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	Comentários sobre: &#8220;Não lemos&#8221; e grifamos textos	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Feb 2016 13:10:07 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Walter Nogueira Lopes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205332</link>

		<dc:creator><![CDATA[Walter Nogueira Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 00:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205321&quot;&gt;Josue Vieira&lt;/a&gt;.

Vieira, eu lamento sua presunção. Seu texto não merece comentário. É vazio de sentido e pobre de originalidade.  E agora, irritado, começa a se atrapalhar com a língua portuguesa.  Você comete o grave erro de querer &quot;lê&quot; quando deveria querer &quot;ler&quot;.  Isso me abate. Me desanima ver que se precipita, que não tem fôlego para superar os anos de seminário e a leitura de sínteses de internet.  Mas você é jovem. Vieira, eu vou aguardar um próximo texto. Vou esperar que se liberte do personagem que inventaste.  

Leia mais literatura, pense em estilo, em clareza, em objetividade. Pare de pensar que você sabe tudo e que os outros é que são burros. Isso irá fazer com que um dia, quando amadureceres, talvez floresça em si um pensador capaz de influenciar alguém.

Waltinho, aquele, da Van, Filosofia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205321">Josue Vieira</a>.</p>
<p>Vieira, eu lamento sua presunção. Seu texto não merece comentário. É vazio de sentido e pobre de originalidade.  E agora, irritado, começa a se atrapalhar com a língua portuguesa.  Você comete o grave erro de querer &#8220;lê&#8221; quando deveria querer &#8220;ler&#8221;.  Isso me abate. Me desanima ver que se precipita, que não tem fôlego para superar os anos de seminário e a leitura de sínteses de internet.  Mas você é jovem. Vieira, eu vou aguardar um próximo texto. Vou esperar que se liberte do personagem que inventaste.  </p>
<p>Leia mais literatura, pense em estilo, em clareza, em objetividade. Pare de pensar que você sabe tudo e que os outros é que são burros. Isso irá fazer com que um dia, quando amadureceres, talvez floresça em si um pensador capaz de influenciar alguém.</p>
<p>Waltinho, aquele, da Van, Filosofia</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Josue Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205321</link>

		<dc:creator><![CDATA[Josue Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 15:33:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205320&quot;&gt;Walter Nogueira Lopes&lt;/a&gt;.

Uma coisa é você querer um texto exclusivo para leres. Outro é comentar qual fazer pão francês, so fazer casca. E outra é contribuir para o debate.
O meu proposito é contribuir para o debate. Mas, acredito que o problema já não é o texto, mas o seu autor. Se assim for coloque argumentos que contradizem minha impressão.
Mas se não for esse o proposito e sim de fazer uma crítica pão francês, então para mim basta suas palavras, que como pão so existem surbordinado ao que se compreende por &quot;café da manhã&quot;. Retirando o &quot;café da manhã&quot; volta a ser pão, singelo e fugaz.
Ha varias formas de contribuir para o debate, duas são as mais usuais, calar ou expor. A primeira nao interessa para este meio de comunicação, por isso nem entro no merito. A segunda é mais interessante, ela pede do sujeito a capacidade intelectual do leitor.
Mesmo o leitor mais rabugento ele precisa passar pelo rito concordativo das premissas expostas num texto, pois os argumentos apresentados serão contraditos ou confirmados.. Como se fará é a incógnita.
Como sugestão leitor Walter exponha as razões pela qual o texto é uma manifestação de &quot;superioridade intelectual&quot;, algo longe das minhas possibilidades, mas se enxergas gostaria de ler suas conclusões., assim o debate nasce e não fica apenas em suposições e julgamentos pessoais, que no mérito da questão não estão postos.
Walter gostaria de lê uma exposição. A critica nasce assim
Abs

