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	Comentários sobre: Estado Sustentável do Tapajós	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Dec 2011 16:20:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: cabano macho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69940</link>

		<dc:creator><![CDATA[cabano macho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:20:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[se fu ... se fu..... se fu... se fu... também com o duda rinha de galo como marketeiro e a campanha do yes manipulada pelos forrasteiros e com o Lira Mala como garoto propoaganda só podia dar merda !!!!! e bota merda nisso !!! dava prá encher o Barbalhão e transbordar pro amazonas !!!!! e aí colonizados tão preparados prá derrota eminente ??? não vão se suicidar em massa !!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>se fu &#8230; se fu&#8230;.. se fu&#8230; se fu&#8230; também com o duda rinha de galo como marketeiro e a campanha do yes manipulada pelos forrasteiros e com o Lira Mala como garoto propoaganda só podia dar merda !!!!! e bota merda nisso !!! dava prá encher o Barbalhão e transbordar pro amazonas !!!!! e aí colonizados tão preparados prá derrota eminente ??? não vão se suicidar em massa !!!!</p>
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		<title>
		Por: Larissa Almeida		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69939</link>

		<dc:creator><![CDATA[Larissa Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 23:08:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de ler o texto da professora Raimundinha e observar as mensagens de apoio, me sinto obrigada a colaborar mesmo que seja com um simples, mas sincero depoimento.
Estudei em Santarém, cursei engenharia florestal na então Ufra, agora Ufopa, e sempre gostei de estudar. Ainda na graduação &quot;me enveredei&quot;, como a própria professora Raimundinha me disse, &quot;pros lados da pesquisa científica&quot;...
Mas a caminhada do mestrado ao atual doutorado se deve, assim como na situação de todos os amigos e colegas contemporâneos que queriam se especializar, tal como, a um esforço pessoal severo, de deslocamento às capitais de outros estados brasileiros p/ conseguir alcançar um pouco mais do que a graduação.
O esforço é enorme, vale a pena, deixa a gente feliz, mas isso é resultado do fato de não termos tido acesso a educação além da graduação no interior do estado, isto é, cursos de especialização, mestrado e doutorado públicos.
Hoje, a Ufopa desponta como uma referência em potencial na formação, pesquisa e tecnologia em sustentabilidade.
Esse exemplo é apenas um pouco do muito que pode ainda mudar com o desenvolvimento que esperamos a partir do resultado da transformação social que queremos, justa com o que nos é de direito em todas as dimensões, saúde, educação, infra-estrutura, saneamento, e está por vir, a partir do nosso voto.
Amanhã volto p/ Santarém depois de um longo ano cursando as disciplinas do curso de doutorado  em Ciências Agrárias. Volto porque, como a gente mesmo diz, &quot;tive que sair, mas tô voltando já&quot;, porque as pesquisa e o resultado dela tem que ser na terra que me acolheu e sobre a qual quero escrever uma tese conceito A, como todo Tapajós merece.
Domingo,meu voto é sim, 77.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler o texto da professora Raimundinha e observar as mensagens de apoio, me sinto obrigada a colaborar mesmo que seja com um simples, mas sincero depoimento.<br />
Estudei em Santarém, cursei engenharia florestal na então Ufra, agora Ufopa, e sempre gostei de estudar. Ainda na graduação &#8220;me enveredei&#8221;, como a própria professora Raimundinha me disse, &#8220;pros lados da pesquisa científica&#8221;&#8230;<br />
Mas a caminhada do mestrado ao atual doutorado se deve, assim como na situação de todos os amigos e colegas contemporâneos que queriam se especializar, tal como, a um esforço pessoal severo, de deslocamento às capitais de outros estados brasileiros p/ conseguir alcançar um pouco mais do que a graduação.<br />
O esforço é enorme, vale a pena, deixa a gente feliz, mas isso é resultado do fato de não termos tido acesso a educação além da graduação no interior do estado, isto é, cursos de especialização, mestrado e doutorado públicos.<br />
Hoje, a Ufopa desponta como uma referência em potencial na formação, pesquisa e tecnologia em sustentabilidade.<br />
Esse exemplo é apenas um pouco do muito que pode ainda mudar com o desenvolvimento que esperamos a partir do resultado da transformação social que queremos, justa com o que nos é de direito em todas as dimensões, saúde, educação, infra-estrutura, saneamento, e está por vir, a partir do nosso voto.<br />
Amanhã volto p/ Santarém depois de um longo ano cursando as disciplinas do curso de doutorado  em Ciências Agrárias. Volto porque, como a gente mesmo diz, &#8220;tive que sair, mas tô voltando já&#8221;, porque as pesquisa e o resultado dela tem que ser na terra que me acolheu e sobre a qual quero escrever uma tese conceito A, como todo Tapajós merece.<br />
Domingo,meu voto é sim, 77.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69938</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 18:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos últimos dias, sobrecarregado de trabalho, mal consigo ler as noticias sobre o plebiscito. Ancioso  me organizo para estar em Santarém no dia 11. Não poder participar mais ativamente, mesmo que apenas escrevendo, tem sido uma tortura diante de meu desejo imenso de estar junto participando dessa luta.
Agora ao ler seu texto professora Raimunda, e junto com ele o manifesto dos Diretórios dos Partidos Políticos; a carta depoimento de Sonia Ramalheiro; um pouco antes a resposta de Evaldo Viana para o Lucio Flavio, sinto um certo alivio e me vejo representado nesses textos.
Lembrei de visita que fiz a Lucio Flavio, quando não falamos de plebiscito mas ao me despedir pedi que revisse sua posição sobre o Tapajós, pois acho que ele é radicalmente contra o Carajás mas não tem a mesma convicção sobre a criação do Estado do Tapajós. Não evoluimos o assunto pois seria conversa para mais de um dia e tanto ele como eu já corriamos para outro compromisso.
Mas consegui lhe dizer que nossa região hoje possui massa crítica. As diversas manifestações que acompanho em dezenas de blogs aumentam essa minha convicção. Lucio esta perto, mas não o suficiente para nos entender melhor. Professora irei visitar a UFOPA, gostaria muito de lhe conhecer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias, sobrecarregado de trabalho, mal consigo ler as noticias sobre o plebiscito. Ancioso  me organizo para estar em Santarém no dia 11. Não poder participar mais ativamente, mesmo que apenas escrevendo, tem sido uma tortura diante de meu desejo imenso de estar junto participando dessa luta.<br />
Agora ao ler seu texto professora Raimunda, e junto com ele o manifesto dos Diretórios dos Partidos Políticos; a carta depoimento de Sonia Ramalheiro; um pouco antes a resposta de Evaldo Viana para o Lucio Flavio, sinto um certo alivio e me vejo representado nesses textos.<br />
Lembrei de visita que fiz a Lucio Flavio, quando não falamos de plebiscito mas ao me despedir pedi que revisse sua posição sobre o Tapajós, pois acho que ele é radicalmente contra o Carajás mas não tem a mesma convicção sobre a criação do Estado do Tapajós. Não evoluimos o assunto pois seria conversa para mais de um dia e tanto ele como eu já corriamos para outro compromisso.<br />
Mas consegui lhe dizer que nossa região hoje possui massa crítica. As diversas manifestações que acompanho em dezenas de blogs aumentam essa minha convicção. Lucio esta perto, mas não o suficiente para nos entender melhor. Professora irei visitar a UFOPA, gostaria muito de lhe conhecer.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69937</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 17:33:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69933&quot;&gt;Marcos&lt;/a&gt;.

