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	Comentários sobre: O mutualismo entre o Sairé e o “Çairé”	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Sep 2013 11:46:16 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142433</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 11:46:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142217&quot;&gt;Joaquim Onésimo&lt;/a&gt;.

Concordo plenamente com você, Joaquim Onésimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142217">Joaquim Onésimo</a>.</p>
<p>Concordo plenamente com você, Joaquim Onésimo.</p>
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		<title>
		Por: Original		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142420</link>

		<dc:creator><![CDATA[Original]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 11:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu gostaria de saber quando a SEMINFRA irá fazer um ordenamento quanto a utilização da rua em frente à Praça que serve de &quot;sala de estar&quot; para aqueles &quot;gringos&quot; que tem suas vendas de comida, assim digo porque um Restaurante se presume que tenha espaço para abrigar seus clientes, se assim for então que seja para todos. Exemplo: querem tirar algumas daquelas barracas pois estão na rua? E agora??? à noite eles instalam as cadeiras até o meio da rua disputando espaço com os veículis e pedestres, sem falar noutras &quot;cositas&quot; que rolam......Acho que é chegada a hora de se instalar uma ordem...Parafraseando Bãorão de Itararé...&quot;ou se instala a moral ou nos locupletemos todos&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria de saber quando a SEMINFRA irá fazer um ordenamento quanto a utilização da rua em frente à Praça que serve de &#8220;sala de estar&#8221; para aqueles &#8220;gringos&#8221; que tem suas vendas de comida, assim digo porque um Restaurante se presume que tenha espaço para abrigar seus clientes, se assim for então que seja para todos. Exemplo: querem tirar algumas daquelas barracas pois estão na rua? E agora??? à noite eles instalam as cadeiras até o meio da rua disputando espaço com os veículis e pedestres, sem falar noutras &#8220;cositas&#8221; que rolam&#8230;&#8230;Acho que é chegada a hora de se instalar uma ordem&#8230;Parafraseando Bãorão de Itararé&#8230;&#8221;ou se instala a moral ou nos locupletemos todos&#8221;</p>
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		<title>
		Por: Joaquim Onésimo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142217</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Onésimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2013 00:31:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quero me ater ao termo identidade própria, o qual o jornalista destaca como o caminho a ser trilhado pelo festival do Sairé. 
A verdade é que o Sairé ou Çairé, como a nata tucana prefere chamar, não terá uma identidade se não se desprender da cópia que tentou criar dos bois de Parintins. E talvez os organizadores do festival de Alter precisem repensar o modo como encaminham a programação. Precisam entender o que é cultura e o que chama a atenção do povo. Certamente não é trazendo artistas nacionais que darão visibilidade ao festival, pois isso, quem mora no nordeste-sudeste-sul podem ver e têm o ano todo. Talvez seja atração para os daqui, onde as atrações nacionais só passam raramente, mas em outras regiões há shows semanais de todos os tipos e para todos os gostos.
Não será trazendo artista nacionais como Ivete Sangalo que o Sairé/Çairé ganhará destaque. Aliás, o que tem a ver Ivete Sangalo com a cultura dos botos? NADA. 
A própria disputa dos botos ficou a segundo plano. Enquanto em Parintins são eles , Garantido e Caprichoso, que fazem a festa. As atrações nacionais são realizadas em locais fora do evento, o que não compromete a realização do Festival de Parintins.
Em Santarém, o que se percebe é totalmente diferente. No afã de agradar a gregos e a troianos, o governo torra dinheiro público com algo que não trará visibilidade para  cultura. Não dará e nunca deu em local onde tentou se misturar o nacional, deslocado de um local. Homi Bhaba já dizia que quando elementos que descaracterizam outro são colocados em destaque, a tendência é que o menos visível desapareça.  Guy Debord, em seu Sociedade do Espetáculo, aborda de forma brilhante a espetacularização da cultura, que tenta atrair elementos de poder para onde um menos visível se estabelece e tenta se manter, mas acaba cedendo espaço para aquele que parece ser mais forte.
No Sairé/Çairé - sinceramente falando - a força fonética não ajuda em nada, porque não adianta tentar manter um nome de origem quando o evento em si já se descaracterizou totalmente, já não preserva traço algum do original. É só fazer uma pesquisa para perceber o antes e o agora: antes dos botos e depois dos botos e o agora, com apresentação de artistas nacionais. Resta o que para o Çairé com ç? Absolutamente nada.