Josue Vieira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205320">Walter Nogueira Lopes</a>.</p>
<p>Uma coisa é você querer um texto exclusivo para leres. Outro é comentar qual fazer pão francês, so fazer casca. E outra é contribuir para o debate.<br />
O meu proposito é contribuir para o debate. Mas, acredito que o problema já não é o texto, mas o seu autor. Se assim for coloque argumentos que contradizem minha impressão.<br />
Mas se não for esse o proposito e sim de fazer uma crítica pão francês, então para mim basta suas palavras, que como pão so existem surbordinado ao que se compreende por &#8220;café da manhã&#8221;. Retirando o &#8220;café da manhã&#8221; volta a ser pão, singelo e fugaz.<br />
Ha varias formas de contribuir para o debate, duas são as mais usuais, calar ou expor. A primeira nao interessa para este meio de comunicação, por isso nem entro no merito. A segunda é mais interessante, ela pede do sujeito a capacidade intelectual do leitor.<br />
Mesmo o leitor mais rabugento ele precisa passar pelo rito concordativo das premissas expostas num texto, pois os argumentos apresentados serão contraditos ou confirmados.. Como se fará é a incógnita.<br />
Como sugestão leitor Walter exponha as razões pela qual o texto é uma manifestação de &#8220;superioridade intelectual&#8221;, algo longe das minhas possibilidades, mas se enxergas gostaria de ler suas conclusões., assim o debate nasce e não fica apenas em suposições e julgamentos pessoais, que no mérito da questão não estão postos.<br />
Walter gostaria de lê uma exposição. A critica nasce assim<br />
Abs</p>
<p>Josue Vieira</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Walter Nogueira Lopes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205320</link>

		<dc:creator><![CDATA[Walter Nogueira Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 14:05:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205320</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205306&quot;&gt;Jeso Carneiro&lt;/a&gt;.

O texto da Folha é claro e não tem recursos como o uso de palavras praticamente em desuso para mostrar superioridade intelectual.  

Esse menino tem de ler mais literatura. Escrever com o dicionário do lado e não dizer nada não me impressiona.

Waltinho da Van, Filosofia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205306">Jeso Carneiro</a>.</p>
<p>O texto da Folha é claro e não tem recursos como o uso de palavras praticamente em desuso para mostrar superioridade intelectual.  </p>
<p>Esse menino tem de ler mais literatura. Escrever com o dicionário do lado e não dizer nada não me impressiona.</p>
<p>Waltinho da Van, Filosofia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205315</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 11:47:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205315</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205308&quot;&gt;Josue Vieira&lt;/a&gt;.

É isso que o torna singular, Josué. Parabéns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205308">Josue Vieira</a>.</p>
<p>É isso que o torna singular, Josué. Parabéns.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Josue Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205309</link>

		<dc:creator><![CDATA[Josue Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 23:15:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205309</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205281&quot;&gt;Walter Nogueira Lopes&lt;/a&gt;.

A questão do entendimento é subjetiva, ao entender despertamos o mundo ao qual foi apreendido pelas experiências colaterais da existência. Já traduzir é uma performance alheia a entender, pode ser confundida com o entendimento, mas nem todo ato de traduzir requer corriqueiras pinceladas das certezas alheias, das verdades pares para dizer que o entender é univoco, único. Quem pensa assim é déspota. O traduzir é conflitivo, é amorfo, infeliz aquele que traduz poesia, pois encerra a emoção, a capacidade sensitiva do poeta numa linguagem plastica na experiencia do ler e de organizar sentidos próximos ao que leu.
Não sei de quem se trata o &quot;Moda filosofo&quot;, quem sabem alguém próximo com quem pudeste conviver e assim tenta estampar uma comparação preconceituosa com a minha performance de escritor. Evocações personalisticas é o mais alto grau de personificação linguística do pre-conceito patrimonialista que nos foi deixado como herança, próximo até da ideia de &quot;índio&quot;, de &quot;camelô&quot;, de &quot;lavadeira&quot;.
Walter o mundo é indecifrável, mas até que um texto de Heidegger e Gadamer, nem por isso reclama de nós como poluidores, procriadores, destruidores e assim a aliteração não mente sobre o que fazemos com o mundo. E ainda sim o mundo continua confiando em nós e sendo indecifrável.
Agradeço pela leitura ou tentativa do meu texto em questão.
Não suma, por favor
Deixe sempre um comentário. 
Assim o blog do Jeso se torna maior.

