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	Comentários sobre: Uma mentirinha mocoronga, por favor. Por Jorge Guto	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Guilherme Carvalho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-259198</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 19:54:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O local exato onde ele estava no momento dessa foto é onde hoje fica a quadra de basquete, perto trapiche do TERMINAL TURÍSTICO...A CASA DO BARÃO ao fundo e, logo à direita, a casa térrea onde foi implantado o MASCOTÃO não negam a localização...Importante frisar que já era um escritor consagrado, e que sua obra capital, &quot;MACUNAÍMA&quot;, escrita dois anos antes dessa viagem, aguardava na gaveta a tão desejada vivência Amazônida ...Não há duvida que essa viagem agregou detalhes importantes a esse romance, além de ter sido matéria prima do &quot;TURISTA APRENDIZ&quot;. O perseguido talismã, o MUIRAQUITÃ, elemento central do livro, roubado pelo gigante PIETRO PIETRAS, aparece no texto juntamente com menções ao CURAUÁ, às CUIAS de MONTE ALEGRE, entre outras referências mocorongas. O livro foi publicado em 1928 e não há dúvidas que MARIO esperou para acrescentar vários elementos ao romance que foram encontrados durante essa viagem....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O local exato onde ele estava no momento dessa foto é onde hoje fica a quadra de basquete, perto trapiche do TERMINAL TURÍSTICO&#8230;A CASA DO BARÃO ao fundo e, logo à direita, a casa térrea onde foi implantado o MASCOTÃO não negam a localização&#8230;Importante frisar que já era um escritor consagrado, e que sua obra capital, &#8220;MACUNAÍMA&#8221;, escrita dois anos antes dessa viagem, aguardava na gaveta a tão desejada vivência Amazônida &#8230;Não há duvida que essa viagem agregou detalhes importantes a esse romance, além de ter sido matéria prima do &#8220;TURISTA APRENDIZ&#8221;. O perseguido talismã, o MUIRAQUITÃ, elemento central do livro, roubado pelo gigante PIETRO PIETRAS, aparece no texto juntamente com menções ao CURAUÁ, às CUIAS de MONTE ALEGRE, entre outras referências mocorongas. O livro foi publicado em 1928 e não há dúvidas que MARIO esperou para acrescentar vários elementos ao romance que foram encontrados durante essa viagem&#8230;.</p>
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		<title>
		Por: Guilherme Carvalho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-259197</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 19:35:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O local exato onde ele estava no momento dessa foto é onde hoje fica o calçadão que dá acesso ao trapiche do TERMINAL TURÍSTICO...A CASA DO BARÃO ao fundo e, logo à direita, a casa térrea onde foi implantado o MASCOTÃO não negam a localização...Importante frisar que já era um escritor consagrado, e que sua obra capital, &quot;MACUNAÍMA&quot;, escrita dois anos antes dessa viagem, aguardava na gaveta a tão desejada vivência Amazônida ...Não há duvida que essa viagem agregou detalhes importantes a esse romance, além de ter sido matéria prima do &quot;TURISTA APRENDIZ&quot;. O perseguido talismã, o MUIRAQUITÃ, elemento central livro, roubado pelo gigantte PIETRO PIETRAS, aparece no texto juntamente com menções ao CURAUÁ, às CUIAS de MONTE ALEGRE, entre outras referências mocorongas. O livro foi publicado em 1928 e não há dúvidas que MARIO esperou para acrescentar vários elementos ao romance que foram encontrados durante essa viagem....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O local exato onde ele estava no momento dessa foto é onde hoje fica o calçadão que dá acesso ao trapiche do TERMINAL TURÍSTICO&#8230;A CASA DO BARÃO ao fundo e, logo à direita, a casa térrea onde foi implantado o MASCOTÃO não negam a localização&#8230;Importante frisar que já era um escritor consagrado, e que sua obra capital, &#8220;MACUNAÍMA&#8221;, escrita dois anos antes dessa viagem, aguardava na gaveta a tão desejada vivência Amazônida &#8230;Não há duvida que essa viagem agregou detalhes importantes a esse romance, além de ter sido matéria prima do &#8220;TURISTA APRENDIZ&#8221;. O perseguido talismã, o MUIRAQUITÃ, elemento central livro, roubado pelo gigantte PIETRO PIETRAS, aparece no texto juntamente com menções ao CURAUÁ, às CUIAS de MONTE ALEGRE, entre outras referências mocorongas. O livro foi publicado em 1928 e não há dúvidas que MARIO esperou para acrescentar vários elementos ao romance que foram encontrados durante essa viagem&#8230;.</p>
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		<title>
		Por: Nilce Tavares		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252065</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nilce Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 13:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Égua mano, muito bom. Li Maria voz <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f-1f3fe.png" alt="👏🏾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f-1f3fe.png" alt="👏🏾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f-1f3fe.png" alt="👏🏾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f-1f3fe.png" alt="👏🏾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f-1f3fe.png" alt="👏🏾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Égua mano, muito bom. Li Maria voz 👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: EVERALDO DE SOUZA MARTINS FILHO		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252057</link>

		<dc:creator><![CDATA[EVERALDO DE SOUZA MARTINS FILHO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 19:32:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desculpa: qual a mentirinha mocoronga , por favor ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpa: qual a mentirinha mocoronga , por favor ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Amaral		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252052</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:55:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ele, Mário, quando esteve aqui, fez registrar em suas anotações que Santarém o fazia ter &quot;estranhas sensações venezianas&quot;, pelo fato de ter visto que o hotel (Hotel Castelo, demolido em 82) era &quot;ancorado no porto, enfiando o paredão n&#039;água&quot;. 

