<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Frase do dia	</title>
	<atom:link href="https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-3.html/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-3.html</link>
	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Feb 2010 20:00:32 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Wallace Sousa		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-3.html#comment-16707</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wallace Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 20:00:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=117#comment-16707</guid>

					<description><![CDATA[Será que ela se apoiará  em seu passado para ludibriar o povo. Essa frase apenas realça a sua mudança de princípios de uma ex-guerrilheira para uma vassala do neoliberalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que ela se apoiará  em seu passado para ludibriar o povo. Essa frase apenas realça a sua mudança de princípios de uma ex-guerrilheira para uma vassala do neoliberalismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Feliciano Santos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-3.html#comment-16706</link>

		<dc:creator><![CDATA[Feliciano Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 19:43:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=117#comment-16706</guid>

					<description><![CDATA[A mentira como método!!!!!

 estabilidade das políticas macroeconômicas, equilíbrio fiscal,  controle da inflação e a política de câmbio flutuante.  Herança &quot;bendita&quot; de Lula???????

Como se vê o PT toma pra si a autoria daquilo que não fez, também tomam pra si os beneficios consequentes dq foram contra durante os anos de oposição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mentira como método!!!!!</p>
<p> estabilidade das políticas macroeconômicas, equilíbrio fiscal,  controle da inflação e a política de câmbio flutuante.  Herança &#8220;bendita&#8221; de Lula???????</p>
<p>Como se vê o PT toma pra si a autoria daquilo que não fez, também tomam pra si os beneficios consequentes dq foram contra durante os anos de oposição.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Milton Peloso		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-3.html#comment-16705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Milton Peloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:39:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=117#comment-16705</guid>

					<description><![CDATA[Sáb, 20 Fev, 07h20

Por Carmen Munari e Fernando Exman
PUBLICIDADE

BRASÍLIA (Reuters) - A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) foi lançada pelo PT neste sábado, por aclamação, para disputar a sucessão presidencial nas eleições de outubro. Na presença do presidente do PMDB, deputado Michel Temer, provável vice na chapa, Dilma, ao aceitar a indicação, defendeu um governo de coalizão.

No discurso perante petistas e aliados, Dilma reafirmou os compromissos econômicos do atual governo e prometeu avançar ainda mais na transformação social do país.

A ministra, escolhida pelo presidente Luiz Inácio Luiz Lula da Silva em meados de 2008 para tentar sucedê-lo, deve concorrer com o tucano José Serra, governador de São Paulo, que lidera as pesquisas de intenção de voto com 36 por cento, enquanto a petista tem 25 por cento.

Ela disse que sua coragem e determinação para disputar a eleição vêm do apoio que recebe do PT, do presidente Lula e das legendas que devem apoiá-la.

&quot;Com eles quero continuar nossa caminhada. Participo de um governo de coalizão. Quero formar um governo de coalizão&quot;, destacou em seu discurso, no fechamento do 4o Congresso Nacional do PT.

Na véspera, uma corrente do PT havia sugerido acrescentar o PMDB ao texto de tática eleitoral do partido, o que foi derrubado pelos delegados com a justificativa de que não poderiam indicar apenas uma legenda.

&quot;Temos rumo, experiência e impulso para seguir o caminho iniciado por Lula. Não haverá retrocesso, nem aventuras. Mas podemos avançar muito mais. E muito mais rapidamente&quot;, disse Dilma, acrescentando que quer manter e aprofundar &quot;aquilo que é a marca do governo Lula, seu compromisso social&quot;.

Quanto às críticas em relação ao aumento da máquina estatal e à expectativa de que esta seja uma marca de seu eventual governo, Dilma defendeu a reorganização do Estado e a política de contratações.

&quot;Alguns falam todos os dias de &#039;inchaço da máquina estatal&#039;. Omitem, no entanto, que estamos contratando basicamente médicos e profissionais de saúde, professores e pessoal na área da educação, diplomatas, policiais federais e servidores para as áreas de segurança, controle e fiscalização. Escondem, também, que a recomposição do corpo de servidores do Estado está se fazendo por meio de concursos públicos&quot;, disse.