O governo municipal precisa rever seus modos de conduzir a cultura local. Não é torrando dinheiro público - a isso os órgão de fiscalização fecham os olhos -  que se fortalecerá o turismo. O nome Alter do Chão já é um elemento de força para atrair turistas. É nisso que o poder municipal deve investir. Investir na educação turística, investir na capacitação da população de Alter, para que saiba receber turistas e tratá-los como devem ser tratados, investir na infraestrutura, no loca onde se realiza o festival, sem improvisos, como até hoje se faz. 
Se o Festival caminhar do jeito que está caminhando, certamente o que restará serão apenas apresentações de artistas para agradar àqueles que sentem carência de atração nacional, também servirá como trampolim político, nada mais que isso. 
Copiando um Festival que se cristalizou como tal, sem precisar levar para o espaço onde acontece a disputa dos bois, os organizadores do Sairé/Çairé tornar-se-ão sacoleiros em busca de bugigangas nacionais para agradar aos caboclos locais. Enquanto isso o Sairé/Çairé morrerá vítima da ganância política e da falta de visão cultural dos que se atrevem a fazer cultura regada a elementos voláteis. 
O festival em si é uma desorganização que precisará de ordem se quiser ter visibilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero me ater ao termo identidade própria, o qual o jornalista destaca como o caminho a ser trilhado pelo festival do Sairé.<br />
A verdade é que o Sairé ou Çairé, como a nata tucana prefere chamar, não terá uma identidade se não se desprender da cópia que tentou criar dos bois de Parintins. E talvez os organizadores do festival de Alter precisem repensar o modo como encaminham a programação. Precisam entender o que é cultura e o que chama a atenção do povo. Certamente não é trazendo artistas nacionais que darão visibilidade ao festival, pois isso, quem mora no nordeste-sudeste-sul podem ver e têm o ano todo. Talvez seja atração para os daqui, onde as atrações nacionais só passam raramente, mas em outras regiões há shows semanais de todos os tipos e para todos os gostos.<br />
Não será trazendo artista nacionais como Ivete Sangalo que o Sairé/Çairé ganhará destaque. Aliás, o que tem a ver Ivete Sangalo com a cultura dos botos? NADA.<br />
A própria disputa dos botos ficou a segundo plano. Enquanto em Parintins são eles , Garantido e Caprichoso, que fazem a festa. As atrações nacionais são realizadas em locais fora do evento, o que não compromete a realização do Festival de Parintins.<br />
Em Santarém, o que se percebe é totalmente diferente. No afã de agradar a gregos e a troianos, o governo torra dinheiro público com algo que não trará visibilidade para  cultura. Não dará e nunca deu em local onde tentou se misturar o nacional, deslocado de um local. Homi Bhaba já dizia que quando elementos que descaracterizam outro são colocados em destaque, a tendência é que o menos visível desapareça.  Guy Debord, em seu Sociedade do Espetáculo, aborda de forma brilhante a espetacularização da cultura, que tenta atrair elementos de poder para onde um menos visível se estabelece e tenta se manter, mas acaba cedendo espaço para aquele que parece ser mais forte.<br />
No Sairé/Çairé &#8211; sinceramente falando &#8211; a força fonética não ajuda em nada, porque não adianta tentar manter um nome de origem quando o evento em si já se descaracterizou totalmente, já não preserva traço algum do original. É só fazer uma pesquisa para perceber o antes e o agora: antes dos botos e depois dos botos e o agora, com apresentação de artistas nacionais. Resta o que para o Çairé com ç? Absolutamente nada.<br />
O governo municipal precisa rever seus modos de conduzir a cultura local. Não é torrando dinheiro público &#8211; a isso os órgão de fiscalização fecham os olhos &#8211;  que se fortalecerá o turismo. O nome Alter do Chão já é um elemento de força para atrair turistas. É nisso que o poder municipal deve investir. Investir na educação turística, investir na capacitação da população de Alter, para que saiba receber turistas e tratá-los como devem ser tratados, investir na infraestrutura, no loca onde se realiza o festival, sem improvisos, como até hoje se faz.<br />
Se o Festival caminhar do jeito que está caminhando, certamente o que restará serão apenas apresentações de artistas para agradar àqueles que sentem carência de atração nacional, também servirá como trampolim político, nada mais que isso.<br />
Copiando um Festival que se cristalizou como tal, sem precisar levar para o espaço onde acontece a disputa dos bois, os organizadores do Sairé/Çairé tornar-se-ão sacoleiros em busca de bugigangas nacionais para agradar aos caboclos locais. Enquanto isso o Sairé/Çairé morrerá vítima da ganância política e da falta de visão cultural dos que se atrevem a fazer cultura regada a elementos voláteis.<br />
O festival em si é uma desorganização que precisará de ordem se quiser ter visibilidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Fernandes de Oliveira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142038</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernandes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 22:51:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=59609#comment-142038</guid>

