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	Comentários sobre: Santarém, cidade portuária: avancemos!	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Joventino Cavarela		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107200</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joventino Cavarela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2013 19:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nunca houve necessidade dessa secretaria para Santarém. As informações do texto de Hilário valem para grandes portos como de Santos em são Paulo, Paranaguá no Paraná, Itajai em santa catarina etc. A SEMOP nunca funcionou por isso fechou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca houve necessidade dessa secretaria para Santarém. As informações do texto de Hilário valem para grandes portos como de Santos em são Paulo, Paranaguá no Paraná, Itajai em santa catarina etc. A SEMOP nunca funcionou por isso fechou.</p>
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		<title>
		Por: Joventino Cavarela		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107199</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joventino Cavarela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2013 12:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como escreveu J Ninos em artigo a SEMOP foi a sigla de Secretaria Municipal de Organização de Parceiros!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como escreveu J Ninos em artigo a SEMOP foi a sigla de Secretaria Municipal de Organização de Parceiros!</p>
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		<title>
		Por: Apoenã Vilaça		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107198</link>

		<dc:creator><![CDATA[Apoenã Vilaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 23:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jeso

A SEMOP não fez absolutamente nada. Alí os funcionários não trabalhavam. A extinção é salutar para as contas públicas. Essa secretaria existiu para empregar partidários políticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeso</p>
<p>A SEMOP não fez absolutamente nada. Alí os funcionários não trabalhavam. A extinção é salutar para as contas públicas. Essa secretaria existiu para empregar partidários políticos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: David Marinho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107197</link>

		<dc:creator><![CDATA[David Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 16:19:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“LOGÍSTICA PARA NOVOS PORTOS EM SANTARÉM” 
     Até agora, as administrações públicas que passaram por Santarém, nunca levaram a sério a questão da solução definitiva para a construção de um Porto Hidroviário para esta cidade que se apresenta como pólo de desenvolvimento educacional e comercial, e que centraliza uma grande demanda de pessoas que se deslocam diariamente para as cidades vizinhas por meios fluviais que é vocação natural de transporte desta  região, enfrentando as maiores dificuldades de se locomover sobre estruturas inadequadas e de embarcar com segurança e dignidade.
       Depois de analisar essa problemática visualizando uma foto aérea de Santarém,  aqui vai uma sugestão como alternativa de solução definitiva para essa questão. Ao invés de se construir um porto “quebra-galho” no DER, próximo a antiga Tecejuta, far-se-ia um planejamento global desse sistema e em convênio com órgãos estaduais e federais, envolvendo a Companhia Docas do Pará, Ministério dos Transportes, Ministério das Cidades e DNIT, e num estudo multidisciplinar, se certificar sobre a viabilidade de transformarmos o atual Porto das Docas (CDP) para o Porto Hidroviário de Passageiros e de cargas médias regionais, até porque, para o funcionamento da atual estrutura, existe um risco ambiental muito grande num porto que fica a “montante” da cidade com movimentação de grandes cargas internacionais com navios que podem provocar um incidente e que trazem produtos poluidores e microorganismos, assim como espécies exóticas em seus cascos o que poderia poluir e contaminar a faixa da orla em frente da cidade pela corrente natural do rio sentido oeste - leste. 
         O ideal seria por questões de  segurança de trafegabilidade  marítima, saúde pública e ambiental, que um porto dessa grandeza para exportação internacional de madeiras e grãos, e que se pretende aumentar sua demanda operacional com cargas oriundas do Centro-Oeste e vice-versa com a eminente pavimentação da BR-163 Santarém – Cuiabá e com a expectativa da construção da Ferrovia e da Hidrovia Teles Pires- Tapajós, se instalasse geograficamente a “jusante” da cidade, ou seja, abaixo do limite urbano de Santarém, portando um novo porto na margem direita do rio Amazonas, mais precisamente no bairro do Maicá, fato que traria uma solução estratégica, segura e definitiva para essa necessidade, onde até o Terminal de grãos da Cargil que gerou tanta manifestação contrária e demanda judicial quanto a sua legalidade ambiental, poderia ser desmontado e reinstalado também nesse local, claro depois de um estudo responsável de impacto ambiental prévio. E esse bairro ainda apresenta área habitacional pouco densa o que geraria pouco custo em desapropriações para essa nova infra-estrutura.
        A acessibilidade para esse novo porto para as carretas, partiria da Rodovia Santarém – Cuiabá, pela Avenida Moaçara, mais um trecho da Dom Frederico Costa e parte da rua Barão de São Nicolau até se chegar a margem do rio no Maicá. Seria necessária a 
construção de um trevo elevado (viaduto) no entroncamento da Rodovia Santarém-Cuiabá com a Avenida Moaçara no bairro da Matinha. Esse novo porto se instalado no bairro Maicá as margens do rio Amazonas, precisaria de uma pequena dragagem básica, quando ganharia profundidade suficiente e estaria apto para atracamento de navios de grande calado. Com isso eliminar-se-ia o risco de contaminação por um possível incidente a montante da cidade, e se diminuiria os riscos de acidentes envolvendo barcos de pequemos e médios portes na frente da cidade por abalroamentos com grandes navios estrangeiros e pouparíamos Santarém do estrangulamento do gargalo rodoviário que se estabelecerá na Avenida Cuiabá no bairro do Salé, com a demanda de cargas oriundas do Centro Oeste.
        Com essa nova estratégia organizacional, a atual infraestrutura da CDP, seria transformada e adaptada para o Porto Hidroviário de Passageiros regionais de cidades vizinhas e para a movimentação de cargas da região com sistema de esteiras rolantes, eliminando-se a fofoca e os constrangimentos da Praça Tiradentes. Outro fato positivo seria levar o desenvolvimento sócio-econômico para os bairros da Grande Prainha que sempre foram esquecidos e penalizados pelas administrações passadas, pois nessa parte da cidade, não se tem um supermercado grande, não tem um motel, não tem uma clínica particular, pizzaria e nenhuma infraestrutura de porte que beneficie economicamente a grande população desses bairros de Santarém.