Obrigada minha irmã, seu depoimento me enche de orgulho e alegria. Que chegue pelo menos a todos os seus que são muitos em Castanhal e Belém.
Felicidades e êxito sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69933">Marcos</a>.</p>
<p>Obrigada minha irmã, seu depoimento me enche de orgulho e alegria. Que chegue pelo menos a todos os seus que são muitos em Castanhal e Belém.<br />
Felicidades e êxito sempre!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: chico		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69936</link>

		<dc:creator><![CDATA[chico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 13:57:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69929&quot;&gt;`Paulo Betim&lt;/a&gt;.

concordo. mas as hidrelétricas, assim como os outros modelos de grandes projetos para Amazônia (e extremamemnte danosos às suas populações locais e recursos naturais, como se sabe) estão sendo defendidas pelas frentes contra e a favor como sinônimo de riqueza e pontos favoráveis para seus projetos. Como diminuir as desigualdades das regiões se apostam no mesmo projeto?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69929">`Paulo Betim</a>.</p>
<p>concordo. mas as hidrelétricas, assim como os outros modelos de grandes projetos para Amazônia (e extremamemnte danosos às suas populações locais e recursos naturais, como se sabe) estão sendo defendidas pelas frentes contra e a favor como sinônimo de riqueza e pontos favoráveis para seus projetos. Como diminuir as desigualdades das regiões se apostam no mesmo projeto?</p>
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		<title>
		Por: Fernandes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69935</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 23:34:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sim tapajós ganha direito de resposta
A assessoria jurídica da Frente do SIM Tapajós conseguiu liminar junto ao TRE, para recuperar os espaços concedidos ao governador Jatene em seus programas de ontem e hoje.

A liminar garante a devolução do tempo, mas como hoje é o último dia de campanha, deverá haver TEMPO EXTRA SOMENTE PARA O SIM, amanhã e depois!!!!

Nesse momento, está havendo uma reunião do pleno do TRE, para confirmar a decisão liminar. Busquem informações no site do TRE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim tapajós ganha direito de resposta<br />
A assessoria jurídica da Frente do SIM Tapajós conseguiu liminar junto ao TRE, para recuperar os espaços concedidos ao governador Jatene em seus programas de ontem e hoje.</p>
<p>A liminar garante a devolução do tempo, mas como hoje é o último dia de campanha, deverá haver TEMPO EXTRA SOMENTE PARA O SIM, amanhã e depois!!!!</p>
<p>Nesse momento, está havendo uma reunião do pleno do TRE, para confirmar a decisão liminar. Busquem informações no site do TRE.</p>
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		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69934</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 21:45:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Profissionais de Santarém acreditam na vitória do SIM
Francisco Lopes “Chicão”, da Frente Pró-Tapajós, confia na vitòria do SIM no domingo

Francisco Lopes (Chicão)

A menos de cinco dias para a realização do plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós, santarenos de vários segmentos profissionais apostam na aprovação do projeto na consulta popular. Após a realização de dois debates na semana passada, sendo um na TV RBA e outro na Record Belém, a população de Santarém aprova a Frente Pró-Tapajós e repudia atitudes de políticos contrários a divisão.





