A Defensoria Pública Geral da União passou a fazer parte em uma das 4 APs (Ação Penal) que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-prefeito e deputado federal Lira Maia (DEM).
Na AP nº 518, a ré Maria Helena Pollato da Silva, ex-servidora da pasta de Educação na gestão de Lira Maia como prefeito de Santarém (1997-2004), não constituiu advogado para defendê-la.
Diante disso, ainda que a ré tenha sido intimada, o ministro relator da AP, Ayres Brito, determinou que a Defensoria Pública da União faça a defesa de Maria Helena, cujo paradeiro é incerto e não sabido.
Nesta ação penal, Lira Maia e mais 6 réus são acusados de crime de responsabilidade.
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