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	<title>
	Comentários sobre: Eu me lembro	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Alfredo Kleper Chaves Lavor		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Kleper Chaves Lavor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 21:52:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns, Jeso, mais uma vez, pelas histórias e momentos de Santarém que você levanta e comenta. Recordar é viver, e isto fica bem claro à medida que vamos lendo os relatos e comentários dos santarenos que viveram estes momentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, Jeso, mais uma vez, pelas histórias e momentos de Santarém que você levanta e comenta. Recordar é viver, e isto fica bem claro à medida que vamos lendo os relatos e comentários dos santarenos que viveram estes momentos.</p>
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		<title>
		Por: Nilson Vieira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nilson Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 23:35:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Tecejuta também marcou a minha infância e não apenas por seu famoso apito, que eu ouvia claramente, uma vez que morava no bairro da Prainha. Ocorre que minha mãe trabalhava lá, como tecelã, e eu, como moleque, era encarregado de levar até a Tecejuta, a marmita com suas refeições. Lembro de uma vez em que desastradamente caí com a marmita,  a comida esparramou pelo chão, o que me rendeu bons cascudos. Bons tempos aqueles, da tecejuta e da minha infância. Definitivamente estamos ficando velhos .... rsrsrs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tecejuta também marcou a minha infância e não apenas por seu famoso apito, que eu ouvia claramente, uma vez que morava no bairro da Prainha. Ocorre que minha mãe trabalhava lá, como tecelã, e eu, como moleque, era encarregado de levar até a Tecejuta, a marmita com suas refeições. Lembro de uma vez em que desastradamente caí com a marmita,  a comida esparramou pelo chão, o que me rendeu bons cascudos. Bons tempos aqueles, da tecejuta e da minha infância. Definitivamente estamos ficando velhos &#8230;. rsrsrs</p>
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		<title>
		Por: tricha santarena		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[tricha santarena]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 18:42:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[o time da tecejuta não jogava nada porque faltava fibra......]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o time da tecejuta não jogava nada porque faltava fibra&#8230;&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Pedro Maia		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/memoria/eu-me-lembro.html#comment-67054</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 16:55:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso,

A fábrica Tecejuta marcou a minha infância, minha mãe constumava acabar com nossa pelada em frente de casa quando soava o Apito da Indústria de juta e malva. E ai daquele que não corresse pro banho! Também era através desse apito que meu pai controlava saídas e chegadas da molecada toda que estudavam na Escola Paroquial São Francisco.
Já um pouco maior, relembro o excelente time de futebol que a Tecejuta formou pra disputar o campenato santareno. E foi uma grata surpresa, pois fez uma bela campanha no primeiro ano, mas logo depois da segunda participação, teve que desistir pois não conseguiu reeditar a performance anterior em virtude de que seus melhores jogadores se bandearam pra S.Francisco e S.Raimundo deixando o time muito fraco. Se não me falha a memória só foram 2 participações. Sua camisa era idêntica a da seleção brasileira e por isso ganhou a simpatia dos torcedores locais, principalmente do bairro da Prainha. Pena que tenha sido só uma núvem passageira, mas revelou vários atletas que brilharam nos grandes de Santarém. Talvez o melhor deles tenha sido o PETRÓLEO que mais tarde fez sucesso no alvinegro da Pérola do Tapajós. Bigode, em fim de carreira e Bayrom também jogaram lá.
O tempo passa...

Abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso,</p>
<p>A fábrica Tecejuta marcou a minha infância, minha mãe constumava acabar com nossa pelada em frente de casa quando soava o Apito da Indústria de juta e malva. E ai daquele que não corresse pro banho! Também era através desse apito que meu pai controlava saídas e chegadas da molecada toda que estudavam na Escola Paroquial São Francisco.<br />
Já um pouco maior, relembro o excelente time de futebol que a Tecejuta formou pra disputar o campenato santareno. E foi uma grata surpresa, pois fez uma bela campanha no primeiro ano, mas logo depois da segunda participação, teve que desistir pois não conseguiu reeditar a performance anterior em virtude de que seus melhores jogadores se bandearam pra S.Francisco e S.Raimundo deixando o time muito fraco. Se não me falha a memória só foram 2 participações. Sua camisa era idêntica a da seleção brasileira e por isso ganhou a simpatia dos torcedores locais, principalmente do bairro da Prainha. Pena que tenha sido só uma núvem passageira, mas revelou vários atletas que brilharam nos grandes de Santarém. Talvez o melhor deles tenha sido o PETRÓLEO que mais tarde fez sucesso no alvinegro da Pérola do Tapajós. Bigode, em fim de carreira e Bayrom também jogaram lá.<br />
O tempo passa&#8230;</p>
<p>Abs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Da Latada		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/memoria/eu-me-lembro.html#comment-67053</link>

		<dc:creator><![CDATA[Da Latada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:37:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ainda garoto morador da Latada na grande Prainnha, acostumado a ver diversos operários e operárias se encaminharem a maioria em suas &#039;monarkes&quot; enfileirados pelas ruas de chão batido em direção a industria (talvês a única da cidade). Fato é, que a maior lembrança que muito me chocou foi quando noticiado em edição extra, na Rádio Rural ou Rádio Clube da época, um escalpelamento de uma operária, onde toda a atenção da população se voltou ao triste fato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ainda garoto morador da Latada na grande Prainnha, acostumado a ver diversos operários e operárias se encaminharem a maioria em suas &#8216;monarkes&#8221; enfileirados pelas ruas de chão batido em direção a industria (talvês a única da cidade). Fato é, que a maior lembrança que muito me chocou foi quando noticiado em edição extra, na Rádio Rural ou Rádio Clube da época, um escalpelamento de uma operária, onde toda a atenção da população se voltou ao triste fato.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Padre Sidney Canto		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/memoria/eu-me-lembro.html#comment-67052</link>

		<dc:creator><![CDATA[Padre Sidney Canto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso,
Apesar de não ter acompanhado toda a história da Tecejuta, há algo que não me sai da memória de quando éramos crianças ainda...
O famoso APITO DA TECEJUTA era o nosso &quot;relógio&quot; para muitas coisas. Marcava o início do dia letivo (a entrada no Frei Othmar era quase conjunta com o apito da fábrica), a hora do almoço e também o final do dia...
Aquele apito foi meu primeiro &quot;relógio auditivo das horas&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso,<br />
Apesar de não ter acompanhado toda a história da Tecejuta, há algo que não me sai da memória de quando éramos crianças ainda&#8230;<br />
O famoso APITO DA TECEJUTA era o nosso &#8220;relógio&#8221; para muitas coisas. Marcava o início do dia letivo (a entrada no Frei Othmar era quase conjunta com o apito da fábrica), a hora do almoço e também o final do dia&#8230;<br />
Aquele apito foi meu primeiro &#8220;relógio auditivo das horas&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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