
Nem tudo na gestão de Reginaldo Campos na presidência da Câmara de Vereadores de Santarém (2015-2016) é podridão.
Ele foi o único, por exemplo, que peitou – e exterminou – uma prática de porão na Casa: a agiotagem que ali corria solta e cujo ápice se deu na gestão de Zé Maria Tapajós.
Nos mandatos do hoje vice-prefeito de Santarém, servidores e até vereadores eram alvos fáceis de um agiota graúdo, com assento, inclusive, na cúpula de assessores da Casa.
Empossado na presidência, Reginaldo expulsou o vendilhão da Casa.
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Antonio Rocha o manteve à distância.
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