E por isso, se referia aos santarenos como &quot;venezianos&quot;, tendo ficado surpreso que falavam o Português muito bem (Ué?!). 

De acordo com as mesmas anotações, ele chegou em Santarém no dia 31/5/27, no final da tarde, e no dia seguinte, viajou em direção a Óbidos. Então, analisando a posição da sombra do Mário na foto, ela foi tirada na manhã do dia 1º de junho.

O local da foto é próximo ao prédio que atualmente funciona o Museu João Fona. Na época, funcionava a Câmara Municipal, que ostentava um relógio quebrado. A Praça São Sebastião ainda era só um bebê, pois, primeiramente, no local, foi construído o Largo da Municipalidade (1853). Havia um coreto e a primeira versão da Igreja São Sebastião. O obelisco já existia. O Largo da Municipalidade era um quadradão descampado, com poucas casas ao redor.

Provavelmente, o Mário passeou pelo Largo (futura Praça São Sebastião), olhando o obelisco, ouvindo o Prefeito falar da cidade, como um guia turístico, naquele calor úmido, todo &quot;palitosado&quot;, com suor na testa, já com fome. E ainda teve que assistir um desfile das alunas do Santa Clara, organizado pelas freiras, certamente às pressas.

Consigo ouvir ele cochichando ao ouvido da Dulce (filha da Tarsila do Amaral), que viajava em sua companhia: &quot;cairia bem uma garapa agora, hein?&quot;, tendo Dulce reagido com um sorriso. 

O jovem José Aprígio presenciou esse diáologo e durante toda a infância de seu filho, que nasceria três anos depois, contou-lhe sobre ter presenciado o grande Mário de Andrade de perto e de ter ouvido ele desejar uma garapa naquele calor. O filho cresceu com essa história na cabeça e em 54 abriu um empreendimento no sopé do morro onde funcionava um recente inaugurado colégio para rapazes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele, Mário, quando esteve aqui, fez registrar em suas anotações que Santarém o fazia ter &#8220;estranhas sensações venezianas&#8221;, pelo fato de ter visto que o hotel (Hotel Castelo, demolido em 82) era &#8220;ancorado no porto, enfiando o paredão n&#8217;água&#8221;. </p>
<p>E por isso, se referia aos santarenos como &#8220;venezianos&#8221;, tendo ficado surpreso que falavam o Português muito bem (Ué?!). </p>
<p>De acordo com as mesmas anotações, ele chegou em Santarém no dia 31/5/27, no final da tarde, e no dia seguinte, viajou em direção a Óbidos. Então, analisando a posição da sombra do Mário na foto, ela foi tirada na manhã do dia 1º de junho.</p>
<p>O local da foto é próximo ao prédio que atualmente funciona o Museu João Fona. Na época, funcionava a Câmara Municipal, que ostentava um relógio quebrado. A Praça São Sebastião ainda era só um bebê, pois, primeiramente, no local, foi construído o Largo da Municipalidade (1853). Havia um coreto e a primeira versão da Igreja São Sebastião. O obelisco já existia. O Largo da Municipalidade era um quadradão descampado, com poucas casas ao redor.</p>
<p>Provavelmente, o Mário passeou pelo Largo (futura Praça São Sebastião), olhando o obelisco, ouvindo o Prefeito falar da cidade, como um guia turístico, naquele calor úmido, todo &#8220;palitosado&#8221;, com suor na testa, já com fome. E ainda teve que assistir um desfile das alunas do Santa Clara, organizado pelas freiras, certamente às pressas.</p>
<p>Consigo ouvir ele cochichando ao ouvido da Dulce (filha da Tarsila do Amaral), que viajava em sua companhia: &#8220;cairia bem uma garapa agora, hein?&#8221;, tendo Dulce reagido com um sorriso. </p>
<p>O jovem José Aprígio presenciou esse diáologo e durante toda a infância de seu filho, que nasceria três anos depois, contou-lhe sobre ter presenciado o grande Mário de Andrade de perto e de ter ouvido ele desejar uma garapa naquele calor. O filho cresceu com essa história na cabeça e em 54 abriu um empreendimento no sopé do morro onde funcionava um recente inaugurado colégio para rapazes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Amaral		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252051</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:54:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ele, Mário, quando esteve aqui, fez registrar em suas anotações que Santarém o fazia ter &quot;estranhas sensações venezianas&quot;, pelo fato de ter visto que o hotel (Hotel Castelo, demolido em 82) era &quot;ancorado no porto, enfiando o paredão n&#039;água&quot;. 

