Deve acontecer na próxima quinta-feira (24), em Belém o julgamento de Antonio Rocha Jr., filho do deputado estadual Antonio Rocha (PMDB), acusado de assassinar o professor Roque Fonseca Sarmento, na região do Lago Grande de Curuaí, em Santarém, em 1998.
O processo deveria ter sido julgado em 2008, em Santarém, mas por causa de um fato inédito acabou tendo que ser desaforado, ou seja, mudar de foro.
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O caso ganhou repercussão na imprensa do Pará, por causa da alegação de suspeição dos 10 promotores locais, levando o juiz da época a solicitar o desaforamento por “estar ameaçada a imparcialidade do corpo de jurados”.
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Esta será a quarta tentativa de julgar o réu.
Depois de Santarém, por duas vezes a sessão foi cancelada em Belém, a pedido de seus advogados. O promotor público de Faro, que atuou em Santarém, Rodrigo Aquino, atuará no caso.
Testemunhas que moram no Lago Grande serão ouvidas através de videoconferência no Fórum de Santarém.
Fonte: 10ª Vara Penal/Jota Ninos
Criticar o jornalista por ele dizer que o acusado é filho de deputado em nada muda a atitude dessa pessoa. O proprio réu fala em alto e bom som a estirpe política do pai.
Tenho certeza que o jornalista não quer denegrir a imagem de ninguém.
Todos pagaremos por nossas palavras,em bum.. e cara de homem nao se deva bater…
A lingua mata o corpo,cuidado com suas palavras…
Não entendi o porque que o Jeso tem que falar que ele é filho de um DEPUTADO, será para tentar denegrir a imagem do político ao associar o ato de seu filho, pois pelos comentários na cidade ele é um pré candidato a prefeito, acho que é correto divulgar o nome do acusado e não do seu pai da sua mãe de seus irmãos de sua esposa de sua avó, etc…… voçes não concordam Jeso e leitores.
concordo com vc oliveira dias,acho isso um absurdo,não é deputado Antônio Rocha q vai ser julgado.
Não concordo com vc JNETO o MP preferiu entregar o caso á belém devido ser um julgamento de pessoa influente na cidade que poderia deixar o JURI na parcialidade, Não é porque é filho de A ou B que vai ser julgado em Belém e sim pelos motivos já explanados!!!!!
Não foi o MP quem pediu o desaforamento do caso: o julgamento na Comarca de Belém. Quem o fez foi o magsitrado Alessandro Ozanan, porque o todos os membros do MP se julgaram suspeitos em razão de foro íntimo. Isso não estranho. Foram dez membros em quase quatorze anos de processo. Sim foi também porque o réu é filho de pessoa influente o que poderia influenciar os jurados.
A INPRENSABRASILEIRA ELA É ELITIZADA IGUAL AO PSDB
Quem quiser assistir, o julgamento vai ser transmitido ao vivo pelo site do TJE/PA, link: https://www.tjpa.jus.br, basta procurar “SESSÕES ON LINE”, no canto superior direito da tela. Fiquei sabendo que o Promotor Rodrigo Aquino, que atuou no júri em Santarém, vai fazer esse júri em Belém, junto com outra Promotora. Vem chumbo grosso por aí!
Detalhe: à época do 1° julgamento, todos os promotores de santarém se julgaram suspeitos ou impedidos de atuar. Estranho, não?!
TENHO NOJO DE PUXA SACO!
Quem não puxa saco,puxa carroça eleitor.
Vamos fazer uma corrente de oracoes para que ele seja absorvido.pois foi em legitima defesa.
Se o deputado for candidato a prefeito não vou votar nele porque tenho compromisso com outro candidato. Mais nem um pai deve ser condenado por atitude exclusiva do filho. Tenho filhos e cada um pague pelos seus atos agente como pai orienta pro caminho certo e vai de cada um seguir. E quem não respeita a lei paga o preço. Pelo que eu conheço o deputado ele não passa a mão na cabeça de nimguem!!!
Concordo com vc. O deputado Antônio Rocha nada tem com esse caso. Repito: nada. É pai, só isso. O filho, maior de idade, é quem deve pagar, via julgamento nos trâmites legais.
Tomara que este indivíduo seja punido, apesar de toda protelação da Justiça em retardar o caso.
Prisão pra ele.
Espero q tudo de certo vc vai ser absorvido,Deus é maior!!!
Foi legitima defesa Daniele ? ou ele não matou ?
Deus é maior, com certeza, e a justiça deverá ser feita. Ele matou? houve dolo? Responda a essas perguntas e me responda se ele deve ser absolvido (e não absorvido) e ainda mais com a proteção de Deus, que pelo que me consta é justo e perfeito.
Quanto ao pai, deve ser avaliado pelos seus próprios atos.
Agora deu p ser professor de português é observador atento?
NAO FOI TEU PARENTE QUE ELE MATOU, POR ISSO Q VC DIZ ISSO
jeso hoje pela manha um reporter que copia as noticias do teu blog,omitio que este rapaz era filho do deputado.e a veja sendo imitada.
meu querido pedro o reporter agiu de forma correta, não importa de quem o réu é filho se é de deputado de senador ou de carregador. Não podemos condenar a familia toda por ato de uma única pessoa haja visto que o caso não foi linchamento!!!!
Espero que a justiça seja feita. É que o assassino do professor seja punido com 100 anos de prisão em regime fechado.
O sr. Antonio Junior já cumpriu um terço da pena mesmo sem julgamento e no Brasil meu caro Gomes Santos não existe prisão perpetua porisso sua punição não deve chegar nessa quantidade de anos que vc propoe. Agora a justiça que vai decidir a fatalidade, levando em conta tudo oque aconteceu naquele dia apesar de não apoiar a atitude do sr. antonio junior, mais a vitima contribuiu inclusive com agressão fisica dando um tapa na cara do acusado que o revidou lhe tirando a vida. Mais uma vez não aprovo a conduta do réu e a justiça deve fazer seu julgamento. Agora uma coisa é certa toda vez que o deputado quer ser candidato a prefeito clocam esse processo em pauta pra tentar lhe denegrir. Deputado essa forma de querer lhe condenar por atitudes de seu filho que possui quase 40 anos de idade , a população não assimila mais, faça o que todo pai faria mais não se sinta acuado, quem deve pra justiça não é o senhor, viu!!!
Não se deve politizar o caso embora , já o tenha sido. O retardamento do julgamento do processo não se deve ao Judiciário como dito alhures e sim ao Ministério Público, cujos membros se julgaram suspeitos (aliás dez membros). Esse ato torna o nossa Parquet um recordista nesse ato em único caso. Cremos que conduta dos membros do Parquet que se jugaram suspeitos deveria ser investigada pelos órgãos superiores do MP, pois o número de suspeições é exagerado.
Mais, ainda, o caso não não está sendo posto à baila porque é ano eleitoral, afirmar isso é por em cheque a imparcilidade do próprio judiciário paraense de modo irresponsável.
O caso já foi a juri em outros anos que não os eleitorais. E não foi julgado ainda, porque envolve justamente o filh ode deputado ou imaginam os ingênuos de plantão que os promotores se julgariam suspeitos fosse ele filho do seu joão da quitanda.
que justiça seja feita, ainda que tardiamente.