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	Comentários sobre: O nome do MDB a prefeito de Santarém e os 3 cenários avaliados pelo PT. Por João Salame	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Márcio Nunes (universitário)		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Márcio Nunes (universitário)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 19:28:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E por falar em José Maria Tapajós, eu e alguns amigos, aproveitamos o feriado prolongado para conhecermos algumas comunidades do belíssimo e ainda limpo rio Arapiuns. Foi nessa região que nasceu Zé Maria (como os comunitários o conhecem por lá). Fomos de balsa até a comunidade Aninduba e de lá pegamos a rodovia estadual Translago que dá acesso às regiões do Arapiuns e do Lago Grande. Nossa meta era chegar à famosa cacheira do Aruã. E chegamos, com muita luta por conta dos ramais em péssimas condições. Na volta, resolvemos visitar cada uma das comunidades (da margem esquerda do Arapiuns) que possuem ligação com a Translago. Além de ramais quase intrafegáveis, testemunhamos a falta de infraestrutura básica, como energia elétrica, água encanada, postos de saúde e escolas.  Só para se ter uma ideia, na comunidade chamada Lago Central (diga-se de passagem, uma das mais belas que visitamos), as famílias não dispõe de energia elétrica e  as crianças estudam num barracão improvisado (seria a sede de um clube), onde não há cozinha, não há banheiros e o mobiliário é precário (carteiras e quadro são velhos e quadrados). Segundo os comunitários, a escola conta com apenas uma professora que trabalha somente no turno da manhã. Quando perguntamos se as lideranças locais já haviam reivindicado a construção de uma prédio adequado para a escola, os moradores responderam que já fizeram reiterados pedidos, porém , nunca foram atendidos. Uma das esperanças da comunidade era justamente o &quot;Zé&quot;, mas ele também nunca fez nada pela comunidade. Revoltante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E por falar em José Maria Tapajós, eu e alguns amigos, aproveitamos o feriado prolongado para conhecermos algumas comunidades do belíssimo e ainda limpo rio Arapiuns. Foi nessa região que nasceu Zé Maria (como os comunitários o conhecem por lá). Fomos de balsa até a comunidade Aninduba e de lá pegamos a rodovia estadual Translago que dá acesso às regiões do Arapiuns e do Lago Grande. Nossa meta era chegar à famosa cacheira do Aruã. E chegamos, com muita luta por conta dos ramais em péssimas condições. Na volta, resolvemos visitar cada uma das comunidades (da margem esquerda do Arapiuns) que possuem ligação com a Translago. Além de ramais quase intrafegáveis, testemunhamos a falta de infraestrutura básica, como energia elétrica, água encanada, postos de saúde e escolas.  Só para se ter uma ideia, na comunidade chamada Lago Central (diga-se de passagem, uma das mais belas que visitamos), as famílias não dispõe de energia elétrica e  as crianças estudam num barracão improvisado (seria a sede de um clube), onde não há cozinha, não há banheiros e o mobiliário é precário (carteiras e quadro são velhos e quadrados). Segundo os comunitários, a escola conta com apenas uma professora que trabalha somente no turno da manhã. Quando perguntamos se as lideranças locais já haviam reivindicado a construção de uma prédio adequado para a escola, os moradores responderam que já fizeram reiterados pedidos, porém , nunca foram atendidos. Uma das esperanças da comunidade era justamente o &#8220;Zé&#8221;, mas ele também nunca fez nada pela comunidade. Revoltante.</p>
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