Rosi Farias assume hoje como nova desembargadora do TJ do Pará, Rosi-Maria-Gomes-de-Farias, Eleita-nova-desembargadora-do-Tribunal-de-Justica-do-Para
Rosi Farias foi eleita ontem para o desembargo

A juíza Rosi Maria Gomes de Farias foi eleita a nova desembargadora do Tribunal de Justiça do Pará. A posse da magistrada será nesta quinta-feira, 4, às 11h, no Salão Nobre do edifício sede do TJ.

A escolha ocorreu ontem, 3, na sessão do Pleno do TJ, em votação eletrônica e aberta.

A magistrada sobe ao desembargo por merecimento, após 40 anos de atuação na magistratura.

A sessão do Pleno do TJ foi presidida pelo desembargador Leonardo de Noronha Tavares, vice-presidente da corte, em virtude de o desembargador Ricardo Ferreira Nunes ter assumido compromissos institucionais.

De acordo com os procedimentos, habilitaram-se ao processo de acesso ao desembargo um total de 20 magistrados da última entrância (3ª entrância).

Desse quantitativo, os desembargadores votaram em 3 nomes, para a formação da lista tríplice, sendo levados em consideração as avaliações individuais dos magistrados quanto à produtividade, presteza, aperfeiçoamento técnico, adequação de conduta e desempenho nas atividades.

A melhor pontuada foi a juíza Rosi Maria.

Além de Rosi, compuseram a lista tríplice as juízas Kédima Pacífico Lira e Margui Gaspar Bittencourt.

CARREIRA

A nova desembargadora ingressou na magistratura em agosto de 1978, como pretora exercendo a função em termos judiciários (à época, atualmente são comarcas) como Limoeiro do Ajuru, São Domingos do Capim, Mocajuba, Baião, Rondon do Pará e Goianésia.

Após aprovação em concurso público, atuou em diversas comarcas de 1ª e 2ª entrâncias, como Alenquer, Ananindeua, Irituia, Óbidos, Breves, São Miguel do Guamá e Vigia.

Em 2002, foi promovida para a comarca de Belém, assumindo as 5ª e 12ª varas penais. Desde de 2016 atua como juíza convocada para o segundo grau do Judiciário paraense, exercendo as funções, atualmente, na Seção de Direito Penal e na 1ª Turma de Direito Penal.

A magistrada exerce ainda a função de Ouvidora Agrária do TJ, é presidente da Comissão Permanente de Monitoramento, Estudo e Assessoramento das questões ligadas à Grilagem, é representante do TJ no Programa de Proteção de Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita), além de ser representante do TJ na Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos.

Com informações do TJ do Pará

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