Chega ao mercado em abril, o novo produto da produtora ACM Filmes, de propriedade do casal Anilton César e Vanusa Araújo (foto).

Trata-se do documentário Juruti, Terra de Encantos, produzido em HTDV (alta definição) e que enfoca a cultura, economia, história e pontos turísticos do município paraense.

Narrado pela jornalista Mariluz Coelho, de Belém, o documentário tem como maior patrocinador o governo Henrique Costa II (PT).

Serão distribuídas duas mil cópias do documentário em agências de viagens, aeroportos, escolas, TVs educativas e agências de publicidade.

O DVD, com legenda em inglês e espanhol, conta com uma equipe de 6 profissionais, entre produtores, cinegrafistas, jornalistas e auxiliares, sob a direção de Arniton Batista.

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2 Comentários em: Produtora faz documentário sobre Juruti

  • Falando em Juruti,

    A notícia é que depois de uma coordenação pouco produtiva, Neto Viera, deixou a coordenação do CONJUS, o Conselho Juruti Sustentável, criado para ser um espaço de diálogo entre o setor empresarial, governo e sociedade civil. “O Conselho é um órgão consultivo e observador do conjunto de atividades promovidas, seja por empresas ou poder público, para o desenvolvimento sustentável de Juruti – incluindo o próprio empreendimento de mineração de bauxita da Alcoa, além dos Planos de Controle Ambiental-PCAs e a Agenda Positiva, ambos desenvolvidos pela Companhia, visando a melhora da qualidade de vida da população, assim como outras parcerias institucionais.

    Neto Vieira representava no conselho o Movimento 100% Juruti, que muitos já apelidaram como 1% Juruti, pela baixa mobilização e muita personificação no próprio representante. Até agora vimos muita reunião e pouca ação do CONJUS.

    Esperamos que o conselho agora possa se renovar e buscar maior pertencimento na sociedade para não se tornar apenas um conselho determinado pelas demandas da empresa ALCOA.

    • E caro escritor, Você realmente não conhece o CONJUS e muito menos tem discernimento do que esta falando, só o fato e de você não reconhecer o trabalho a luta para formação deste Conselho e a complexidade de coordenar um conselho inovador como este, me deixa decepcionado com a sua primeira colocação. Quando você se refere a uma coordenação pouco produtiva ofende todas as entidades envolvidas ( Sociedade civil, Prefeitura e Empresas), se você realmente conhecesse a estrutura do Conselho saberia que a responsabilidade de gestão não e só do coordenador, e sim, de todos os envolvidos. O cargo de coordenador segundo o nosso estatuto, não tem o poder de decisão, este poder e tripartite (sabe o que e?)
      Em relação ao Neto Vieira, eu discordo de você. O companheiro fio uma pessoa amiga sempre teve boas idéias, tratou todos com igualdade e respeito, sendo firme em suas colocações na luta pelo nivelamento da Sociedade Civil ao Município e Empresas. Estamos sentindo sua falta.
      Em relação ao Movimento 1%, e de tremenda falta de respeito com a entidade e seus participantes, devo lembrá-lo que as maiores manifestações em defesa do coletivo neste município nos últimos 6 anos, foram arquitetadas ou tiveram a participação deste grande movimento que foi o precursor na união de entidades em nosso Município. Talvez por falta de conhecimento você tenha pecado nas palavras.
      Quanto ao que se espera do CONJUS, e que a Sociedade Civil realmente se aproprie desta ferramenta e saiba usá-la em defesa do povo não se vendendo para as empresas ou para o município.

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