“Sua decisão não é técnica, ministro. É política. É muito fácil dizer que o sistema é corrupto e quando se tem a oportunidade de usar o sistema jurídico para coibir essas nódoas, se parte para a consolidação daquilo que se aponta como destoante”
Joaquim Barbosa, ministro-presidente do Supremo, em contraponto ontem (26), no plenário do corte, ao voto de ministro Roberto Barroso, que absolveu todos os acusados do crime de formação de quadrilha que tiveram direito ao segundo julgamento no processo do mensalão.