ESTABILIDADE ECONÔMICA

A ministra também aproveitou para dar um recado ao mercado: pregou a preservação da estabilidade e das políticas macroeconômicas do atual governo, pontos citados por Dilma como parte da &quot;herança bendita&quot; que será deixada pelo governo Lula.

&quot;Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante&quot;, assegurou.

Indicou ainda que reforçará a fiscalização da execução orçamentária e realizará as reformas tributária e política.

Dilma, economista de 62 anos, admitiu que não imaginava disputar a Presidência, mas garantiu que se sente preparada. &quot;Jamais pensei que a vida me reservasse tamanho desafio. Mas me sinto absolutamente preparada para enfrentá-lo --com humildade, com serenidade e com confiança.&quot;

A ministra, que ingressou no PT apenas em 2001, dirigiu-se aos petistas como velhos conhecidos.

&quot;Estamos celebrando os 30 anos do PT... Em um período histórico relativamente curto mudamos a cara de nosso sofrido e querido Brasil. O PT cumpriu essa tarefa porque não se afastou de seus compromissos originais. Soube evoluir. Mudou, quando foi preciso. Mas não mudou de lado.&quot;

Vestida com uma blusa vermelha e calça escura, Dilma citou no discurso 21 vezes o nome de Lula, que defendeu a aprovação de sua candidatura perante os 1.350 delegados do PT que, junto a convidados, somavam quase 3 mil pessoas.

&quot;Tivemos um grande mestre. O presidente Lula nos ensinou o caminho&quot;, agradeceu.

Dilma, que saiu no ano passado de um tratamento contra o câncer, também mandou recados à oposição. Ex-presa política durante o regime militar, ela rebateu os que veem ameaças à democracia em medidas ou propostas do atual governo. Segundo ela, basta ler os jornais para ver que a oposição fala livremente.

&quot;Preferimos as vozes injuriosas e caluniosas da oposição ao silêncio das ditaduras.&quot;

Dilma destacou ainda que o presidente Lula negou-se a tentar um terceiro mandato.

Ao concluir seu discurso, a ministra ressaltou que a missão que estava aceitando naquele momento não é só dela.

&quot;A tarefa de continuar mudando o Brasil é de milhões. Somos milhões, vamos até a vitória.&quot;

VAI APRENDER

Na passagem que mais emocionou a plateia, momento em que ficou com os olhos marejados, Dilma defendeu a democracia brasileira e lembrou ex-companheiros mortos na luta contra a ditadura (1964-1985).

&quot;Nunca mais viveremos numa gaiola, numa jaula ou numa prisão&quot;, sublinhou.

Para o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, que ajudou a redigir o texto, o discurso foi adequado para a ocasião. Mas, para o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), a pré-candidata ainda precisa de um aprendizado para se comunicar com o público, principalmente se comparada com a facilidade exibida pelo presidente Lula.

&quot;Dilma não tem ainda a maturidade em termos de discurso e de articulação que o presidente Lula tem, mas ela vai aprender rápido&quot;, disse Bernardo.

MESMO LADO

Na defesa de sua candidatura, Lula ressaltou conquistas de seu governo com qualidades da petista.

&quot;Ela nunca, em nenhum momento, teve dúvida de que lado deveria estar&quot;, disse Lula.

Ao falar das suas características, o presidente não deixou de lado a fama de durona de Dilma, ressaltando esse traço da sua personalidade como uma de suas grandes qualidades.

&quot;Ela é uma pessoa, eu diria, rigorosa&quot;, lembrou Lula. &quot;Isso é a grande virtude, é ser rigorosa no trato das coisas públicas. Como fiscalizadora do presidente da República junto ao restante do governo, ela tem que ser dura&quot;, completou, antecipando que Dilma deverá disputar dois mandatos.

