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	Comentários sobre: Medalha Felipe Bettendorf	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Historiador do Tapajós		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Historiador do Tapajós]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 14:35:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Padre João Felipe Bettendorf, belga de nascimento, amazônida por opção e missão, religioso jesuíta, artista plástico, homem de letras e de justiça (formado em Direito Civil) e desbravador - construtor da primeira capela de N.S.ª da Conceição, de taipa, na então  Aldeia dos Tapajós - emblematicamente encarna o espírito  pioneiro, de vanguarda, de dedicação social e sensibilidade artística que reflete os anseios da nação santarena. Merecidamente receberam a comenda o incansável defensor da pessoa idosa, empresário Agostinho Couto; o otorrino Dr.Jocivan, que deixou o conforto do consultório para dedicar-se ao sorriso de  centenas de crianças com lábios leporinos; o empresário Raimundo da Rayana, que de criança trabalhadora vendendo picolés e doces , com seu pioneirismo hoje encarna os mais inesquecíveis sabores tapajônicos em seu afamado e acolhedor restaurante; o Dr.Phebus, in memoriam, pioneiro das ciências laboratoriais na cidade e que, em vida, jamais deixou de acolher e servir os mais desfavorecidos do povo, que não tinham como pagar um exame necessário.
Comovente ver o encontro da cabocla Dona Lusia Lobato Borarí, com o caboclo sertanista João Lobato Zo’é: matilhas diversas, mas a mesma chama do empreendedorismo social, abraçando os povos nativos, os povos da floresta, os ribeirinhos, os caboclos, os indígenas. Ela, “soldada da borracha”, liderança natural e autêntica, lutadora do Sairé, compositora (juntamente com Dona Teté) do adorável “Hino de Alter-do-Chão”, mãos abençoadas que nutrem e adoçam a vila balneária com seus doces e licores, agregadora da comunidade em seu espírito trabalhador e festivo. Ele, guerreiro dos sertões, há mais de quinze anos batalha pelo povo Zo’é, em meio ao isolamento geográfico, às pressões dos exploradores, às carências financeiras, aos desmandos dos poderosos e às burocracias governamentais, que tantos males causam à maioria das populações indígenas. Lobato, figura etérea  e zen-hinduísta  na cidade, transforma  silêncio casmurro em ira santa quando se trata de defender os direitos indígenas, e  há décadas faz a guerra cá fora para garantir a paz, a saúde e a tranqüilidade lá dentro, no seio da comunidade Zo’é, como o fez entre os tantos povos indígenas  junto aos quais viveu e defendeu em mais de 30 anos de Amazônia.
Injusto, portanto, o comentário de que são homenagens “para os de fora”, mesmo porque dos seis agraciados, quatro nasceram na região (Belterra, Curuá, Urucurituba ...); os outros dois vivem e se empenham na Amazônia por décadas.  Santarém é a Amazônia que abraça muitos povos: paraenses, cearenses, maranhenses, paulistas, árabes, judeus, japoneses, americanos, quilombolas e variedade de nações indígenas, entre tantos outros...Como o abraço dos rios Amazonas e Tapajós, é essa diversidade cultural e espiritual que nos faz fluir em solidariedade e beleza para o grande mar do Futuro... Parabéns a Santarém e aos seus filhos (de todas as origens), pelos 350 anos, muito bem vividos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Padre João Felipe Bettendorf, belga de nascimento, amazônida por opção e missão, religioso jesuíta, artista plástico, homem de letras e de justiça (formado em Direito Civil) e desbravador &#8211; construtor da primeira capela de N.S.ª da Conceição, de taipa, na então  Aldeia dos Tapajós &#8211; emblematicamente encarna o espírito  pioneiro, de vanguarda, de dedicação social e sensibilidade artística que reflete os anseios da nação santarena. Merecidamente receberam a comenda o incansável defensor da pessoa idosa, empresário Agostinho Couto; o otorrino Dr.Jocivan, que deixou o conforto do consultório para dedicar-se ao sorriso de  centenas de crianças com lábios leporinos; o empresário Raimundo da Rayana, que de criança trabalhadora vendendo picolés e doces , com seu pioneirismo hoje encarna os mais inesquecíveis sabores tapajônicos em seu afamado e acolhedor restaurante; o Dr.Phebus, in memoriam, pioneiro das ciências laboratoriais na cidade e que, em vida, jamais deixou de acolher e servir os mais desfavorecidos do povo, que não tinham como pagar um exame necessário.<br />
Comovente ver o encontro da cabocla Dona Lusia Lobato Borarí, com o caboclo sertanista João Lobato Zo’é: matilhas diversas, mas a mesma chama do empreendedorismo social, abraçando os povos nativos, os povos da floresta, os ribeirinhos, os caboclos, os indígenas. Ela, “soldada da borracha”, liderança natural e autêntica, lutadora do Sairé, compositora (juntamente com Dona Teté) do adorável “Hino de Alter-do-Chão”, mãos abençoadas que nutrem e adoçam a vila balneária com seus doces e licores, agregadora da comunidade em seu espírito trabalhador e festivo. Ele, guerreiro dos sertões, há mais de quinze anos batalha pelo povo Zo’é, em meio ao isolamento geográfico, às pressões dos exploradores, às carências financeiras, aos desmandos dos poderosos e às burocracias governamentais, que tantos males causam à maioria das populações indígenas. Lobato, figura etérea  e zen-hinduísta  na cidade, transforma  silêncio casmurro em ira santa quando se trata de defender os direitos indígenas, e  há décadas faz a guerra cá fora para garantir a paz, a saúde e a tranqüilidade lá dentro, no seio da comunidade Zo’é, como o fez entre os tantos povos indígenas  junto aos quais viveu e defendeu em mais de 30 anos de Amazônia.<br />
Injusto, portanto, o comentário de que são homenagens “para os de fora”, mesmo porque dos seis agraciados, quatro nasceram na região (Belterra, Curuá, Urucurituba &#8230;); os outros dois vivem e se empenham na Amazônia por décadas.  Santarém é a Amazônia que abraça muitos povos: paraenses, cearenses, maranhenses, paulistas, árabes, judeus, japoneses, americanos, quilombolas e variedade de nações indígenas, entre tantos outros&#8230;Como o abraço dos rios Amazonas e Tapajós, é essa diversidade cultural e espiritual que nos faz fluir em solidariedade e beleza para o grande mar do Futuro&#8230; Parabéns a Santarém e aos seus filhos (de todas as origens), pelos 350 anos, muito bem vividos!</p>
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		<title>
		Por: onestino		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55770</link>

