISTRADO, MAU INTENCIONADO que faz com que o PARÁ se tenha nóticia na mídia nacional de ALEPA, Hospitais sem administração, morte por encomendas e vou parar de relacionar pois estou com vergonha de certos paraenses do geito do Leitor de Olho vivo. esse Olho vivo não tem nem coragem de colocar o Seu Nome acho extranho essas atitudes é por isso que o Pará está do geito que está só se vê gente desse geito Olho VIVO de Varias CARAS é por isso que Eu quero Mudança e mudança é os Dois Estados TAPAJÓS e CARAJÁS. 77 SIM 77 para um Pará sem olho vivo do geito desses que ai estão 77 para um PARÁ MELHOR de pessoas de coragem de colocar seu nome sem medo de ser FELIZ, até parece que tem o rabo preso não coloca seu verdadeiro nome usa-se OLHO VIVO mais está cego. DÁ para desconfiar, vamos acabar com isso, vamos estudar propostas descentes, convincente, esclarecedoras para escolhermos uma que seja melhor para todos, não só para alguns sangue-sugas pagos para serem tapados.

  • Então Solano Lira e leitor olho-vivo convido voces a vir morar na cidade de Curuá, Prainha, Almeirim, ou quailquer umas dessas aqui do Oeste do Pará. Pra se ter uma noção do que estão falando. Pena que uma hora de avião não seja capaz de trazer infraestrutura, educação, saúde, segurança…..
    Estamos com uma chance ímpar na história da Amazonia, creio que um dos maiores projetos de desenvolvimento a criação destes novos estados, não podemos ser incompetentes de deixar isto passar.

    1. José,
      Você não compreendeu meu comentário ou não teve paciência para interpretá-lo. Sugiro, humildemente, que volte e releia-o e, depois, retifique seu comentário.

    2. Se criassem o esfarrapado “Estado de Tapajós”, está muito mais do que na cara que Santarém (ou melhor, as contas bancárias suíças, uruguais e caimanesas dos politicos de Santarém) sugaria quase todos os recursos destinados ao tal estado.

      E Altamira? E Jacareacanga? E Rurópolis? E Oriximiná? E Alenquer?
      Ficariam ainda mais ao “Deus dará” do que estão hoje.
      A escravidão termina? Não. O escravo apenas muda de dono.

      Querem saber? Elejam políticos decentes e aí sim vocês verão o Oeste prosperar. Por que vocês acham que Castanhal, Barcarena, Paragominas, Salinas e outras microrregiões do Nordeste Paraense estão bem na foto? Porque têm políticos fortes.

      1. Então, Leitor Olho Vivo, pelo seu comentário, vejo que admite que somos escravos. E que o dono é quem mesmo? Belém e seus políticos fortes? Ahã. Argumentos bem bolado, hein? Parabéns! Ou devo dizer que você se traiu em suas colocações? rs

      2. Então, o Leitor Olho Vivo, pelo seu comentário, admite que somos escravos. E que o dono é quem mesmo? Belém e seus políticos fortes? (desculpe, dedução lógica… não consegui chegar a outra conclusão) Ahã. Argumento bem bolado, hein? Parabéns! Ou devo dizer que você se traiu em suas colocações? rs

  • Se dependesse desse pobre rapaz chamado “leitor olho-vivo” só existiria o estado do pará, ou melhor, só existiria a cidade de belém dentro do brasil, nada mais, nem um outro estado. Ele seria capaz de questionar qualquer outro estado em criação independente de qualquer coisa. Aliás não só ele mas tb um tal de jorge moraes que de vez enquando comenta aqui neste blog. Pessoas que mais parece outra coisa, menos pessoas. Parece que foram ou são disiludidas na vida, vivem amarguradas, revoltadas, azedas mesmo. Tudo pra elas não presta, tudo é trevas, ofendem todos e a tudo ate mesmo qdo omitem qualquer opinião. Eu fico imaginando como é ou como será os filhos dessas pessoas por que, nós seres humanos mortais, “somos o quê vemos e nos tornamos o quê nós falamos”. isso é bíblico.

