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	Comentários sobre: Poetas amazônicos	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Isadora Tapajós		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35090</link>

		<dc:creator><![CDATA[Isadora Tapajós]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 17:10:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35082&quot;&gt;Alma Cabocla&lt;/a&gt;.

Meu Deus, que lindo !!! 


Quanta sensibilidade poética,  Sr. Poeta! Com todo respeito te reverencio  Alma cabocla ...

Parabéns!



...Mais que  Cantinho mais Aconchegante esse  do Blog  Professor ! 

 Continue assim e mais uma vez retorno aqui para prestigiar textos tão bem redigidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35082">Alma Cabocla</a>.</p>
<p>Meu Deus, que lindo !!! </p>
<p>Quanta sensibilidade poética,  Sr. Poeta! Com todo respeito te reverencio  Alma cabocla &#8230;</p>
<p>Parabéns!</p>
<p>&#8230;Mais que  Cantinho mais Aconchegante esse  do Blog  Professor ! </p>
<p> Continue assim e mais uma vez retorno aqui para prestigiar textos tão bem redigidos.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35089</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:12:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35085&quot;&gt;Jeso Carneiro&lt;/a&gt;.

Jeso, muitas das poesias que tenho apresentado aqui no blog foram produzidas antes mesmo da separação. E aqui mesmo no blog já apresentei outras poesias durante aquele período. 

A nova vida apenas me deu uma maior mobilidade, para me deter em corrigir alguns velhos escritos e lapidar os versos de acordo com o amadurecimento poético que estou vivendo. 

A solidão e os momentos de reflexão (ou de alcova), são apenas o tempero necessário para que a produção seja mais constante. 

De qualquer forma, obrigado pelo espaço, já que meu blog continua em reforma (sabe-se lá quando acabarei esta novela...rsrsrs).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35085">Jeso Carneiro</a>.</p>
<p>Jeso, muitas das poesias que tenho apresentado aqui no blog foram produzidas antes mesmo da separação. E aqui mesmo no blog já apresentei outras poesias durante aquele período. </p>
<p>A nova vida apenas me deu uma maior mobilidade, para me deter em corrigir alguns velhos escritos e lapidar os versos de acordo com o amadurecimento poético que estou vivendo. </p>
<p>A solidão e os momentos de reflexão (ou de alcova), são apenas o tempero necessário para que a produção seja mais constante. </p>
<p>De qualquer forma, obrigado pelo espaço, já que meu blog continua em reforma (sabe-se lá quando acabarei esta novela&#8230;rsrsrs).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35088</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35084&quot;&gt;Aline Sobral&lt;/a&gt;.

A morte é um grande peso ainda para nossas mentes ocidentais. Mas realmente, o pior da morte, é não respeitar aquele corpo ou aquela alma, mesmo que a intenção seja a reverência, já que no final somos despojados do verdadeiro espírito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35084">Aline Sobral</a>.</p>
<p>A morte é um grande peso ainda para nossas mentes ocidentais. Mas realmente, o pior da morte, é não respeitar aquele corpo ou aquela alma, mesmo que a intenção seja a reverência, já que no final somos despojados do verdadeiro espírito.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35087</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35083&quot;&gt;Pedro Peloso&lt;/a&gt;.

Felizmente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35083">Pedro Peloso</a>.</p>
<p>Felizmente&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35086</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:01:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35081&quot;&gt;Alma Cabocla&lt;/a&gt;.

Sua Alma Cabocla captou a mensagem....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35081">Alma Cabocla</a>.</p>
<p>Sua Alma Cabocla captou a mensagem&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35085</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 11:09:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O poeta é um fingidor? Que nada, Fernando Pessoa. Pelo menos aqui nesta poesia Jota Ninos se mostra inteiro, nu, &quot;cadáver insepulto&quot;, oportunamente auto-fotografado para quem ainda não o conheceu. Um belo e irônico poema, Jota.

Parabéns!

Repito a minha habitual pregação: nunca uma separação conjugal foi tão produtiva para a literatura brasileira, de modo especial para a paraense.

