O problema é que foram ficando “pro MUITO tempore”. Já se vão 3 anos e 5 meses, quase o tempo de um mandato legitimado pelas urnas no estado democrático de direito.
Anselmo Colares, professor, sobre o reitor pro tempore da Ufopa, Seixas Lourenço, e as demais pessoas nomeadas por ele para cargos de chefia na universidade. Em artigo publicado ontem (16) neste blog.