Para a santarena Ana Celeste é lamentável verificar os membros da Frente Contra o estado do Tapajós insistir em “gritar” que a luta pela criação de Novos Estados são de forasteiros. Ela ressalta que a luta não é recente e, que os políticos do contra, não conhecem a verdadeira história da região do Tapajós.

“Principalmente ao que se refere ao TAPAJÓS, pois estudos históricos datam do período de 1823, quando foi realizada a primeira Assembléia Constituinte. Nesse momento já se trazia na pauta política a criação da Província do Amazonas”, lembra.

Segundo Ana, a Assembléia Constituinte propunha a criação da Província do Tapajós, objetivando evitar conflitos entre o então Grão-Pará e o Amazonas, nas áreas de Parintins, Óbidos e Santarém, em 1853.

Ana destaca ainda que a reestruturação territorial, ou seja, geopolítica, voltou a ser discutida novamente, para a resolver as diferenças de limites entre as duas províncias, no ano de 1869.

“Na proposta de criação de novas Províncias, no período do governo imperial, o tenente Augusto Fausto de Souza apresentou uma nova proposta, em 1877, Ronan Liberal ex-prefeito de Santarém, em reunião com prefeitos do Oeste do Pará, lançou a luta pela criação do ESTADO DO BAIXO AMAZONAS, em 1980. DESTA FORMA É UM CRIME DIZER QUE OPORTUNO PARA OS FORASTEIROS”, lamenta.

O membro da Frente Pró-Tapajós, Francisco Lopes, o “Chicão” garante que a expectativa para a vitória no plebiscito de domingo é positiva, onde várias cidades do Oeste do Pará receberam a comitiva de campanha no inicio desta semana, entre elas, Ameirim e Porto de Moz. Ele adianta que a comitiva irá também a Faro, Terra Santa e Aveiro, distribuindo material de campanha.

“A população tem respondido positivamente a campanha! Principalmente depois da grande carreata e com o advento da vinda do JN no Ar, que de alguma forma mexeu positivamente com o brilho de nossos regionais”, garante Chicão, ressaltando que o povo está entendendo que é uma oportunidade única que o Brasil está dando ao Oeste do Pará.

“O Brasil nos dá a oportunidade única de termos à atenção da nação à tanto negado a nós!!!”, destaca.

 Fonte: RG 15/O Impacto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionais de Santarém acreditam na vitória do SIM<br />
Francisco Lopes “Chicão”, da Frente Pró-Tapajós, confia na vitòria do SIM no domingo</p>
<p>Francisco Lopes (Chicão)</p>
<p>A menos de cinco dias para a realização do plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós, santarenos de vários segmentos profissionais apostam na aprovação do projeto na consulta popular. Após a realização de dois debates na semana passada, sendo um na TV RBA e outro na Record Belém, a população de Santarém aprova a Frente Pró-Tapajós e repudia atitudes de políticos contrários a divisão.</p>
<p>Para a santarena Ana Celeste é lamentável verificar os membros da Frente Contra o estado do Tapajós insistir em “gritar” que a luta pela criação de Novos Estados são de forasteiros. Ela ressalta que a luta não é recente e, que os políticos do contra, não conhecem a verdadeira história da região do Tapajós.</p>
<p>“Principalmente ao que se refere ao TAPAJÓS, pois estudos históricos datam do período de 1823, quando foi realizada a primeira Assembléia Constituinte. Nesse momento já se trazia na pauta política a criação da Província do Amazonas”, lembra.</p>
<p>Segundo Ana, a Assembléia Constituinte propunha a criação da Província do Tapajós, objetivando evitar conflitos entre o então Grão-Pará e o Amazonas, nas áreas de Parintins, Óbidos e Santarém, em 1853.</p>
<p>Ana destaca ainda que a reestruturação territorial, ou seja, geopolítica, voltou a ser discutida novamente, para a resolver as diferenças de limites entre as duas províncias, no ano de 1869.</p>
<p>“Na proposta de criação de novas Províncias, no período do governo imperial, o tenente Augusto Fausto de Souza apresentou uma nova proposta, em 1877, Ronan Liberal ex-prefeito de Santarém, em reunião com prefeitos do Oeste do Pará, lançou a luta pela criação do ESTADO DO BAIXO AMAZONAS, em 1980. DESTA FORMA É UM CRIME DIZER QUE OPORTUNO PARA OS FORASTEIROS”, lamenta.</p>
<p>O membro da Frente Pró-Tapajós, Francisco Lopes, o “Chicão” garante que a expectativa para a vitória no plebiscito de domingo é positiva, onde várias cidades do Oeste do Pará receberam a comitiva de campanha no inicio desta semana, entre elas, Ameirim e Porto de Moz. Ele adianta que a comitiva irá também a Faro, Terra Santa e Aveiro, distribuindo material de campanha.</p>
<p>“A população tem respondido positivamente a campanha! Principalmente depois da grande carreata e com o advento da vinda do JN no Ar, que de alguma forma mexeu positivamente com o brilho de nossos regionais”, garante Chicão, ressaltando que o povo está entendendo que é uma oportunidade única que o Brasil está dando ao Oeste do Pará.</p>
<p>“O Brasil nos dá a oportunidade única de termos à atenção da nação à tanto negado a nós!!!”, destaca.</p>
<p> Fonte: RG 15/O Impacto</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69933</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 21:31:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[07.12 - Sônia Ramalheiro e seu apoio ao SIM [grupo CR]