PS.: impagável os versos:

O velho sapato será engraxado, afinal!
E quem sabe, sejam cerzidas
As meias verdades…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O poeta é um fingidor? Que nada, Fernando Pessoa. Pelo menos aqui nesta poesia Jota Ninos se mostra inteiro, nu, &#8220;cadáver insepulto&#8221;, oportunamente auto-fotografado para quem ainda não o conheceu. Um belo e irônico poema, Jota.</p>
<p>Parabéns!</p>
<p>Repito a minha habitual pregação: nunca uma separação conjugal foi tão produtiva para a literatura brasileira, de modo especial para a paraense.</p>
<p>PS.: impagável os versos:</p>
<p>O velho sapato será engraxado, afinal!<br />
E quem sabe, sejam cerzidas<br />
As meias verdades…</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Aline Sobral		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35084</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aline Sobral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 04:30:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sutil e simples como a morte deveria ser... Mui Respeitosa essa sua partida hipotética meu caro Jota... eu seria uma, entre aqueles que ao lhe verem entre tantas cerimonias...não teria o riso contido, pois o momento seria de fato triste, afinal ninguém gosta de perder, mas sentiria um algo estranho de não pertencimento, como que entendendo que depois de mortos fazem de nós o que bem entendem e somos muito diferentes do que fomos em vida... nós tiram até o que de mais precioso temos...nossos defeitos... não somos mais ninguém senão um mito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sutil e simples como a morte deveria ser&#8230; Mui Respeitosa essa sua partida hipotética meu caro Jota&#8230; eu seria uma, entre aqueles que ao lhe verem entre tantas cerimonias&#8230;não teria o riso contido, pois o momento seria de fato triste, afinal ninguém gosta de perder, mas sentiria um algo estranho de não pertencimento, como que entendendo que depois de mortos fazem de nós o que bem entendem e somos muito diferentes do que fomos em vida&#8230; nós tiram até o que de mais precioso temos&#8230;nossos defeitos&#8230; não somos mais ninguém senão um mito.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Peloso		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35083</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Peloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 00:57:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me divertir um bocado, imaginando a cena!
Felizmente, os poetas não morrem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me divertir um bocado, imaginando a cena!<br />
Felizmente, os poetas não morrem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alma Cabocla		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35082</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alma Cabocla]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 23:47:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[TAPAJOS DA MINHA SAUDADE
Tapajós da minha saudade.

Quem me dera agora, poder mergulhar em tuas águas,
E sentir toda a força que emana de tuas águas, mornas e cristalinas,
Quem me dera agora, caminhar sob tuas areias brancas,
E correr nas margens do pindobal
E ver o sol nascer no aramanai...
Quem me dera agora apreciar o por do sol, 
Na ilha do amor, da minha ALTER DO CHÀO.
Quem me dera agora esta no regaço da minha terra,
E me sentir o mais mocorongo
Dos mocorongos.
Quem me dera agora, poder comungar, 
Da imensa fé em MARIA, 
E na praça da matriz, 
Ouvir o padre Edilberto rezar:
“Ave Maria, cheia de graça”...
E ver os rios, bailarem em um encontro, 
Gracioso e de Infinita beleza.
Quem me dera agora, comer o acari, 
O tucunaré, o apapá,
Abundantes e fartos, 
Em tuas águas cheias de vida.
Que saudade da minha SANTAREM,
MINHA TERRA TÃO QUERIDA, 
MEU ENCANTO E MINHA VIDA.
Que saudade da lua cheia,
Sobre o meu TAPAJOS AZUL, AZUL COMO O CEU.
Quem me dera agora, 
Ouvir na RADIO RURAL, 
A voz do PASTOR,
E me sentir mais próximo de DEUS NOSSO SENHOR.
Que saudade da minha terra querida, 
Que tem o TAPAJOS E O AMAZONAS,
Dois rios bonitos, como seus guardiões e protetores,
Que tem um povo acolhedor, 
Onde se anda de canoa, 
Onde se fala de amor.
Que saudade da minha terra,
Que saudade de SANTAREM DO MEU AMOR
Que saudade da minha vida, que lá ficou,
Que saudade do meu TAPAJOS AZUL, 
AZUL COMO O CEU,
COMO A VIDA, COMO O RIO.
Belo e lindo COMO O AMOR.