David Marinho – Gestor Ambiental]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“LOGÍSTICA PARA NOVOS PORTOS EM SANTARÉM”<br />
     Até agora, as administrações públicas que passaram por Santarém, nunca levaram a sério a questão da solução definitiva para a construção de um Porto Hidroviário para esta cidade que se apresenta como pólo de desenvolvimento educacional e comercial, e que centraliza uma grande demanda de pessoas que se deslocam diariamente para as cidades vizinhas por meios fluviais que é vocação natural de transporte desta  região, enfrentando as maiores dificuldades de se locomover sobre estruturas inadequadas e de embarcar com segurança e dignidade.<br />
       Depois de analisar essa problemática visualizando uma foto aérea de Santarém,  aqui vai uma sugestão como alternativa de solução definitiva para essa questão. Ao invés de se construir um porto “quebra-galho” no DER, próximo a antiga Tecejuta, far-se-ia um planejamento global desse sistema e em convênio com órgãos estaduais e federais, envolvendo a Companhia Docas do Pará, Ministério dos Transportes, Ministério das Cidades e DNIT, e num estudo multidisciplinar, se certificar sobre a viabilidade de transformarmos o atual Porto das Docas (CDP) para o Porto Hidroviário de Passageiros e de cargas médias regionais, até porque, para o funcionamento da atual estrutura, existe um risco ambiental muito grande num porto que fica a “montante” da cidade com movimentação de grandes cargas internacionais com navios que podem provocar um incidente e que trazem produtos poluidores e microorganismos, assim como espécies exóticas em seus cascos o que poderia poluir e contaminar a faixa da orla em frente da cidade pela corrente natural do rio sentido oeste &#8211; leste.<br />
         O ideal seria por questões de  segurança de trafegabilidade  marítima, saúde pública e ambiental, que um porto dessa grandeza para exportação internacional de madeiras e grãos, e que se pretende aumentar sua demanda operacional com cargas oriundas do Centro-Oeste e vice-versa com a eminente pavimentação da BR-163 Santarém – Cuiabá e com a expectativa da construção da Ferrovia e da Hidrovia Teles Pires- Tapajós, se instalasse geograficamente a “jusante” da cidade, ou seja, abaixo do limite urbano de Santarém, portando um novo porto na margem direita do rio Amazonas, mais precisamente no bairro do Maicá, fato que traria uma solução estratégica, segura e definitiva para essa necessidade, onde até o Terminal de grãos da Cargil que gerou tanta manifestação contrária e demanda judicial quanto a sua legalidade ambiental, poderia ser desmontado e reinstalado também nesse local, claro depois de um estudo responsável de impacto ambiental prévio. E esse bairro ainda apresenta área habitacional pouco densa o que geraria pouco custo em desapropriações para essa nova infra-estrutura.<br />
        A acessibilidade para esse novo porto para as carretas, partiria da Rodovia Santarém – Cuiabá, pela Avenida Moaçara, mais um trecho da Dom Frederico Costa e parte da rua Barão de São Nicolau até se chegar a margem do rio no Maicá. Seria necessária a<br />
construção de um trevo elevado (viaduto) no entroncamento da Rodovia Santarém-Cuiabá com a Avenida Moaçara no bairro da Matinha. Esse novo porto se instalado no bairro Maicá as margens do rio Amazonas, precisaria de uma pequena dragagem básica, quando ganharia profundidade suficiente e estaria apto para atracamento de navios de grande calado. Com isso eliminar-se-ia o risco de contaminação por um possível incidente a montante da cidade, e se diminuiria os riscos de acidentes envolvendo barcos de pequemos e médios portes na frente da cidade por abalroamentos com grandes navios estrangeiros e pouparíamos Santarém do estrangulamento do gargalo rodoviário que se estabelecerá na Avenida Cuiabá no bairro do Salé, com a demanda de cargas oriundas do Centro Oeste.<br />
        Com essa nova estratégia organizacional, a atual infraestrutura da CDP, seria transformada e adaptada para o Porto Hidroviário de Passageiros regionais de cidades vizinhas e para a movimentação de cargas da região com sistema de esteiras rolantes, eliminando-se a fofoca e os constrangimentos da Praça Tiradentes. Outro fato positivo seria levar o desenvolvimento sócio-econômico para os bairros da Grande Prainha que sempre foram esquecidos e penalizados pelas administrações passadas, pois nessa parte da cidade, não se tem um supermercado grande, não tem um motel, não tem uma clínica particular, pizzaria e nenhuma infraestrutura de porte que beneficie economicamente a grande população desses bairros de Santarém.</p>
<p>David Marinho – Gestor Ambiental</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: andre de lara		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107196</link>

