Da Agência Pará:
A realização do plebiscito sobre a divisão territorial do Pará motiva o debate dos aspectos socioeconômicos, ambientais, demográficos, institucionais e de novos cenários.
Nesse contexto, o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) coordena os estudos sobre a divisão do Estado, com o objetivo de produzir informações, atendendo a uma demanda de governo. A primeira reunião de trabalho foi realizada nesta segunda-feira, dia 20, na sede do Idesp.
“Ainda não há um estudo conclusivo que relacione o patrimônio natural do Estado – seja de biodiversidade, hídrico, florestal e mineral – e o que essa dinâmica significa em benefícios para as populações do território dividido”, afirma a presidente do Idesp, Adelina Braglia.
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Os professores Roberto Corrêa e Gilberto Miranda Rocha, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Carlos Augusto da Silva Souza, da Universidade da Amazônia (Unama), foram convidados para a elaboração desse levantamento, considerando o conhecimento técnico e a dedicação científica que têm dado ao tema.
Leia mais em Idesp realizará estudo sobre divisão do Estado.
Fonte: Agência Pará
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Nota do blog:
A fase de estudos sobre a viabilidade econômica da criação dos estados do Tapajós e Carajás já passou. O governo do Pará nunca se interessou por isso. Só tomou essa iniciativa agora porque o plebiscito foi aprovado. Alguém tem dúvidas que o Idesp só entrou nessa por conta das digitais do chefe da Casa Civil, Zenaldo Coutinho, e, pior, avalizada por Simão Jatene?
É tática velha dele. Na Câmara dos Deputados, Zenaldo tentou emplacá-la, mas foi fragorosamente derrotado.
Resumo dessa ópera bufa: estudo inoportuno, por trazer no seu bojo um viés claramente contrário aos interesses dos “oportunistas” e “esquartejadores”, como o chefe da Casa Civil brada em Belém contra os que lutam pela redivisão do Pará.
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Ele vem para provocar os “oportunistas”.