&quot;Eu sou Sônia Maria Moura Ramalheiro, economista, mãe de três filhos e creio ser este o momento oportuno para manifestar minha opinião quanto aos fatos que estão ocorrendo no nosso estado por conta da consulta plebiscitária.

Nasci em Castanhal e durante 12 anos morei em Belém onde me formei. Para acompanhar meu marido mudei para Santarém há 29 anos onde estabeleci fortes laços de amizades.

No começo estranhei muito o modo de vida das pessoas daqui. A região como um todo tem um ritmo de vida completamente diferente daquela que o paraense da capital acredita ser a realidade do estado todo. Quando aqui cheguei ou viajávamos durante três dias de barco até Belém ou esperávamos o avião que só passava nas terças e quintas-feiras. O meio de transporte tradicional, por conta da situação geográfica, é o barco, diferente da realidade do belenense que se movimenta utilizando transporte terrestre para acessar todo o território nacional. Na época Santarém não consumia produtos frios e congelados porque o transporte era extremamente complexo. Quando começamos a comercializar estes produtos aqui tínhamos que trazê-los de avião. E com o crescimento das nossas atividades precisamos desenvolver uma logística própria, o que acabou sendo o nosso diferencial empresarial.

Eu não acreditava como os moradores daqui podiam ser tão conformados com a realidade, nem entendia porque pacientes seguiam em busca de tratamento de saúde, ou mesmo de empregos, em Manaus e não em Belém que é a nossa capital. Enfim, a região seguia e segue até os dias atuais padrões e costumes que nós que nascemos na região metropolitana carecemos de tempo e olhar carinhoso para compreensão.

Ao longo de minha vida aqui no oeste paraense tenho presenciado essa afinidade maior do povo desta região com o Amazonas, a ponto de crianças saberem citar o nome do governador do estado vizinho e não saberem quem é o governante paraense. Foram os bois de Parintins, e não o carimbó, que inspiraram a parte profana da festa do Sairé realizada na maravilhosa vila de Alter do Chão, que eu aprendi a amar profundamente.

Minha compreensão sobre os porquês dos sentimentos e angústias existentes nos corações dos indivíduos nascidos nesta região aumentou durante o período que assumi a presidência do Conselho da Mulher Empresária – CME no biênio de 2002 e 2003 e que tomei conhecimento do projeto de emancipação da região para a criação do estado do Tapajós. Na época realizamos uma grande movimentação em defesa do projeto, começando com a realização de um seminário para debater o assunto onde gestores de toda a região se fizeram presentes ou representados. Deputados estaduais e federais do Pará participaram do evento e todos levaram consigo os resultados da atualização de estudos que comprovavam desde aquela época a viabilidade econômica desta região a partir da sua emancipação. Neste evento recebemos os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Mozarildo Cavalcante, de Roraima, que foi o autor da emenda apresentada no Senado. Posso afirmar que a movimentação pela divisão não é coisa de meia dúzia de políticos como afirmam os representantes contrários à causa. É luta vivida e sentida pelo povo.

Minha manifestação neste momento é movida pela indignação que sinto ao ver tantas pessoas carentes de ações e da presença do poder público sem que este se volte para o povo. Ora, projetos esporádicos apenas amenizam situações problemáticas, mas a luta agora é por soluções definitivas.

Como economista, tive acesso ao estudo de viabilidade e posso afirmar que é consistente. Fechar os olhos para isso é matar a esperança de mais de três milhões de pessoas que vivem anos à espera da presença do estado. Fingir que somos capazes de administrar um território tão grande como o do Pará atual, com tamanha diversidade sociocultural, é ser irresponsável. E com isso não posso concordar.

Mesmo não tendo nascido aqui, assumi essa causa como minha e a defendo com todo amor e carinho por um povo que sempre acolheu a todos tão bem.

Dia 11 sairei de casa cedo munida com título de eleitor e vou depositar naquela urna um voto confiante de que a esperança de toda uma região não precisa morrer por causa de outros irmãos paraenses.

