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	Comentários sobre: Honraria do Amazonas	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Antonio Santiago Junior		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Santiago Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 05:16:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns ao Prof. Vicente Malheiros.
Outro dia, li na Internet esta informação, que mais enobrece o magistrado paraense agora homenageado pelo TRT do Amazonas:
Juiz - O juiz trabalhista Vicente Malheiros sentiu na pele esse preconceito contra paraenses no Amazonas. O que, segundo ele, ocorre em todos os níveis. “E isso não é de agora. Eu mesmo, enquanto juiz do trabalho, em Manaus, no início da década de 80, sofri esse tipo de discriminação, juntamente com outros colegas paraenses”. Segundo o magistrado, o caso foi parar no TST, onde ele obteve ganho de causa em mandado de segurança para desfazer arbitrariedade que ali sofreu no exercício da judicatura.

“Tive de submeter-me a novo concurso público para reiniciar a carreira na magistratura trabalhista em Belém, com graves prejuízos funcionais, materiais e morais. Outro colega também saiu de lá e fez novo concurso para o TRT de São Paulo”. O magistrado considera tão absurdo esse procedimento que ainda tem vontade de escrever um livro para narrar os inacreditáveis acontecimentos. “Vejo com tristeza que o preconceito continua e já está provocando vítimas fatais, conforme notícia da imprensa”, lamenta. “Afinal, somos todos amazônidas e brasileiros”.

Confira no blog do Jota Parente:
https://jotaparente.blogspot.com/2006/01/preconceito-que-mata.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao Prof. Vicente Malheiros.<br />
Outro dia, li na Internet esta informação, que mais enobrece o magistrado paraense agora homenageado pelo TRT do Amazonas:<br />
Juiz &#8211; O juiz trabalhista Vicente Malheiros sentiu na pele esse preconceito contra paraenses no Amazonas. O que, segundo ele, ocorre em todos os níveis. “E isso não é de agora. Eu mesmo, enquanto juiz do trabalho, em Manaus, no início da década de 80, sofri esse tipo de discriminação, juntamente com outros colegas paraenses”. Segundo o magistrado, o caso foi parar no TST, onde ele obteve ganho de causa em mandado de segurança para desfazer arbitrariedade que ali sofreu no exercício da judicatura.</p>
<p>“Tive de submeter-me a novo concurso público para reiniciar a carreira na magistratura trabalhista em Belém, com graves prejuízos funcionais, materiais e morais. Outro colega também saiu de lá e fez novo concurso para o TRT de São Paulo”. O magistrado considera tão absurdo esse procedimento que ainda tem vontade de escrever um livro para narrar os inacreditáveis acontecimentos. “Vejo com tristeza que o preconceito continua e já está provocando vítimas fatais, conforme notícia da imprensa”, lamenta. “Afinal, somos todos amazônidas e brasileiros”.</p>
<p>Confira no blog do Jota Parente:<br />
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