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	Comentários sobre: Floresta em pé rende mais que pecuária	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Flávia Ribeiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27620</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flávia Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:46:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27617&quot;&gt;Nelson Wisnik&lt;/a&gt;.

O estudo coordenado pelo professor Antônio Cordeiro foi encomendado pelo Ideflor com o objetivo de definir o preço da madeira em pé na floresta e mostrar a viabilidade economica do manejo florestal. O estudo está sendo feito em várias regiões do Pará e não tem vinculação com o projeto “Floresta em Pé”. Um dos destaques para os dados levantados é que agora foi comprovado com números o quanto a floresta manejada pode render.

Flávia Ribeiro
Assessoria de Comunicação do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará-Ideflor

91- 3236 1124]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27617">Nelson Wisnik</a>.</p>
<p>O estudo coordenado pelo professor Antônio Cordeiro foi encomendado pelo Ideflor com o objetivo de definir o preço da madeira em pé na floresta e mostrar a viabilidade economica do manejo florestal. O estudo está sendo feito em várias regiões do Pará e não tem vinculação com o projeto “Floresta em Pé”. Um dos destaques para os dados levantados é que agora foi comprovado com números o quanto a floresta manejada pode render.</p>
<p>Flávia Ribeiro<br />
Assessoria de Comunicação do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará-Ideflor</p>
<p>91- 3236 1124</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: gil serique		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27619</link>

		<dc:creator><![CDATA[gil serique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:23:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de tanta cagada se descobre o obvio

agora é vez de soja e gado, a biotech vai ter que esperar ou se limitar aos parque e reservas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tanta cagada se descobre o obvio</p>
<p>agora é vez de soja e gado, a biotech vai ter que esperar ou se limitar aos parque e reservas</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: valdo fernando		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27618</link>

		<dc:creator><![CDATA[valdo fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isso é óbvio e mais tem muitas opções na econoômia, dar mais chances]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é óbvio e mais tem muitas opções na econoômia, dar mais chances</p>
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		<title>
		Por: Nelson Wisnik		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/floresta-em-pe-rende-mais-que-pecuaria.html#comment-27617</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nelson Wisnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:03:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Projeto &quot;Floresta em Pé&quot; foi lançado pelo IBAMA em Santarém em março de 2008 como um passo muito importante no sentido da preservação das florestas. Compreende cooperação técnica entre os governos do Brasil e da França, e parcerias envolvendo empresas e comunidades no Estado do Pará, promovendo e apoiando iniciativas comunitárias de manejo sustentável da floresta amazônica.

Jorge Luiz Vivan relata em seu livro “Agricultura e Florestas - Princípios de uma Interação Vital” *, que, quando os italianos chegaram ao sul do Brasil no final do século 19, derrubavam araucárias (Araucaria angustifolia) com mais de 45 metros de altura e 3 metros de diâmetro para plantarem trigo, cujas sementes haviam trazido da Itália, o cultivar que conheciam. Numa área correspondente à copa de uma dessas árvores, cerca de 600 metros quadrados, colhiam 60kg de trigo por ano, enquanto uma araucária podia produzir 300kg de pinhões. Não o teriam feito se conhecessem o potencial produtivo das araucárias, cujas florestas não se recuperaram desde então.

Fico contente em tomar conhecimento desse primeiro resultado, o qual eu aguardava desde o lançamento do Projeto.

* Editora Agropecuária, Guaíba, RS 1998.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto &#8220;Floresta em Pé&#8221; foi lançado pelo IBAMA em Santarém em março de 2008 como um passo muito importante no sentido da preservação das florestas. Compreende cooperação técnica entre os governos do Brasil e da França, e parcerias envolvendo empresas e comunidades no Estado do Pará, promovendo e apoiando iniciativas comunitárias de manejo sustentável da floresta amazônica.</p>
<p>Jorge Luiz Vivan relata em seu livro “Agricultura e Florestas &#8211; Princípios de uma Interação Vital” *, que, quando os italianos chegaram ao sul do Brasil no final do século 19, derrubavam araucárias (Araucaria angustifolia) com mais de 45 metros de altura e 3 metros de diâmetro para plantarem trigo, cujas sementes haviam trazido da Itália, o cultivar que conheciam. Numa área correspondente à copa de uma dessas árvores, cerca de 600 metros quadrados, colhiam 60kg de trigo por ano, enquanto uma araucária podia produzir 300kg de pinhões. Não o teriam feito se conhecessem o potencial produtivo das araucárias, cujas florestas não se recuperaram desde então.</p>
<p>Fico contente em tomar conhecimento desse primeiro resultado, o qual eu aguardava desde o lançamento do Projeto.</p>
<p>* Editora Agropecuária, Guaíba, RS 1998.</p>
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