Rogo que meu manifesto chegue aos moradores de Belém e provoque reflexão.
Você que neste momento me lê talvez não saiba por que está dizendo não. Porém, creia! Nós sabemos muito bem porque estamos dizendo SIM à divisão do Pará&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>07.12 &#8211; Sônia Ramalheiro e seu apoio ao SIM [grupo CR]</p>
<p>&#8220;Eu sou Sônia Maria Moura Ramalheiro, economista, mãe de três filhos e creio ser este o momento oportuno para manifestar minha opinião quanto aos fatos que estão ocorrendo no nosso estado por conta da consulta plebiscitária.</p>
<p>Nasci em Castanhal e durante 12 anos morei em Belém onde me formei. Para acompanhar meu marido mudei para Santarém há 29 anos onde estabeleci fortes laços de amizades.</p>
<p>No começo estranhei muito o modo de vida das pessoas daqui. A região como um todo tem um ritmo de vida completamente diferente daquela que o paraense da capital acredita ser a realidade do estado todo. Quando aqui cheguei ou viajávamos durante três dias de barco até Belém ou esperávamos o avião que só passava nas terças e quintas-feiras. O meio de transporte tradicional, por conta da situação geográfica, é o barco, diferente da realidade do belenense que se movimenta utilizando transporte terrestre para acessar todo o território nacional. Na época Santarém não consumia produtos frios e congelados porque o transporte era extremamente complexo. Quando começamos a comercializar estes produtos aqui tínhamos que trazê-los de avião. E com o crescimento das nossas atividades precisamos desenvolver uma logística própria, o que acabou sendo o nosso diferencial empresarial.</p>
<p>Eu não acreditava como os moradores daqui podiam ser tão conformados com a realidade, nem entendia porque pacientes seguiam em busca de tratamento de saúde, ou mesmo de empregos, em Manaus e não em Belém que é a nossa capital. Enfim, a região seguia e segue até os dias atuais padrões e costumes que nós que nascemos na região metropolitana carecemos de tempo e olhar carinhoso para compreensão.</p>
<p>Ao longo de minha vida aqui no oeste paraense tenho presenciado essa afinidade maior do povo desta região com o Amazonas, a ponto de crianças saberem citar o nome do governador do estado vizinho e não saberem quem é o governante paraense. Foram os bois de Parintins, e não o carimbó, que inspiraram a parte profana da festa do Sairé realizada na maravilhosa vila de Alter do Chão, que eu aprendi a amar profundamente.</p>
<p>Minha compreensão sobre os porquês dos sentimentos e angústias existentes nos corações dos indivíduos nascidos nesta região aumentou durante o período que assumi a presidência do Conselho da Mulher Empresária – CME no biênio de 2002 e 2003 e que tomei conhecimento do projeto de emancipação da região para a criação do estado do Tapajós. Na época realizamos uma grande movimentação em defesa do projeto, começando com a realização de um seminário para debater o assunto onde gestores de toda a região se fizeram presentes ou representados. Deputados estaduais e federais do Pará participaram do evento e todos levaram consigo os resultados da atualização de estudos que comprovavam desde aquela época a viabilidade econômica desta região a partir da sua emancipação. Neste evento recebemos os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Mozarildo Cavalcante, de Roraima, que foi o autor da emenda apresentada no Senado. Posso afirmar que a movimentação pela divisão não é coisa de meia dúzia de políticos como afirmam os representantes contrários à causa. É luta vivida e sentida pelo povo.</p>
<p>Minha manifestação neste momento é movida pela indignação que sinto ao ver tantas pessoas carentes de ações e da presença do poder público sem que este se volte para o povo. Ora, projetos esporádicos apenas amenizam situações problemáticas, mas a luta agora é por soluções definitivas.</p>
<p>Como economista, tive acesso ao estudo de viabilidade e posso afirmar que é consistente. Fechar os olhos para isso é matar a esperança de mais de três milhões de pessoas que vivem anos à espera da presença do estado. Fingir que somos capazes de administrar um território tão grande como o do Pará atual, com tamanha diversidade sociocultural, é ser irresponsável. E com isso não posso concordar.</p>
<p>Mesmo não tendo nascido aqui, assumi essa causa como minha e a defendo com todo amor e carinho por um povo que sempre acolheu a todos tão bem.</p>
<p>Dia 11 sairei de casa cedo munida com título de eleitor e vou depositar naquela urna um voto confiante de que a esperança de toda uma região não precisa morrer por causa de outros irmãos paraenses.</p>
<p>Rogo que meu manifesto chegue aos moradores de Belém e provoque reflexão.<br />
Você que neste momento me lê talvez não saiba por que está dizendo não. Porém, creia! Nós sabemos muito bem porque estamos dizendo SIM à divisão do Pará&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69932</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 21:30:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=34648#comment-69932</guid>

					<description><![CDATA[07.12 - Vigília ecumênica pró Tapajós e Carajás (Grande evento em Belém)
Nesta quinta-feira (08/12), a partir das 8 horas da manhã até meia noite, na Praça da Leitura, em frente ao terminal rodoviário de Belém, padres, pastores, lideres de diversas denominações religiosas, irão fazer celebrações conjuntas ao longo do dia, para pedir pela criação dos estados de Tapajós e Carajás, participação de Maria Lidia, além de outros grande nomes.