Josué Vieira
03/01/2016]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205281">Walter Nogueira Lopes</a>.</p>
<p>A questão do entendimento é subjetiva, ao entender despertamos o mundo ao qual foi apreendido pelas experiências colaterais da existência. Já traduzir é uma performance alheia a entender, pode ser confundida com o entendimento, mas nem todo ato de traduzir requer corriqueiras pinceladas das certezas alheias, das verdades pares para dizer que o entender é univoco, único. Quem pensa assim é déspota. O traduzir é conflitivo, é amorfo, infeliz aquele que traduz poesia, pois encerra a emoção, a capacidade sensitiva do poeta numa linguagem plastica na experiencia do ler e de organizar sentidos próximos ao que leu.<br />
Não sei de quem se trata o &#8220;Moda filosofo&#8221;, quem sabem alguém próximo com quem pudeste conviver e assim tenta estampar uma comparação preconceituosa com a minha performance de escritor. Evocações personalisticas é o mais alto grau de personificação linguística do pre-conceito patrimonialista que nos foi deixado como herança, próximo até da ideia de &#8220;índio&#8221;, de &#8220;camelô&#8221;, de &#8220;lavadeira&#8221;.<br />
Walter o mundo é indecifrável, mas até que um texto de Heidegger e Gadamer, nem por isso reclama de nós como poluidores, procriadores, destruidores e assim a aliteração não mente sobre o que fazemos com o mundo. E ainda sim o mundo continua confiando em nós e sendo indecifrável.<br />
Agradeço pela leitura ou tentativa do meu texto em questão.<br />
Não suma, por favor<br />
Deixe sempre um comentário.<br />
Assim o blog do Jeso se torna maior.</p>
<p>Josué Vieira<br />
03/01/2016</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Josue Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205308</link>

		<dc:creator><![CDATA[Josue Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 22:51:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205294&quot;&gt;Jo&lt;/a&gt;.

Acredito que a &quot;pouca idade&quot; de quem escreve parece confundir as razões de quem lê. Isso só se torna &quot;problema&quot; quando a semente do reacionarismo floresce mais do que as outras sementes menos egocêntricas.
Pois bem Jô - parece até homônimo rsrsrsrs, mas tudo bem. Vejamos algumas razões que me fazem acreditar que escrevo algo capaz de &quot;comunicar&quot;, não almejo muito o &quot;dizer&quot;, mesmo porque está performance eu deixo para os que sabem julgar, e saber julgar neste contemporaneidade se tornou tão fácil como exercer as funções humanas mais básicas como se alimentar. O julgar se tornou um local comum para o conforto, porque se tornou um local sem negociação, e por se tornar um local sem negociação tornou-se um território sem a criatividade, sem sensibilidade de enxergar o after.
Concordo contigo quando trazes para o debate o termo &quot;copia&quot;, porque alegra-me ver que seu sentido não  vem isolado, num sentido plástico do dicionário, vem com o complemento &quot;coisas de quem leu&quot;. A isso muito obrigado pelo seu reconhecimento, porque maturaste em poucas palavras a ideia centro do meu texto: compreensão - interpretação - hermenêutica.
Jo - parece que estou falando para mim mesmo - todo texto quando escrito é um tributo, um exercício estimulado pelo esclarecimento (Aufklärung), porque o processo de esclarecimento passa inicialmente pelo &quot;reconhecimento de campo&quot;. Sondar este campo não quer dizer procurar olhos e ouvidos convidativos à própria certeza, apesar da performance do escritor denotar isso, quase considerado uma &quot;entidade&quot;, ledo engano.
Vai bem mais além, porque o oficio do escritor é um duplo de tributo para com suas leituras e uma legitimidade por conta de sua expertise. Tributo e legitimidade alongam a carreira do escritor, dependendo do caminho ao qual ele tomou pode ser contemporâneo, de vanguarda ou &quot;uma voz do passado&quot;, como que alter ego.
Mas não é minha pretensão ensinar-te, acredito que os anos escolásticos e o convivio fraternal em sua familia deram conta e produziram um sujeito capaz de reconhecer o &quot;bem&quot; e o &quot;ma(u)l&quot;. E por não ser minha intenção ensina-lo, você faz o que bem quiser com este texto... é seu. Porque o escritor só é algo na sociedade porque ele depende exclusivamente da noção sensitiva do leitor.
E como noção sensitiva do leitor eu retorno ao meu texto.
Heidegger e Gadamer não são literaturas fáceis, não são &quot;Sabrina&quot; ou &quot;Cinquenta Tons de Cinza&quot;, não são arte literária, apesar do objeto estudado por ambos ser a Arte, os autores não circunscrevem sua linguagem em torno do óbvio, em torno do visível, daquele material realístico do cotidiano. Um texto de Heidegger leva uma vida para entender, quem nos ensinou isso foi Benedito Nunes, em mais de 50 anos debruçado nos textos de Heidegger, Nunes sentiu vontade de escrever mais e mais antes de seu falecimento. Assim como Gadamer, um escritor que já nasceu velho, com 60 anos  publica sua primeira obra, debatida no artigo em questão, estudada hoje dentro da academia, Jauss e Iser falam por mim.
Jo a questão não é exprimir o máximo da capacidade intelectiva com a finalidade de confirmar sua posição social ou sua importância denotativa, a questão é saber o que entendes, o que privilegia como problema hermenêutico. Por isso foi bom saber que meu texto despertou a certeza de que ele pode evocar outros textos que nele não foram citados, que ele possui essa capacidade de trazer para o dialogo outros textos capazes de construir um &quot;campo&quot;, de erguer uma posição social, de ser contemporâneo a questões cotidianas.
Por isso &quot;Jeso por favor!&quot; continue publicando...
Abraço, leitor Jo, o vejo na próxima critica.

