É imperioso dar andamento às obras das hidrelétricas de Belo Monte, no Xingu, no Rio Teles Pires, em Mato Grosso, e insistir na liberação dos licenciamentos para o complexo de usinas em São Luís do Tapajós, em território paraense.
Delfim Neto, economista e ex-ministro, no artigo Barrageiros na Amazônia, publicado ontem (23) na revista Carta Capital.
Verdade absoluta. O senhor Delfim Neto está correto: é imperioso = vital = necessário = imprescindível o investimento urgente nas construções das represas.
Nos últimos anos, graças ao Real e consequentemente ao desenvolvimento industrial,o Brasil cresceu de tal modo que a qualquer momento ocorrerá uma estagnação caso novas fontes de energia não sejam geradas para suprir a uma demanda desta cada vez maior. Claro, certeza de fato, que ninguém quer destruir a natureza, por menor que seja este dano, mas não há um outro modo de produzir a eletricidade que precisamos; não em um curto prazo de tempo. A turma do SEMPRE CONTRA MAS SEM APRESENTAR ALGO VIÁVEL clama por energia solar ou eólia, porém se as mesmas fossem eficazes, muitos países só fariam uso das mesmas. Melhor uma energia oriunda de usinas hidrelétricas que termonucleares ou termoelétricas.
alberta cristina lemos santarena e armando seixas o paulo henrique amorim no tucupi
Claro q/ é IMPERIOOOOOOSO! ACERTO É ACERTO! ELES JA FECHARAM …. E AGENTE AQUI QUE É RESTO QUE SE EXPLODA!!!!!!!!!! ORA ORA …. CLARO Q/ É IMPERIOSO P/ ELES!
Essa “CRIATURA SINISTRA” deveria lutar por indústrias no Pará, quer o Parazinho Parado, fornecendo energia para indústrias paulistas e minérios para a Ásia, deixando por aqui crateras e pobreza em Carajás, Porto Trombetas…