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	Comentários sobre: Calendário: Paxiúba defende redivisão	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Jul 2011 12:08:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Tapa,		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/calendario-paxiuba-defende-redivisao.html#comment-57951</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tapa,]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 12:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meu amigo de codinome &quot;jose roberto&quot;, pelo seu relato somente e tão somente  “econômico”,  demonstra que o seu desejo é que os Novos Estados, Carajás e Tapajós, já fossem criados com suas economias estratosféricas, maiores ou idênticas as economias dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Companheiro, primeiro se cria os Estados, depois são implantados e naturalmente chegam-se os investimentos para o desenvolvimento, que pelo potencial da Região (mineral, madeireiro, ecoturismo, agropecuário, extrativismo vegetal etc.) será muito maior dos que seus exemplos citados no seu comentário acima.

O Divórcio será definitivo e a vida de solterio fará com que o patrimônio triplique.

VOTE “SIM” AO TAPAJÓS!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo de codinome &#8220;jose roberto&#8221;, pelo seu relato somente e tão somente  “econômico”,  demonstra que o seu desejo é que os Novos Estados, Carajás e Tapajós, já fossem criados com suas economias estratosféricas, maiores ou idênticas as economias dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Companheiro, primeiro se cria os Estados, depois são implantados e naturalmente chegam-se os investimentos para o desenvolvimento, que pelo potencial da Região (mineral, madeireiro, ecoturismo, agropecuário, extrativismo vegetal etc.) será muito maior dos que seus exemplos citados no seu comentário acima.</p>
<p>O Divórcio será definitivo e a vida de solterio fará com que o patrimônio triplique.</p>
<p>VOTE “SIM” AO TAPAJÓS!!!</p>
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		<title>
		Por: jose roberto		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/calendario-paxiuba-defende-redivisao.html#comment-57950</link>

		<dc:creator><![CDATA[jose roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 16:21:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A divisão do Pará em três será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balanço entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal - ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.
Marabá, a virtual capital de Carajás, está no topo da lista dos homicídios. Pelos dados mais recentes do Ministério da Justiça, é, proporcionalmente, a quarta cidade mais violenta do país. Foram 250 assassinatos em 2008 - 125 mortes para cada 100.000 habitantes. Tapajós, ainda que mais tranquilo, seria o segundo estado mais pobre do Brasil, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais - atrás apenas de Roraima.
Para comprovar a tese, usam como argumento a criação de Tocantins. Esquecem que se trata do quarto estado mais pobre.
Os favoráveis à tripartição, como o deputado Queiroz, querem que a escolha seja local. Não é o que pensa a professora de direito constitucional e eleitoral da Universidade de São Paulo (USP), Mônica Herrman Taggiano. “É bobagem segmentar a discussão. O estado inteiro deve participar, porém, por tradição, estas decisões são casuísticas e políticas”, disse.
O PIB per capita de 12.500 reais de Carajás não se reflete na população. Em Marabá, 42% dos moradores vivem abaixo da linha de pobreza e o estado teria uma economia equiparável com Alagoas e Sergipe, respectivamente em 20º e 21º lugar no Brasil.
Carajás seria pobre, mas não deficitário. Já Tapajós, estado que muito bem poderia se chamar Belo Monte, em homenagem à hidrelétrica, a dependência do dinheiro federal seria uma questão de sobrevivência. O custeio da máquina pública ali sugaria mais da metade da economia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A divisão do Pará em três será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balanço entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal &#8211; ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.<br />
Marabá, a virtual capital de Carajás, está no topo da lista dos homicídios. Pelos dados mais recentes do Ministério da Justiça, é, proporcionalmente, a quarta cidade mais violenta do país. Foram 250 assassinatos em 2008 &#8211; 125 mortes para cada 100.000 habitantes. Tapajós, ainda que mais tranquilo, seria o segundo estado mais pobre do Brasil, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais &#8211; atrás apenas de Roraima.<br />
Para comprovar a tese, usam como argumento a criação de Tocantins. Esquecem que se trata do quarto estado mais pobre.<br />
Os favoráveis à tripartição, como o deputado Queiroz, querem que a escolha seja local. Não é o que pensa a professora de direito constitucional e eleitoral da Universidade de São Paulo (USP), Mônica Herrman Taggiano. “É bobagem segmentar a discussão. O estado inteiro deve participar, porém, por tradição, estas decisões são casuísticas e políticas”, disse.<br />
O PIB per capita de 12.500 reais de Carajás não se reflete na população. Em Marabá, 42% dos moradores vivem abaixo da linha de pobreza e o estado teria uma economia equiparável com Alagoas e Sergipe, respectivamente em 20º e 21º lugar no Brasil.<br />
Carajás seria pobre, mas não deficitário. Já Tapajós, estado que muito bem poderia se chamar Belo Monte, em homenagem à hidrelétrica, a dependência do dinheiro federal seria uma questão de sobrevivência. O custeio da máquina pública ali sugaria mais da metade da economia</p>
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