“Não foi problema. E não só para mim, mas para os vários médicos que foram comigo. Nós trabalhamos, por exemplo, com a comunidade Zoé, de índios isolados que nunca saíram da sua aldeia e que não tem contato com a língua portuguesa. E nós salvamos vidas”
Alexandre Padilha, ministro da Saúde, para quem a barreira da língua nunca foi problema para médicos do exterior atuarem no país. Em entrevista ao site Carta Maior, ontem (20).