Josué Vieira
03/01/2016]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205294">Jo</a>.</p>
<p>Acredito que a &#8220;pouca idade&#8221; de quem escreve parece confundir as razões de quem lê. Isso só se torna &#8220;problema&#8221; quando a semente do reacionarismo floresce mais do que as outras sementes menos egocêntricas.<br />
Pois bem Jô &#8211; parece até homônimo rsrsrsrs, mas tudo bem. Vejamos algumas razões que me fazem acreditar que escrevo algo capaz de &#8220;comunicar&#8221;, não almejo muito o &#8220;dizer&#8221;, mesmo porque está performance eu deixo para os que sabem julgar, e saber julgar neste contemporaneidade se tornou tão fácil como exercer as funções humanas mais básicas como se alimentar. O julgar se tornou um local comum para o conforto, porque se tornou um local sem negociação, e por se tornar um local sem negociação tornou-se um território sem a criatividade, sem sensibilidade de enxergar o after.<br />
Concordo contigo quando trazes para o debate o termo &#8220;copia&#8221;, porque alegra-me ver que seu sentido não  vem isolado, num sentido plástico do dicionário, vem com o complemento &#8220;coisas de quem leu&#8221;. A isso muito obrigado pelo seu reconhecimento, porque maturaste em poucas palavras a ideia centro do meu texto: compreensão &#8211; interpretação &#8211; hermenêutica.<br />
Jo &#8211; parece que estou falando para mim mesmo &#8211; todo texto quando escrito é um tributo, um exercício estimulado pelo esclarecimento (Aufklärung), porque o processo de esclarecimento passa inicialmente pelo &#8220;reconhecimento de campo&#8221;. Sondar este campo não quer dizer procurar olhos e ouvidos convidativos à própria certeza, apesar da performance do escritor denotar isso, quase considerado uma &#8220;entidade&#8221;, ledo engano.<br />
Vai bem mais além, porque o oficio do escritor é um duplo de tributo para com suas leituras e uma legitimidade por conta de sua expertise. Tributo e legitimidade alongam a carreira do escritor, dependendo do caminho ao qual ele tomou pode ser contemporâneo, de vanguarda ou &#8220;uma voz do passado&#8221;, como que alter ego.<br />
Mas não é minha pretensão ensinar-te, acredito que os anos escolásticos e o convivio fraternal em sua familia deram conta e produziram um sujeito capaz de reconhecer o &#8220;bem&#8221; e o &#8220;ma(u)l&#8221;. E por não ser minha intenção ensina-lo, você faz o que bem quiser com este texto&#8230; é seu. Porque o escritor só é algo na sociedade porque ele depende exclusivamente da noção sensitiva do leitor.<br />
E como noção sensitiva do leitor eu retorno ao meu texto.<br />
Heidegger e Gadamer não são literaturas fáceis, não são &#8220;Sabrina&#8221; ou &#8220;Cinquenta Tons de Cinza&#8221;, não são arte literária, apesar do objeto estudado por ambos ser a Arte, os autores não circunscrevem sua linguagem em torno do óbvio, em torno do visível, daquele material realístico do cotidiano. Um texto de Heidegger leva uma vida para entender, quem nos ensinou isso foi Benedito Nunes, em mais de 50 anos debruçado nos textos de Heidegger, Nunes sentiu vontade de escrever mais e mais antes de seu falecimento. Assim como Gadamer, um escritor que já nasceu velho, com 60 anos  publica sua primeira obra, debatida no artigo em questão, estudada hoje dentro da academia, Jauss e Iser falam por mim.<br />
Jo a questão não é exprimir o máximo da capacidade intelectiva com a finalidade de confirmar sua posição social ou sua importância denotativa, a questão é saber o que entendes, o que privilegia como problema hermenêutico. Por isso foi bom saber que meu texto despertou a certeza de que ele pode evocar outros textos que nele não foram citados, que ele possui essa capacidade de trazer para o dialogo outros textos capazes de construir um &#8220;campo&#8221;, de erguer uma posição social, de ser contemporâneo a questões cotidianas.<br />
Por isso &#8220;Jeso por favor!&#8221; continue publicando&#8230;<br />
Abraço, leitor Jo, o vejo na próxima critica.</p>
<p>Josué Vieira<br />
03/01/2016</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Adilson Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205307</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adilson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 21:19:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grande Josué Vieira... Recordações de você meu caro companheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Josué Vieira&#8230; Recordações de você meu caro companheiro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205306</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 20:52:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205306</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205294&quot;&gt;Jo&lt;/a&gt;.