A &quot;mãe do PAC&quot;, como foi batizada por Lula em 2008, ainda terá seu nome chancelado em junho, na convenção do PT. Ela só deve deixar o ministério no início de abril.

Coube ao marqueteiro João Santana organizar o evento, o que incluiu a decoração do salão do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, onde foi realizado o congresso. Dois gigantescos paineis traziam o nome &quot;Dilma&quot; e flores vermelhas decoraram o palco, que recebeu pétalas de papel picado.

O vice-presidente José Alencar e inúmeros ministros compareceram ao lançamento da pré-candidatura de Dilma.

(Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sáb, 20 Fev, 07h20</p>
<p>Por Carmen Munari e Fernando Exman<br />
PUBLICIDADE</p>
<p>BRASÍLIA (Reuters) &#8211; A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) foi lançada pelo PT neste sábado, por aclamação, para disputar a sucessão presidencial nas eleições de outubro. Na presença do presidente do PMDB, deputado Michel Temer, provável vice na chapa, Dilma, ao aceitar a indicação, defendeu um governo de coalizão.</p>
<p>No discurso perante petistas e aliados, Dilma reafirmou os compromissos econômicos do atual governo e prometeu avançar ainda mais na transformação social do país.</p>
<p>A ministra, escolhida pelo presidente Luiz Inácio Luiz Lula da Silva em meados de 2008 para tentar sucedê-lo, deve concorrer com o tucano José Serra, governador de São Paulo, que lidera as pesquisas de intenção de voto com 36 por cento, enquanto a petista tem 25 por cento.</p>
<p>Ela disse que sua coragem e determinação para disputar a eleição vêm do apoio que recebe do PT, do presidente Lula e das legendas que devem apoiá-la.</p>
<p>&#8220;Com eles quero continuar nossa caminhada. Participo de um governo de coalizão. Quero formar um governo de coalizão&#8221;, destacou em seu discurso, no fechamento do 4o Congresso Nacional do PT.</p>
<p>Na véspera, uma corrente do PT havia sugerido acrescentar o PMDB ao texto de tática eleitoral do partido, o que foi derrubado pelos delegados com a justificativa de que não poderiam indicar apenas uma legenda.</p>
<p>&#8220;Temos rumo, experiência e impulso para seguir o caminho iniciado por Lula. Não haverá retrocesso, nem aventuras. Mas podemos avançar muito mais. E muito mais rapidamente&#8221;, disse Dilma, acrescentando que quer manter e aprofundar &#8220;aquilo que é a marca do governo Lula, seu compromisso social&#8221;.</p>
<p>Quanto às críticas em relação ao aumento da máquina estatal e à expectativa de que esta seja uma marca de seu eventual governo, Dilma defendeu a reorganização do Estado e a política de contratações.</p>
<p>&#8220;Alguns falam todos os dias de &#8216;inchaço da máquina estatal&#8217;. Omitem, no entanto, que estamos contratando basicamente médicos e profissionais de saúde, professores e pessoal na área da educação, diplomatas, policiais federais e servidores para as áreas de segurança, controle e fiscalização. Escondem, também, que a recomposição do corpo de servidores do Estado está se fazendo por meio de concursos públicos&#8221;, disse.</p>
<p>ESTABILIDADE ECONÔMICA</p>
<p>A ministra também aproveitou para dar um recado ao mercado: pregou a preservação da estabilidade e das políticas macroeconômicas do atual governo, pontos citados por Dilma como parte da &#8220;herança bendita&#8221; que será deixada pelo governo Lula.</p>
<p>&#8220;Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante&#8221;, assegurou.</p>
<p>Indicou ainda que reforçará a fiscalização da execução orçamentária e realizará as reformas tributária e política.</p>
<p>Dilma, economista de 62 anos, admitiu que não imaginava disputar a Presidência, mas garantiu que se sente preparada. &#8220;Jamais pensei que a vida me reservasse tamanho desafio. Mas me sinto absolutamente preparada para enfrentá-lo &#8211;com humildade, com serenidade e com confiança.&#8221;</p>
