Paulinho da Força comprou três garrafas de tequila Revolucion para a festa da central e, às 11h, já circulava com um copo à mão.
Disse que era para “calibrar o discurso”. Acabou dizendo que Dilma deveria estar na Papuda. A fala preocupou advogados da central.
Auxiliares de Dilma ficaram indignados: “Isso é linguajar de quem está muito doido, fora do juízo. Esse deputado deve ter enchido a cara antes do ato”, diz o ministro Paulo Bernardo (Comunicações).
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