E por isso, se referia aos santarenos como &quot;venezianos&quot;, tendo ficado surpreso que falavam o Português muito bem (Ué?!). 

De acordo com as mesmas anotações, ele chegou em Santarém no dia 31/5/27, no final da tarde, e no dia seguinte, viajou em direção a Óbidos. Então, analisando a posição da sombra do Mário na foto, ela foi tirada na manhã do dia 1º de junho.

O local da foto é próximo ao prédio que atualmente funciona o Museu João Fona. Na época, funcionava a Câmara Municipal, que ostentava um relógio quebrado. A Praça São Sebastião ainda era só um bebê, pois, primeiramente, no local, foi construído o Largo da Municipalidade (1853). Havia um coreto e a primeira versão da Igreja São Sebastião. O obelisco já existia. O Largo da Municipalidade era um quadradão descampado, com poucas casas ao redor.

Provavelmente, o Mário passeou pelo Largo (futura Praça São Sebastião), olhando o obelisco, ouvindo o Prefeito falar da cidade, como um guia turístico, naquele calor úmido, todo &quot;palitosado&quot;, com suor na testa, já com fome. E ainda teve que assistir um desfile das alunas do Santa Clara, organizado pelas freiras, certamente às pressas.

Consigo ouvir ele cochichando ao ouvido da Dulce (filha da Tarsila do Amaral), que viajava em sua companhia: &quot;cairia bem uma garapa agora, hein?&quot;, tendo Dulce reagido com um sorriso. 

O jovem José Aprígio presenciou esse diáologo e durante toda a infância de seu filho, que nasceria três anos depois, contou-lhe sobre ter presenciado o grande Mário de Andrade de perto e de ter ouvido ele desejar uma garapa naquele calor. O filho cresceu com essa história na cabeça e em 54 abriu um empreendimento no sopé do morro onde funcionava um recente inaugurado colégio para rapazes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele, Mário, quando esteve aqui, fez registrar em suas anotações que Santarém o fazia ter &#8220;estranhas sensações venezianas&#8221;, pelo fato de ter visto que o hotel (Hotel Castelo, demolido em 82) era &#8220;ancorado no porto, enfiando o paredão n&#8217;água&#8221;. </p>
<p>E por isso, se referia aos santarenos como &#8220;venezianos&#8221;, tendo ficado surpreso que falavam o Português muito bem (Ué?!). </p>
<p>De acordo com as mesmas anotações, ele chegou em Santarém no dia 31/5/27, no final da tarde, e no dia seguinte, viajou em direção a Óbidos. Então, analisando a posição da sombra do Mário na foto, ela foi tirada na manhã do dia 1º de junho.</p>
<p>O local da foto é próximo ao prédio que atualmente funciona o Museu João Fona. Na época, funcionava a Câmara Municipal, que ostentava um relógio quebrado. A Praça São Sebastião ainda era só um bebê, pois, primeiramente, no local, foi construído o Largo da Municipalidade (1853). Havia um coreto e a primeira versão da Igreja São Sebastião. O obelisco já existia. O Largo da Municipalidade era um quadradão descampado, com poucas casas ao redor.</p>
<p>Provavelmente, o Mário passeou pelo Largo (futura Praça São Sebastião), olhando o obelisco, ouvindo o Prefeito falar da cidade, como um guia turístico, naquele calor úmido, todo &#8220;palitosado&#8221;, com suor na testa, já com fome. E ainda teve que assistir um desfile das alunas do Santa Clara, organizado pelas freiras, certamente às pressas.</p>
<p>Consigo ouvir ele cochichando ao ouvido da Dulce (filha da Tarsila do Amaral), que viajava em sua companhia: &#8220;cairia bem uma garapa agora, hein?&#8221;, tendo Dulce reagido com um sorriso. </p>
<p>O jovem José Aprígio presenciou esse diáologo e durante toda a infância de seu filho, que nasceria três anos depois, contou-lhe sobre ter presenciado o grande Mário de Andrade de perto e de ter ouvido ele desejar uma garapa naquele calor. O filho cresceu com essa história na cabeça e em 54 abriu um empreendimento no sopé do morro onde funcionava um recente inaugurado colégio para rapazes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Fernando Rocha Miranda Neto		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252050</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Rocha Miranda Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:44:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belo texto!! Concordo totalmente com a reflexão. Precisamos conhecer nossa memória e transformá-la em história. 

Esse texto me lembrou muito uma história contado pelo Eduardo Serique, documentada em vídeo, disponível no YouTube, chamado Toshiro Mifune em Santarém]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto!! Concordo totalmente com a reflexão. Precisamos conhecer nossa memória e transformá-la em história. </p>
<p>Esse texto me lembrou muito uma história contado pelo Eduardo Serique, documentada em vídeo, disponível no YouTube, chamado Toshiro Mifune em Santarém</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manuel		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/santarem/uma-mentirinha-mocoronga-por-favor-por-jorge-guto.html#comment-252026</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 21:03:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom. 👏👏👏👏👏</p>
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