Este será o maior evento do SIM em Belém,!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>07.12 &#8211; Vigília ecumênica pró Tapajós e Carajás (Grande evento em Belém)<br />
Nesta quinta-feira (08/12), a partir das 8 horas da manhã até meia noite, na Praça da Leitura, em frente ao terminal rodoviário de Belém, padres, pastores, lideres de diversas denominações religiosas, irão fazer celebrações conjuntas ao longo do dia, para pedir pela criação dos estados de Tapajós e Carajás, participação de Maria Lidia, além de outros grande nomes.</p>
<p>Este será o maior evento do SIM em Belém,!</p>
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		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/estado-sustentavel-do-tapajos.html#comment-69931</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 21:27:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=34648#comment-69931</guid>

					<description><![CDATA[07.12 - Partidos de santarém divulgam manifesto conjunto pelo estado do tapajós

Hoje pela manhã, representantes de vários partidos de Santarém e de alguns municípios vizinhos presentes em reunião na sede da Frente Pró-Tapajós, ratificaram seu apoio aoMANIFESTO TAPAJÓS SEMPRE, discutido em 19 de novembro (Dia da Bandeira), num encontro realizado na sede do Veterano por vários partidos, convidados pelas direções doPCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PTN - Partido Trabalhista Nacional.Representantes dos partidos PSD, PSOL, PSC, PSDC, PT DO B e PP, não se encontravam na reunião e não assinaram o manifesto, mas alguns deles já anunciaram que concordam com a proposta.


O deputado estadual Antonio Rocha (PMDB), louvou a iniciativa dos dois partidos e como membro da Frente Pró-Tapajós, conclamou todos os demais partidos a aumentarem os esforços nos últimos dias de campanha.

A reunião foi coordenada pelo vereador Erasmo Maia (DEM) e pela ex-vereadora Odete Costa (PT).
A ideia de incentivar a criação de um movimento TAPAJÓS SEMPRE, foi defendida pelo professor-doutor Anselmo de Alencar Colares e encampada pelos partidos.


Eis o teor do manifesto:


Manifesto TAPAJÓS Sempre


A luta pela emancipação da região oeste do Pará não se encerra no plebiscito de 11 de dezembro. Mesmo com a vitória do SIM (77) começa outra fase importante que é a mobilização para pressionar o Congresso Nacional e a Presidência da República a acatarem a vontade popular. Precisamos estar vigilantes para que o Estado do Tapajós seja construído de forma participativa e não tenha os mesmos defeitos do “velho” Pará. Os Partidos Políticos signatários deste documento, por intermédio de suas lideranças locais, demonstram publicamente que estão unidos em torno desta causa. O TAPAJÓS É NOSSA BANDEIRA, SEMPRE! O novo Estado representa a possibilidade concreta de mudanças em prol da população.


A seguir, enumeramos os aspectos essenciais que nos motivamos para esta luta e nos quais depositamos a esperança de que o Estado do Tapajós seja construído para atender, de fato, aos interesses dos seus integrantes.

1)      Autonomia: Quem mora nos municípios que compõem a região Oeste do Pará, sabe, com conhecimento de causa, o que significa viver à margem das decisões políticas que interferem diretamente no cotidiano, mas que são tomadas externamente, mesmo quando se trata do Próprio estado do Pará, pois o núcleo decisório se concentra na capital. Ter autonomia significa ter o direito de decidir sobre os assuntos que são coletivos, e dispor de uma estrutura de governo mais próxima, para que seja ouvida e respeitada em suas reivindicações;

2)      Fortalecimento regional: Com a autonomia, em todos os campos, a região formada pelo novo estado terá condições de desenvolver suas potencialidades, promovendo maior equilíbrio entre os seus integrantes;

3)      Identidade Cultural: O vasto território que compõe a Amazônia, objeto de cobiça dos colonizadores, sofreu violento processo de desagregação ao longo da história. Diversas nações que habitavam as terras que hoje compõem os atuais estados foram dizimadas, outras foram escravizadas e incorporadas ao modo de vida dos colonizadores. Mesmo assim, ficaram vestígios que demonstram diferenças substanciais entre os povos que habitavam a região que hoje busca se emancipar. A cultura Tapajoara é distinta de outras culturas, e se expressa nas mais variadas situações cotidianas. Sobreviveu a toda sorte de ataques que sofreu ao longo do tempo. E haverá de continuar sendo o nosso orgulho, pois expressa nossa identidade.

4)      Desenvolvimento e justiça social: A forte concentração das atividades econômicas e das políticas sociais no entorno de Belém, cria um círculo vicioso que tende a aumentar a miséria, pois expulsa milhares de famílias do interior do estado em busca de oportunidades na região metropolitana. Com o novo Estado, teremos uma oportunidade real de corrigir tais distorções, resultando em benefícios para o conjunto da população, tanto da região emancipada, quanto da área remanescente. Isto passa pela aglutinação de forças em torno do fortalecimento de uma inteligência inovadora, especialmente no campo da cultura digital;

5)      Democracia participativa: O Estado do Tapajós já nasce diferente de todos os outros, pois a população está sendo consultada quanto a sua criação. Entendemos que este processo é educativo e a democracia participativa deve ser a regra no Estado do Tapajós. Não necessariamente com a realização de plebiscitos ou referendos, mas com o fortalecimento da organização da sociedade para discutir, aprovar ou rejeitar propostas de projetos que interferem na vida de todos;