<p>A ministra, que ingressou no PT apenas em 2001, dirigiu-se aos petistas como velhos conhecidos.</p>
<p>&#8220;Estamos celebrando os 30 anos do PT&#8230; Em um período histórico relativamente curto mudamos a cara de nosso sofrido e querido Brasil. O PT cumpriu essa tarefa porque não se afastou de seus compromissos originais. Soube evoluir. Mudou, quando foi preciso. Mas não mudou de lado.&#8221;</p>
<p>Vestida com uma blusa vermelha e calça escura, Dilma citou no discurso 21 vezes o nome de Lula, que defendeu a aprovação de sua candidatura perante os 1.350 delegados do PT que, junto a convidados, somavam quase 3 mil pessoas.</p>
<p>&#8220;Tivemos um grande mestre. O presidente Lula nos ensinou o caminho&#8221;, agradeceu.</p>
<p>Dilma, que saiu no ano passado de um tratamento contra o câncer, também mandou recados à oposição. Ex-presa política durante o regime militar, ela rebateu os que veem ameaças à democracia em medidas ou propostas do atual governo. Segundo ela, basta ler os jornais para ver que a oposição fala livremente.</p>
<p>&#8220;Preferimos as vozes injuriosas e caluniosas da oposição ao silêncio das ditaduras.&#8221;</p>
<p>Dilma destacou ainda que o presidente Lula negou-se a tentar um terceiro mandato.</p>
<p>Ao concluir seu discurso, a ministra ressaltou que a missão que estava aceitando naquele momento não é só dela.</p>
<p>&#8220;A tarefa de continuar mudando o Brasil é de milhões. Somos milhões, vamos até a vitória.&#8221;</p>
<p>VAI APRENDER</p>
<p>Na passagem que mais emocionou a plateia, momento em que ficou com os olhos marejados, Dilma defendeu a democracia brasileira e lembrou ex-companheiros mortos na luta contra a ditadura (1964-1985).</p>
<p>&#8220;Nunca mais viveremos numa gaiola, numa jaula ou numa prisão&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Para o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, que ajudou a redigir o texto, o discurso foi adequado para a ocasião. Mas, para o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), a pré-candidata ainda precisa de um aprendizado para se comunicar com o público, principalmente se comparada com a facilidade exibida pelo presidente Lula.</p>
<p>&#8220;Dilma não tem ainda a maturidade em termos de discurso e de articulação que o presidente Lula tem, mas ela vai aprender rápido&#8221;, disse Bernardo.</p>
<p>MESMO LADO</p>
<p>Na defesa de sua candidatura, Lula ressaltou conquistas de seu governo com qualidades da petista.</p>
<p>&#8220;Ela nunca, em nenhum momento, teve dúvida de que lado deveria estar&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Ao falar das suas características, o presidente não deixou de lado a fama de durona de Dilma, ressaltando esse traço da sua personalidade como uma de suas grandes qualidades.</p>
<p>&#8220;Ela é uma pessoa, eu diria, rigorosa&#8221;, lembrou Lula. &#8220;Isso é a grande virtude, é ser rigorosa no trato das coisas públicas. Como fiscalizadora do presidente da República junto ao restante do governo, ela tem que ser dura&#8221;, completou, antecipando que Dilma deverá disputar dois mandatos.</p>
<p>A &#8220;mãe do PAC&#8221;, como foi batizada por Lula em 2008, ainda terá seu nome chancelado em junho, na convenção do PT. Ela só deve deixar o ministério no início de abril.</p>
<p>Coube ao marqueteiro João Santana organizar o evento, o que incluiu a decoração do salão do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, onde foi realizado o congresso. Dois gigantescos paineis traziam o nome &#8220;Dilma&#8221; e flores vermelhas decoraram o palco, que recebeu pétalas de papel picado.</p>
<p>O vice-presidente José Alencar e inúmeros ministros compareceram ao lançamento da pré-candidatura de Dilma.</p>
<p>(Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
