Jeso Carneiro

Deficientes físicos criticam vereadores

Das associações das pessoas com deficiência, pelo contato do blog:

As associações das pessoas com deficiência – Associação dos Deficientes Visuais do Baixo Amazonas (ADEVIBAM), Associação dos Deficientes Físicos de Santarém (ADEFIS), Associação dos Amigos dos Portadores de Deficiência do Tapajós (AAPDT) e a Associação dos Surdos Pais e Amigos de Santarém (ASPAS), fizeram uma manifestação pública na segunda-feira (26) que teve sua concentração e saída no Parque da Cidade, às 8h.

Depois, seguiram em caminhada em direção à Prefeitura de Santarém, onde foi executado o Hino Nacional, demonstrando a cidadania dos participantes, e cobraram do Poder Executivo o cumprimento das leis que garantem os direitos das pessoas com deficiência, no que refere a acessibilidade, educação de qualidade, saúde de qualidade, práticas esportivas adaptadas, ora inexistente em Santarém, além de políticas públicas de lazer, trabalho, entre outros.

Na oportunidade, falou pela Prefeitura de Santarém o prefeito em exercício, senhor José Antônio Rocha, que garantiu que o governo vai buscar formas de atender as reivindicações feita pelas associações.

Continuando a manifestação, os deficientes foram em direção à Câmara Municipal, onde ocuparam as galerias daquele local, solicitando, através da vereadora Marcela Tolentino e do vereador Henderson Pinto três minutos para que cada presidente de entidades de deficientes ali presente que pudesse mostrar suas indignações. Tal solicitação não foi atendida pelo os vereadores.

Foi reivindicado, então, que uma pessoa, representando todo o segmento das pessoas com deficiência, falasse. O que também não foi atendido, fazendo com que todos as associações não se sentisse ali representados por nenhum dos vereadores.

Pedimos à sociedade que faça uma renovação dos representantes do povo naquela Casa, onde só representam seus interesses e não o povo como falam, tampouco as pessoas com deficiência que fazem parte dessa sociedade.

Foi exigido daquele poder que seja cumpridas as leis que os mesmos aprovam e que são descumpridas, como as adequação dos espaços aos deficientes físicos, contratação de intérpretes de Libras para traduzir as sessões da Casa para os deficientes auditivos, entre outras.

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