6)      Relação com a Amazônia e com o Brasil: O Estado do Tapajós significa maior presença do Brasil na Amazônia. Não apenas nos discursos ufanistas, mas em ações concretas que representem melhorias de condições de vida para os povos que nela habitam. Preservar implica em conhecer e cuidar. E isto se faz com presença e clareza de propósitos. Teremos uma maior bancada parlamentar no Congresso Nacional. Nossas escolhas podem significar presenças significativas em defesa dos interesses coletivos, impedindo a continuidade das práticas destruidoras dos projetos já implantados, e propondo alternativas coerentes e inovadoras. Temos que engendrar uma nova forma de integração nacional, tendo como eixo condutor o estabelecimento de redes de conexões inclusive no campo digital;

7)      Estado descentralizado: A dimensão territorial do atual estado do Pará, e as dificuldades de acesso a todos os locais que precisam da presença do Poder Público, são características típicas da Amazônia, que justificam a necessidade de maior presença dos governos junto às populações. O estado do Pará tem se mostrado ineficaz neste e em outros itens relativos a sua institucionalidade. Buscamos a emancipação para termos um estado mais presente, e no qual a população possa estar atenta e vigilante, evitando que se consolidem os problemas que hoje combatemos, cuja solução passa pela adoção de políticas que considerem as demandas de todo o Estado, e não apenas em benefício de grupos políticos e econômicos da capital.

Pelas razões expostas, e em sintonia com a luta dos que nos antecederam nesta esperança, assumimos o compromisso de defender a bandeira do Estado do Tapajós, reconhecendo que se trata de uma aspiração coletiva, legítima, tecnicamente viável e socialmente justificada.

Santarém, Tapajós, novembro de 2011


Assinam este Manifesto:

Presidente do Diretório Municipal do PC DO B
 Presidente do Diretório Municipal do PC DO B (Belterra)
 Presidente do Diretório Municipal do PC DO B
(Mojui dos Campos)
 Presidente do Diretório Municipal do PTN (Santarém)
 Presidente do Diretório Municipal do PTN
(Mojui dos Campos)
Presidente do Diretório Municipal do PTN (Uruará)
 Presidente do Diretório Municipal do PTN (Belterra)
 Presidente do Diretório Municipal do PRP
 Presidente do Diretório Municipal do PRTB
 Presidente do Diretório Municipal do PPS
 Presidente do Diretório Municipal do PR
 Presidente do Diretório Municipal do PT
 Presidente do Diretório Municipal do PMDB
 Presidente do Diretório Municipal do PHS
 Presidente do Diretório Municipal do PSDB
 Presidente do Diretório Municipal do PDT
 Presidente do Diretório Municipal do DEM
 Presidente do Diretório Municipal do PMN
 Presidente do Diretório Municipal do PRB
 Presidente do Diretório Municipal do PSB
  Presidente do Diretório Municipal do PV]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>07.12 &#8211; Partidos de santarém divulgam manifesto conjunto pelo estado do tapajós</p>
<p>Hoje pela manhã, representantes de vários partidos de Santarém e de alguns municípios vizinhos presentes em reunião na sede da Frente Pró-Tapajós, ratificaram seu apoio aoMANIFESTO TAPAJÓS SEMPRE, discutido em 19 de novembro (Dia da Bandeira), num encontro realizado na sede do Veterano por vários partidos, convidados pelas direções doPCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PTN &#8211; Partido Trabalhista Nacional.Representantes dos partidos PSD, PSOL, PSC, PSDC, PT DO B e PP, não se encontravam na reunião e não assinaram o manifesto, mas alguns deles já anunciaram que concordam com a proposta.</p>
<p>O deputado estadual Antonio Rocha (PMDB), louvou a iniciativa dos dois partidos e como membro da Frente Pró-Tapajós, conclamou todos os demais partidos a aumentarem os esforços nos últimos dias de campanha.</p>
<p>A reunião foi coordenada pelo vereador Erasmo Maia (DEM) e pela ex-vereadora Odete Costa (PT).<br />
A ideia de incentivar a criação de um movimento TAPAJÓS SEMPRE, foi defendida pelo professor-doutor Anselmo de Alencar Colares e encampada pelos partidos.</p>
<p>Eis o teor do manifesto:</p>
<p>Manifesto TAPAJÓS Sempre</p>
<p>A luta pela emancipação da região oeste do Pará não se encerra no plebiscito de 11 de dezembro. Mesmo com a vitória do SIM (77) começa outra fase importante que é a mobilização para pressionar o Congresso Nacional e a Presidência da República a acatarem a vontade popular. Precisamos estar vigilantes para que o Estado do Tapajós seja construído de forma participativa e não tenha os mesmos defeitos do “velho” Pará. Os Partidos Políticos signatários deste documento, por intermédio de suas lideranças locais, demonstram publicamente que estão unidos em torno desta causa. O TAPAJÓS É NOSSA BANDEIRA, SEMPRE! O novo Estado representa a possibilidade concreta de mudanças em prol da população.</p>
<p>A seguir, enumeramos os aspectos essenciais que nos motivamos para esta luta e nos quais depositamos a esperança de que o Estado do Tapajós seja construído para atender, de fato, aos interesses dos seus integrantes.</p>
<p>1)      Autonomia: Quem mora nos municípios que compõem a região Oeste do Pará, sabe, com conhecimento de causa, o que significa viver à margem das decisões políticas que interferem diretamente no cotidiano, mas que são tomadas externamente, mesmo quando se trata do Próprio estado do Pará, pois o núcleo decisório se concentra na capital. Ter autonomia significa ter o direito de decidir sobre os assuntos que são coletivos, e dispor de uma estrutura de governo mais próxima, para que seja ouvida e respeitada em suas reivindicações;</p>
<p>2)      Fortalecimento regional: Com a autonomia, em todos os campos, a região formada pelo novo estado terá condições de desenvolver suas potencialidades, promovendo maior equilíbrio entre os seus integrantes;</p>
<p>3)      Identidade Cultural: O vasto território que compõe a Amazônia, objeto de cobiça dos colonizadores, sofreu violento processo de desagregação ao longo da história. Diversas nações que habitavam as terras que hoje compõem os atuais estados foram dizimadas, outras foram escravizadas e incorporadas ao modo de vida dos colonizadores. Mesmo assim, ficaram vestígios que demonstram diferenças substanciais entre os povos que habitavam a região que hoje busca se emancipar. A cultura Tapajoara é distinta de outras culturas, e se expressa nas mais variadas situações cotidianas. Sobreviveu a toda sorte de ataques que sofreu ao longo do tempo. E haverá de continuar sendo o nosso orgulho, pois expressa nossa identidade.</p>
<p>4)      Desenvolvimento e justiça social: A forte concentração das atividades econômicas e das políticas sociais no entorno de Belém, cria um círculo vicioso que tende a aumentar a miséria, pois expulsa milhares de famílias do interior do estado em busca de oportunidades na região metropolitana. Com o novo Estado, teremos uma oportunidade real de corrigir tais distorções, resultando em benefícios para o conjunto da população, tanto da região emancipada, quanto da área remanescente. Isto passa pela aglutinação de forças em torno do fortalecimento de uma inteligência inovadora, especialmente no campo da cultura digital;</p>
<p>5)      Democracia participativa: O Estado do Tapajós já nasce diferente de todos os outros, pois a população está sendo consultada quanto a sua criação. Entendemos que este processo é educativo e a democracia participativa deve ser a regra no Estado do Tapajós. Não necessariamente com a realização de plebiscitos ou referendos, mas com o fortalecimento da organização da sociedade para discutir, aprovar ou rejeitar propostas de projetos que interferem na vida de todos;</p>
<p>6)      Relação com a Amazônia e com o Brasil: O Estado do Tapajós significa maior presença do Brasil na Amazônia. Não apenas nos discursos ufanistas, mas em ações concretas que representem melhorias de condições de vida para os povos que nela habitam. Preservar implica em conhecer e cuidar. E isto se faz com presença e clareza de propósitos. Teremos uma maior bancada parlamentar no Congresso Nacional. Nossas escolhas podem significar presenças significativas em defesa dos interesses coletivos, impedindo a continuidade das práticas destruidoras dos projetos já implantados, e propondo alternativas coerentes e inovadoras. Temos que engendrar uma nova forma de integração nacional, tendo como eixo condutor o estabelecimento de redes de conexões inclusive no campo digital;</p>
<p>7)      Estado descentralizado: A dimensão territorial do atual estado do Pará, e as dificuldades de acesso a todos os locais que precisam da presença do Poder Público, são características típicas da Amazônia, que justificam a necessidade de maior presença dos governos junto às populações. O estado do Pará tem se mostrado ineficaz neste e em outros itens relativos a sua institucionalidade. Buscamos a emancipação para termos um estado mais presente, e no qual a população possa estar atenta e vigilante, evitando que se consolidem os problemas que hoje combatemos, cuja solução passa pela adoção de políticas que considerem as demandas de todo o Estado, e não apenas em benefício de grupos políticos e econômicos da capital.</p>
<p>Pelas razões expostas, e em sintonia com a luta dos que nos antecederam nesta esperança, assumimos o compromisso de defender a bandeira do Estado do Tapajós, reconhecendo que se trata de uma aspiração coletiva, legítima, tecnicamente viável e socialmente justificada.</p>
<p>Santarém, Tapajós, novembro de 2011</p>
<p>Assinam este Manifesto:</p>
<p>Presidente do Diretório Municipal do PC DO B<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PC DO B (Belterra)<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PC DO B<br />
(Mojui dos Campos)<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PTN (Santarém)<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PTN<br />
(Mojui dos Campos)<br />
Presidente do Diretório Municipal do PTN (Uruará)<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PTN (Belterra)<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PRP<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PRTB<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PPS<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PR<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PT<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PMDB<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PHS<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PSDB<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PDT<br />
 Presidente do Diretório Municipal do DEM<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PMN<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PRB<br />
 Presidente do Diretório Municipal do PSB<br />
  Presidente do Diretório Municipal do PV</p>
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