
1, 2, 3, 4, 5… 22 contas bancárias tiveram o sigilo bancário quebrado, por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal), no inquérito que apurar desvio de recursos públicos, para construção da primeira etapa da orla de Santarém, por parte do ex-prefeito e hoje deputado federal Lira Maia (DEM).
A decisão já está sendo cumprida pelas 8 instituições bancárias notificadas pelo STF, em atendimento aos autos do inquérito nº 2.991, que tem como único réu o ex-gestor santareno por dois mandatos (1997-2004).
As contas com sigilo quebrado são de pessoas físicas e jurídicas acusadas de participar do esquema de corrupção.
Entre janeiro de 200o e dezembro de 2002, Lira Maia recebeu do Ministério dos Transportes R$ 10,7 milhões para a obra.
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Pelas investigações já realizadas pela Polícia Federal, esse dinheiro caia na conta da Prefeitura de Santarém na agência do Banco do Brasil (nº 6.801-2) e em seguida foi pulverizados, via Construtora Mello Azevedo, para dezenas de outras.
Lira Maia é o principal aliado do atual prefeito de Santarém, Alexandre Von (PSDB).
O sigilo quebrado envolve os seguintes bancos:
– Caixa Econômica – 5 contas
– Banco do Brasil – 2 contas
– Santander – 4 contas
– BMG – 1 conta
– Itaú – 3 contas
– Mercanti do Brasil – 3 contas
– HSBC – 3 conta
O ministro Celso de Mello é o relator do inquérito.
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