Jo, há leituras que não o leitor viciado em Facebook não conseguem alcançar. Esse talvez seja o seu caso. Por exemplo, a leitura desse texto na Folha de S. Paulo, confira o link, deve ser intragável também pra v. - https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/01/1723736-como-heidegger-pensador-do-fenomeno-migrou-para-o-oculto.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205294">Jo</a>.</p>
<p>Jo, há leituras que não o leitor viciado em Facebook não conseguem alcançar. Esse talvez seja o seu caso. Por exemplo, a leitura desse texto na Folha de S. Paulo, confira o link, deve ser intragável também pra v. &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/01/1723736-como-heidegger-pensador-do-fenomeno-migrou-para-o-oculto.shtml" rel="nofollow ugc">https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/01/1723736-como-heidegger-pensador-do-fenomeno-migrou-para-o-oculto.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205294</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 11:16:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205294</guid>

					<description><![CDATA[Esse  rapaz  escreve o que ?  copia , coisas  de  quem leu   , escreve  coisas sem nexo  , Jeso  por favor !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse  rapaz  escreve o que ?  copia , coisas  de  quem leu   , escreve  coisas sem nexo  , Jeso  por favor !</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Walter Nogueira Lopes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/nao-lemos-e-grifamos-textos.html#comment-205281</link>

		<dc:creator><![CDATA[Walter Nogueira Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 02:05:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=64850#comment-205281</guid>

					<description><![CDATA[Alguém entendeu alguma coisa? Tem como traduzir? Aquele Moda filósofo era mais difícil ou mais fácil que esse aí? 

Waltinho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém entendeu alguma coisa? Tem como traduzir? Aquele Moda filósofo era mais difícil ou mais fácil que esse aí? </p>
<p>Waltinho</p>
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