“Não li nada ainda. Não tomei conhecimento de nenhum recurso. Só começarei a pensar o que fazer na próxima semana. Não posso falar nada porque não sei o conteúdo desses embargos”
Joaquim Barbosa, presidente do STF, em entrevista ontem (3) à imprensa sobre os embargos de declaração do mensalão.

O ministro Joaquim Barbosa deverá ser mais explícito a partir de segunda feira (06/05/13) não por essa frase, mas pelo seu discurso na Costa Rica recheados de óbvias conclusões sobre a imprensa brasileira, a mesma imprensa que o endeuso durante o julgamento do “mensalão”.
Fernando Henrique Cardoso em algumas de suas viagens ao exterior, em seus discursos, sempre falava o óbvio, mesmo que estivesse aqui fazendo tudo o contrário, como dizia um amigo meu, “virava socialista”, principalmente quando os discursos eram proferidos na Europa.
Pelo que tem falado aqui no Brasil, inclusive sobre seus colegas no STF e sobre os “conluios entre juízes advogados” ou de “sorrateira” a criação de novos tribunais, o ministro Joaquim Barbosa não precisava ir à Costa Rica proferir frases óbvias contra a imprensa brasileira, a mesma para quem ele se tornou um verdadeiro “ídolo”, mesmo que seja ídolo provisório.
Nazareno Lima