É imperioso dar andamento às obras das hidrelétricas de Belo Monte, no Xingu, no Rio Teles Pires, em Mato Grosso, e insistir na liberação dos licenciamentos para o complexo de usinas em São Luís do Tapajós, em território paraense.
Delfim Neto, economista e ex-ministro, no artigo Barrageiros na Amazônia, publicado ontem (23) na revista Carta Capital.