    1. pois eu não me apequeno nem me escondo debaixo da barra da saia da minha mãe (no caso um estado na barra da saia da União Federal) diante dos problemas – encaro-os de frente.

  • Pelas palavras, as pessoas revelam visões equivocadas, às vezes até preconceituosas. Observe no texto o que predominou há muito tempo no entendimento de muitas pessoas sobre o estado do Pará : “…nós, de Belém, queremos bem mais: queremos ser um ESTADO”. Belém não é o estado do Pará, como você descuidadamente se expressou.

    1. Quis dizer que nós de Belém almejamos ser parte de um GRANDE ESTADO, não de uma simples província – como, infelizmente, muitos irmãos de Santarém querem, se apequenando diante dos desafios.

  • 1880?
    Isso é para os senhores terem noção de como esse projeto é dinossáurico, antiquado e obsoleto.
    Antigamente só era possível se locomover pela Amazônia através dos rios. Hoje, em pouco mais de uma hora, via aérea, é possível cruzar o Pará inteiro e um lado ao outro.

    Abramos os olhos e vejamos que o cenário de 2011 é completamente diferente de 1880. Apenas 131 anos de diferença.

    (realmente, se vocês quiserem ser uma PROVÍNCIA, o problema é de vocês. Pois nós, de Belém, queremos bem mais: queremos ser um ESTADO).

    1. Impressionante…

      Ainda acho que um dos problemas de alguns de Belém é a soberba, como diria um ex-professor meu: “tem um povo aqui come picadinho e arrota caviar”

      Acho que só muito excesso de confiança e claro a corbetura do anonimato pra uma pessoa fazer uma declaração tão sem fundamentos quanto essa…

    2. A sua mãe tem dinheiro suficiente pra ir a capital de avião como se usa um coletivo pra ir ao centro da cidade. Vai te catar seu bisonho e larga de ser ignorante seu chupa manga da pres. Vargas.

    3. O digníssimo “Leitor Olho Vivo” bem que podia ter mais coragem (como tem para criticar o português das pessoas), para estudar um pouco mais seus argumentos e trabalhá-los de forma a se tornarem plausíveis.
      Ah! E também saber que a Constituição Federal permite a livre expressão do pensamento, mas nega legalidade ao anonimato. Portanto, se é que você pensou para emitir a “verborragia” nada sustentável do que profere, crendo serem argumentos, no máximo soaram como despeito de mais um Belenense repetindo o que os políticos do lado NÃO repercutem (papagaios, por assim dizer) que lembram do Oeste do Pará apenas para pedirem o voto daqueles que só são paraenses no período de eleição, no intuito de manter o império arrogante e déspota de um punhado de pessoas chamada elite paraense, que mora em seus “Leal Moreira” bem ao lado do fedido Rio Guamá lotado de favelas de palafitas, permeadas de meninos descalços e barrigudos que muitas vezes não passam da primeira infância, e quando passam, morrem na adolescência baleados por terem se tornado escravos das drogas.
      O que vocês têm mesmo a nos ensinar? Ah sim, ensinar-nos a sermos estado e não província. Se estão tão seguros de sua forte instituição estadual, pois que cortem logo aqueles que só sabem ser província. Simples assim! Deixem-nos viver nossas vidas e mentalidades pequenas, segundo seus “argumentos”. Quando se tem a supremacia do conhecimento e maior grandeza, é até depreciativo ficar com uma parte medíocre atrelada a si. Por que não querem nos deixar a nossa sorte, afinal? (Ah é, os impostos da Vale, Alcoa e assemelhados… entre outras coisas).
      Sejam estado, deixem-nos ser província! Vivam a “grandeza” do GRÃO PARÁ e deixem o índio Tapajós voltar para sua ausência de civilidade. Vivam seus cultos e isofismáveis valores da sociedade dos casarões antigos, fiquem com a história, e ficaremos com um estado inteiro a ser construído por gente que o quer de verdade.
      Portanto, quanto tiver argumentos que não sejam mero despeito, além de corrigir o português dos outros interlocutores, favor mostrar-se sem nicks ou pseudônimos, visto que é o que se espera de uma pessoa que não tem nada a temer.

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