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	Comentários sobre: Frase do dia	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Moderador		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moderador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:56:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Permita-me discordar dessa afirmativa. O processo migratório é o propulsor dos piores índices para o Estado. É só comparar o Amazonas - hoje com a sua economia concentrado em Manaus - onde a população há uns 40 anos atrás era semelhante a do Pará, estava em 2010 com 3.480.937, conforme o IBGE, e o Pará com 7.588.078. É muito fácil entender que isso não foi pelo crescimento natural da população existente há 40 anos, mas em muito maior escala pelo deslocamento de massas, principalmente, sem recursos para o nosso estado. Ou seja, isso tem a ver com o modelo do desenvolmento adotado, principalmente na esfera federal. Lembram do &quot;Sul vai ao Norte&quot;, Serra Pelada, Hidrelétrica de Tucurui, Albrás, Alunorte, Mineração Rio do Norte, Vale do Rio Doce? Esses mega projetos, para serem implantados, trouxeram grandes contingentes de mão-de-obra primária e, ao final da implantação, a maioria por aqui ficou, sem eira nem beira. E esse processo não parou, ainda chegam até hoje, de estados mais pobres, parentes e outros, sem nada, piorando os nossos índices. Quantos municípios foram criados em função disso? Esses municípios na maioria sem a mínima infra-estrutura, pois o estado não recebeu por conta desse processo migratório a contrapartida do governo federal. Agradecem o Maranhão, o Piaui e outros estados que exportaram seus pobres. Então, para um simples leigo como eu, fica fácil deduzir o que acontecerá com uma separação: Além de todos os custos que o contribuinte brasileiro banca para o sistema governo: Governadores, Tribunais, outros funcionários somando-se o tamanho da corrupção, o frisson disso vai trazer milhares ou até milhões de pessoas para piorar mais o índices, principalmente dos novos estados. O certo é debater um novo modelo de desenvolvimento, incluindo projetos sustentáveis - turismo ecológico, aproveitamento local da biodiversidade, agroindústria de produtos naturais, e tudo que se traduza em receita para o estado - que beneficie a população local, principalmente. Se continuar com o pensamento altruísta de fomentar mais imigração, estaremos seguindo para um caos a longo prazo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Permita-me discordar dessa afirmativa. O processo migratório é o propulsor dos piores índices para o Estado. É só comparar o Amazonas &#8211; hoje com a sua economia concentrado em Manaus &#8211; onde a população há uns 40 anos atrás era semelhante a do Pará, estava em 2010 com 3.480.937, conforme o IBGE, e o Pará com 7.588.078. É muito fácil entender que isso não foi pelo crescimento natural da população existente há 40 anos, mas em muito maior escala pelo deslocamento de massas, principalmente, sem recursos para o nosso estado. Ou seja, isso tem a ver com o modelo do desenvolmento adotado, principalmente na esfera federal. Lembram do &#8220;Sul vai ao Norte&#8221;, Serra Pelada, Hidrelétrica de Tucurui, Albrás, Alunorte, Mineração Rio do Norte, Vale do Rio Doce? Esses mega projetos, para serem implantados, trouxeram grandes contingentes de mão-de-obra primária e, ao final da implantação, a maioria por aqui ficou, sem eira nem beira. E esse processo não parou, ainda chegam até hoje, de estados mais pobres, parentes e outros, sem nada, piorando os nossos índices. Quantos municípios foram criados em função disso? Esses municípios na maioria sem a mínima infra-estrutura, pois o estado não recebeu por conta desse processo migratório a contrapartida do governo federal. Agradecem o Maranhão, o Piaui e outros estados que exportaram seus pobres. Então, para um simples leigo como eu, fica fácil deduzir o que acontecerá com uma separação: Além de todos os custos que o contribuinte brasileiro banca para o sistema governo: Governadores, Tribunais, outros funcionários somando-se o tamanho da corrupção, o frisson disso vai trazer milhares ou até milhões de pessoas para piorar mais o índices, principalmente dos novos estados. O certo é debater um novo modelo de desenvolvimento, incluindo projetos sustentáveis &#8211; turismo ecológico, aproveitamento local da biodiversidade, agroindústria de produtos naturais, e tudo que se traduza em receita para o estado &#8211; que beneficie a população local, principalmente. Se continuar com o pensamento altruísta de fomentar mais imigração, estaremos seguindo para um caos a longo prazo.</p>
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