					<description><![CDATA[Estou de comum acordo com o Jota Ninos. substanciou muito bem que não é mais possível haver qualquer separação entre o Sairé e os botos, e a apresentação musical/dançante. Vivem essa associação como comensal, em mutualismo ou simbiose, um vive em função do outro, mas  não tem ação parasitária (Parasitologia), exemplo a ser dado, é o da E. coli. Parabéns, fez as considerações adequadas e lógicas. Luiz Fernandes de Oliveira é formado pela Universidade Federal do Pará, diplomado em 1973- Farmacêutico Bioquímico, com experiência de 32 anos em Bioquímica - Lab. de Análises Clínicas- Analísta Clínico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou de comum acordo com o Jota Ninos. substanciou muito bem que não é mais possível haver qualquer separação entre o Sairé e os botos, e a apresentação musical/dançante. Vivem essa associação como comensal, em mutualismo ou simbiose, um vive em função do outro, mas  não tem ação parasitária (Parasitologia), exemplo a ser dado, é o da E. coli. Parabéns, fez as considerações adequadas e lógicas. Luiz Fernandes de Oliveira é formado pela Universidade Federal do Pará, diplomado em 1973- Farmacêutico Bioquímico, com experiência de 32 anos em Bioquímica &#8211; Lab. de Análises Clínicas- Analísta Clínico.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-mutualismo-entre-o-saire-e-o-caire.html#comment-142036</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 22:29:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=59609#comment-142036</guid>

					<description><![CDATA[Pequenos erros de revisão, no texto que enviei:

Onde se lê: &quot;E provavelmente nenhum uma explicação será dada&quot;
Leia-se: &quot;E provavelmente nenhuma explicação será dada&quot;

Onde se lê: &quot;Mas deixando de lado o imbróglio do “Cairé 2013″&quot;
Leia-se: &quot;Mas deixando de lado o imbróglio do “Çairé 2013″&quot;

Onde se lê &quot;Mas ainda tem muito chão pela frente, pois o “evento folclórico” – que deveria ter, em tese, maior participação dos moradores da vila – ainda está longe disso.&quot;
Leia-se &quot;Mas ainda tem muito chão pela frente pois, o “evento folclórico” que deveria ter - em tese - maior participação dos moradores da vila ainda está longe disso.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenos erros de revisão, no texto que enviei:</p>
<p>Onde se lê: &#8220;E provavelmente nenhum uma explicação será dada&#8221;<br />
Leia-se: &#8220;E provavelmente nenhuma explicação será dada&#8221;</p>
<p>Onde se lê: &#8220;Mas deixando de lado o imbróglio do “Cairé 2013″&#8221;<br />
Leia-se: &#8220;Mas deixando de lado o imbróglio do “Çairé 2013″&#8221;</p>
<p>Onde se lê &#8220;Mas ainda tem muito chão pela frente, pois o “evento folclórico” – que deveria ter, em tese, maior participação dos moradores da vila – ainda está longe disso.&#8221;<br />
Leia-se &#8220;Mas ainda tem muito chão pela frente pois, o “evento folclórico” que deveria ter &#8211; em tese &#8211; maior participação dos moradores da vila ainda está longe disso.&#8221;</p>
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