(ALMA CABOCLA)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TAPAJOS DA MINHA SAUDADE<br />
Tapajós da minha saudade.</p>
<p>Quem me dera agora, poder mergulhar em tuas águas,<br />
E sentir toda a força que emana de tuas águas, mornas e cristalinas,<br />
Quem me dera agora, caminhar sob tuas areias brancas,<br />
E correr nas margens do pindobal<br />
E ver o sol nascer no aramanai&#8230;<br />
Quem me dera agora apreciar o por do sol,<br />
Na ilha do amor, da minha ALTER DO CHÀO.<br />
Quem me dera agora esta no regaço da minha terra,<br />
E me sentir o mais mocorongo<br />
Dos mocorongos.<br />
Quem me dera agora, poder comungar,<br />
Da imensa fé em MARIA,<br />
E na praça da matriz,<br />
Ouvir o padre Edilberto rezar:<br />
“Ave Maria, cheia de graça”&#8230;<br />
E ver os rios, bailarem em um encontro,<br />
Gracioso e de Infinita beleza.<br />
Quem me dera agora, comer o acari,<br />
O tucunaré, o apapá,<br />
Abundantes e fartos,<br />
Em tuas águas cheias de vida.<br />
Que saudade da minha SANTAREM,<br />
MINHA TERRA TÃO QUERIDA,<br />
MEU ENCANTO E MINHA VIDA.<br />
Que saudade da lua cheia,<br />
Sobre o meu TAPAJOS AZUL, AZUL COMO O CEU.<br />
Quem me dera agora,<br />
Ouvir na RADIO RURAL,<br />
A voz do PASTOR,<br />
E me sentir mais próximo de DEUS NOSSO SENHOR.<br />
Que saudade da minha terra querida,<br />
Que tem o TAPAJOS E O AMAZONAS,<br />
Dois rios bonitos, como seus guardiões e protetores,<br />
Que tem um povo acolhedor,<br />
Onde se anda de canoa,<br />
Onde se fala de amor.<br />
Que saudade da minha terra,<br />
Que saudade de SANTAREM DO MEU AMOR<br />
Que saudade da minha vida, que lá ficou,<br />
Que saudade do meu TAPAJOS AZUL,<br />
AZUL COMO O CEU,<br />
COMO A VIDA, COMO O RIO.<br />
Belo e lindo COMO O AMOR.</p>
<p>(ALMA CABOCLA)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alma Cabocla		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/poetas-amazonicos-60.html#comment-35081</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alma Cabocla]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 23:42:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13515#comment-35081</guid>

					<description><![CDATA[Caro Jota: morbida, sua óde, porém profunda....e parafraseando o poeta, &quot;(...)a morte? não.! só uma passagem de tempo... e as poesias? essas ficam como minha herança, aqueles que amei, e se amei quiz amar, e se não soube ama-los, e porque, não soube fazer de minhas poesias, o meu amor maior...

Que eu seja
Uma boa lembrança
(que se converta em saudades depois de minha partida)
E que eu vele o sono 
(e possa continuar vivo, na memoria)
De quem tanto amei.
E que um dia renasça, 
(como fruto de um amor que fui)
Se assim eu merecer...
(Com a alegria de poder viver)
....o poeta, nunca morre, VIVE EM SUAS POESIAS...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jota: morbida, sua óde, porém profunda&#8230;.e parafraseando o poeta, &#8220;(&#8230;)a morte? não.! só uma passagem de tempo&#8230; e as poesias? essas ficam como minha herança, aqueles que amei, e se amei quiz amar, e se não soube ama-los, e porque, não soube fazer de minhas poesias, o meu amor maior&#8230;</p>
<p>Que eu seja<br />
Uma boa lembrança<br />
(que se converta em saudades depois de minha partida)<br />
E que eu vele o sono<br />
(e possa continuar vivo, na memoria)<br />
De quem tanto amei.<br />
E que um dia renasça,<br />
(como fruto de um amor que fui)<br />
Se assim eu merecer&#8230;<br />
(Com a alegria de poder viver)<br />
&#8230;.o poeta, nunca morre, VIVE EM SUAS POESIAS&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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