		<dc:creator><![CDATA[onestino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:08:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[e o assunção vai receber quando a sua medalha  afinal e o unico principe que temos na cidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e o assunção vai receber quando a sua medalha  afinal e o unico principe que temos na cidade</p>
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		<title>
		Por: vergonha da gente		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vergonha da gente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 20:05:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[joão paulo vc toda razão tem certos criterios que eu queria entender]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>joão paulo vc toda razão tem certos criterios que eu queria entender</p>
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		<title>
		Por: adil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55768</link>

		<dc:creator><![CDATA[adil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 11:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[e o gaguinho não vai receber nem uma homenagem pelo menos uma bolsa familia...ra...ra...ra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e o gaguinho não vai receber nem uma homenagem pelo menos uma bolsa familia&#8230;ra&#8230;ra&#8230;ra</p>
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		Por: Iza Tapuia		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55767</link>

		<dc:creator><![CDATA[Iza Tapuia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 21:33:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns para dona Luzia, adorei...

Acredito que quem escolhe quem vai ser agraciado com a medalha Padre Felipe Betendorf deve ter critérios, pois a honraria é digna. Parabenizo a todos (as), contudo, quero expressar minha satisfação e a grande alegria que sinto por ver entre os agraciados deste ano, a ilustre dona Luzia, tenho um respeito imenso por ela, sou sua admiradora, fá da sua sabedoria e consumidora de suas iguarias feitas com um talento sem igual, tenho um carinho especial, ela lembra muito a minha avó, assim que é muito difícil ir em Alter sem lhe fazer uma visita, vou para ver-la, mas também para bebericar os licores de açai, buruti, araça, caju, cupuaçu, deliciar-me com os bombons e desfrutar dos doces, égua,  aqui nessa lonjura lembrar dessas delicias é sofrer a dor da saudade em dobro. Estou feliz pela senhora dona Luzia, assim como toda Vila de Alter, me congratulo como indígena Tapuia que conhece está Guerreira Borari, e com certeza seu mérito é por sua luta incansável pela garantia do direito ancestral dos Borari de existir com identidade no seu território, parabenizo a dona Luzia e a família em nome da nice, da neca e do nelson...Parabéns dona Luzia e parabéns a Perola do Tapajós, Santarém do meu amor...como dizia o poeta...não permita senhor que ninguém goste mais do que eu de Santarém...a saudade mata a gente moreno...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns para dona Luzia, adorei&#8230;</p>
<p>Acredito que quem escolhe quem vai ser agraciado com a medalha Padre Felipe Betendorf deve ter critérios, pois a honraria é digna. Parabenizo a todos (as), contudo, quero expressar minha satisfação e a grande alegria que sinto por ver entre os agraciados deste ano, a ilustre dona Luzia, tenho um respeito imenso por ela, sou sua admiradora, fá da sua sabedoria e consumidora de suas iguarias feitas com um talento sem igual, tenho um carinho especial, ela lembra muito a minha avó, assim que é muito difícil ir em Alter sem lhe fazer uma visita, vou para ver-la, mas também para bebericar os licores de açai, buruti, araça, caju, cupuaçu, deliciar-me com os bombons e desfrutar dos doces, égua,  aqui nessa lonjura lembrar dessas delicias é sofrer a dor da saudade em dobro. Estou feliz pela senhora dona Luzia, assim como toda Vila de Alter, me congratulo como indígena Tapuia que conhece está Guerreira Borari, e com certeza seu mérito é por sua luta incansável pela garantia do direito ancestral dos Borari de existir com identidade no seu território, parabenizo a dona Luzia e a família em nome da nice, da neca e do nelson&#8230;Parabéns dona Luzia e parabéns a Perola do Tapajós, Santarém do meu amor&#8230;como dizia o poeta&#8230;não permita senhor que ninguém goste mais do que eu de Santarém&#8230;a saudade mata a gente moreno&#8230;</p>
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		<title>
		Por: NAVEGADOR		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55766</link>

