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	Comentários sobre: Frase do dia	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-552.html#comment-61810</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 12:01:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Certo. Esse tipo de jornalismo é condenável. Mas condenável também é um tipo como o Jay Dee ficar à solta em seu bunker em Brasília recebendo às escondidas altos figurões do governo. Ele não está cassado? Não responde processo no STF como &quot;chefe da organização criminosa&quot; do mensalão? Por que será que ministros e próceres políticos vão ter com ele nesse esconderijo? Aí tem! Só pode!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certo. Esse tipo de jornalismo é condenável. Mas condenável também é um tipo como o Jay Dee ficar à solta em seu bunker em Brasília recebendo às escondidas altos figurões do governo. Ele não está cassado? Não responde processo no STF como &#8220;chefe da organização criminosa&#8221; do mensalão? Por que será que ministros e próceres políticos vão ter com ele nesse esconderijo? Aí tem! Só pode!</p>
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		<title>
		Por: Jose Francisco Guimarães Corrêa (Chico Corrêa)		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/politica/frase-do-dia-552.html#comment-61809</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Francisco Guimarães Corrêa (Chico Corrêa)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 11:19:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sinceramente estava ansioso, deste quarta feira dia 24, esperava a exemplo dos demais blog&#039;s e site&#039;s decentes que você veiculasse alguma sobre essa criminosa reporcagem que extrapolou todos os limites da tolerância ética.
Se você me permite, vou transcrever o editorial da Carta Maior de ontem dia 30/08/11.


&quot;NOVA IORQUE VETA MATERIAL EDUCATIVO DE MURDOCH NAS ESCOLAS. E SEUS CONGÊNERES AQUI?

O método de jornalismo  praticado por Rupert Murdoch, ancorado em escutas ilegais e espionagem criminosa, começa a ser punido nos EUA. Thomas DiNapoli, auditor da contabilidade pública do Estado de Nova York, recusou-se a autorizar um contrato de US$ 27 milhões que o Estado tinha planejado  com o braço educacional de Murdoch , a Wireless Generation. A razão implícita é a falta de idoneidade de quem pratica  jornalismo delinquente   para fornecer material educativo à infância e à juventude. Antes mesmo da decisão de DiNapoli  sindicatos de professores já haviam batido de frente com o atual responsável pelos negócios educativos  de Murdoch,  Joel Klein, que foi cooptado diretamente do posto de diretor do sistema escolar de Nova York para fazer o meio de campo entre News Corp e as compras de material didático do Estado. O segmento educativo é a nova mina de ouro das empresas jornalísticas também no Brasil. A editora Abril é uma das mais atuantes no ramo. Em 2010 Grupo Abril anunciou a compra do Anglo - rede de educação especializada em cursos preparatórios para o vestibular -, tornando-se a segunda maior empresa do setor. O grupo criado a partir dessa aquisição deve faturar  cerca de R$ 500 milhões e já controla as operações das editoras Ática e Scipione com um portfólio pedagógico de 3,5 mil títulos. A ‘Abril Educação&#039;, equivalente a Wireless Generation de Murdoch, não é a única coincidência entre os dois grupos. A exemplo da News Corp, a Abril através da revista Veja também pratica um método de jornalismo assemelhado ao que levou ao fechamento do News of the World.  A sintonia reafirmou-se- em recente episódio em que um repórter da revista  semanal tentou instalar um equipamento de espionagem no quarto de hotel ocupado pelo ex-ministro José Dirceu, em Brasília. Uma camareira acossada pela reportagem de Veja para colaborar na invasão denunciou o método criminoso de jornalismo que, desta vez,  foi abortado. O MEC  e o governo de São Paulo, que tem suculentos contratos com a Abril Educação, bem como a UNE e sindicatos de professores não se manifestaram sobre o episódio.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente estava ansioso, deste quarta feira dia 24, esperava a exemplo dos demais blog&#8217;s e site&#8217;s decentes que você veiculasse alguma sobre essa criminosa reporcagem que extrapolou todos os limites da tolerância ética.<br />
Se você me permite, vou transcrever o editorial da Carta Maior de ontem dia 30/08/11.</p>
<p>&#8220;NOVA IORQUE VETA MATERIAL EDUCATIVO DE MURDOCH NAS ESCOLAS. E SEUS CONGÊNERES AQUI?</p>
<p>O método de jornalismo  praticado por Rupert Murdoch, ancorado em escutas ilegais e espionagem criminosa, começa a ser punido nos EUA. Thomas DiNapoli, auditor da contabilidade pública do Estado de Nova York, recusou-se a autorizar um contrato de US$ 27 milhões que o Estado tinha planejado  com o braço educacional de Murdoch , a Wireless Generation. A razão implícita é a falta de idoneidade de quem pratica  jornalismo delinquente   para fornecer material educativo à infância e à juventude. Antes mesmo da decisão de DiNapoli  sindicatos de professores já haviam batido de frente com o atual responsável pelos negócios educativos  de Murdoch,  Joel Klein, que foi cooptado diretamente do posto de diretor do sistema escolar de Nova York para fazer o meio de campo entre News Corp e as compras de material didático do Estado. O segmento educativo é a nova mina de ouro das empresas jornalísticas também no Brasil. A editora Abril é uma das mais atuantes no ramo. Em 2010 Grupo Abril anunciou a compra do Anglo &#8211; rede de educação especializada em cursos preparatórios para o vestibular -, tornando-se a segunda maior empresa do setor. O grupo criado a partir dessa aquisição deve faturar  cerca de R$ 500 milhões e já controla as operações das editoras Ática e Scipione com um portfólio pedagógico de 3,5 mil títulos. A ‘Abril Educação&#8217;, equivalente a Wireless Generation de Murdoch, não é a única coincidência entre os dois grupos. A exemplo da News Corp, a Abril através da revista Veja também pratica um método de jornalismo assemelhado ao que levou ao fechamento do News of the World.  A sintonia reafirmou-se- em recente episódio em que um repórter da revista  semanal tentou instalar um equipamento de espionagem no quarto de hotel ocupado pelo ex-ministro José Dirceu, em Brasília. Uma camareira acossada pela reportagem de Veja para colaborar na invasão denunciou o método criminoso de jornalismo que, desta vez,  foi abortado. O MEC  e o governo de São Paulo, que tem suculentos contratos com a Abril Educação, bem como a UNE e sindicatos de professores não se manifestaram sobre o episódio.&#8221;</p>
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