		<dc:creator><![CDATA[NAVEGADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 19:11:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A escolha é digna de elogios;   todos representam e engrandecem esta terra mocoronga. O Raimundo, com toda sua simplicidade recebe com largos e sinceros sorrisos à todos em sua  PEIXARIA RAYANA,  hoje orgulho de Santarem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A escolha é digna de elogios;   todos representam e engrandecem esta terra mocoronga. O Raimundo, com toda sua simplicidade recebe com largos e sinceros sorrisos à todos em sua  PEIXARIA RAYANA,  hoje orgulho de Santarem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zezé do Tapajós		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55765</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zezé do Tapajós]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 15:16:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Agostinho Couto é um dos mais antigos empresários de Santarém. Todo mundo está &#039;careca&#039; de saber, mesmos os &#039;gaúchos&#039; e outros alienígenas.
Agora, uma correção: os 350 anos nascem da fundação de Santarém quando era simples ALDEIA missionária (e não Vila, que ocorreu muitos anos depois...). A aldeia dos Tupaius foi fundada pelo Padre João Felipe Bettendorf, em 22 de junho de 1661, conforme histórica pesquisa de Wilson Fonseca, o nosso conhecido maestro Isoca (ver o livro &quot;Meu Baú Mocorongo&quot;).
Parabéns aos homenageados, todos merecedores.
Saudações tapajônicas.
Zezé do Tapajós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Agostinho Couto é um dos mais antigos empresários de Santarém. Todo mundo está &#8216;careca&#8217; de saber, mesmos os &#8216;gaúchos&#8217; e outros alienígenas.<br />
Agora, uma correção: os 350 anos nascem da fundação de Santarém quando era simples ALDEIA missionária (e não Vila, que ocorreu muitos anos depois&#8230;). A aldeia dos Tupaius foi fundada pelo Padre João Felipe Bettendorf, em 22 de junho de 1661, conforme histórica pesquisa de Wilson Fonseca, o nosso conhecido maestro Isoca (ver o livro &#8220;Meu Baú Mocorongo&#8221;).<br />
Parabéns aos homenageados, todos merecedores.<br />
Saudações tapajônicas.<br />
Zezé do Tapajós.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júnior Tapajós		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55764</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júnior Tapajós]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 14:24:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55759&quot;&gt;Anne Santos&lt;/a&gt;.

Anne o seu Raimundo é dono da Peixaria Rayana,  é um grande exemplo de empreendedorismo para aqueles que quiserem conhecer sua história profundamente e eu sou mais um dos seus muitos admiradores.

Assim como os outros, merece muito este reconhecimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55759">Anne Santos</a>.</p>
<p>Anne o seu Raimundo é dono da Peixaria Rayana,  é um grande exemplo de empreendedorismo para aqueles que quiserem conhecer sua história profundamente e eu sou mais um dos seus muitos admiradores.</p>
<p>Assim como os outros, merece muito este reconhecimento.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Afonso		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55763</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Afonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 13:32:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sei não tem alguma coisa errado nisto td, ainda não consegui entender a finalidade desta medalha, mas um dia chego lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei não tem alguma coisa errado nisto td, ainda não consegui entender a finalidade desta medalha, mas um dia chego lá.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Fernandes de Oliveira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/pessoas/medalha-felipe-bettendorf.html#comment-55762</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernandes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 13:30:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jeso, permita-se complementar a mensagem anterior, por ter deixado por último a homenagem in memorian; houve um lápso de memória.  Faço agora, pelo merecimento ao colega Laboratorista Phebus Dourado e a sua família. Ele fez muito por merecer a Comenda. Reafirmo, o gesto do Poder Executivo foi relevante e merece tbém parabéns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeso, permita-se complementar a mensagem anterior, por ter deixado por último a homenagem in memorian; houve um lápso de memória.  Faço agora, pelo merecimento ao colega Laboratorista Phebus Dourado e a sua família. Ele fez muito por merecer a Comenda. Reafirmo, o gesto do Poder Executivo foi relevante e merece tbém parabéns.</p>
]]></content:encoded>
		
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