		<dc:creator><![CDATA[andre de lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 03:59:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tomei conhecimento dos documentos, leis, projetos e solucoes que o ex secretario Hilario Coimbra, encaminhou ao Prefeito eleito ALEXANDRE VON, fiquei realmente impressionado com o volume de
informacoes tecnicas , que nao tenho duvidas , se realizadas, trarao para a nossa cidade, o desenvolvimento tao esperado por todos nos!!.  A movimentacao de &quot;conteineres&quot; que virao da
Zona Franca de Manaus, em direcao ao sul  pela Br-163, e, os caminhoes graneleiros que virao com
soja, para embarcar em nosso porto,;  sera tao surpreendente que se nao estivermos preparados para receber esse impacto tao volumoso dessa logistica,  corremos o risco de uma esplosao economica desordenada em nossa cidade!  meus parabens a todos os funcionarios tecnicos, que participarao desse belissimo trabalho..!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomei conhecimento dos documentos, leis, projetos e solucoes que o ex secretario Hilario Coimbra, encaminhou ao Prefeito eleito ALEXANDRE VON, fiquei realmente impressionado com o volume de<br />
informacoes tecnicas , que nao tenho duvidas , se realizadas, trarao para a nossa cidade, o desenvolvimento tao esperado por todos nos!!.  A movimentacao de &#8220;conteineres&#8221; que virao da<br />
Zona Franca de Manaus, em direcao ao sul  pela Br-163, e, os caminhoes graneleiros que virao com<br />
soja, para embarcar em nosso porto,;  sera tao surpreendente que se nao estivermos preparados para receber esse impacto tao volumoso dessa logistica,  corremos o risco de uma esplosao economica desordenada em nossa cidade!  meus parabens a todos os funcionarios tecnicos, que participarao desse belissimo trabalho..!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Incrédulo...		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107195</link>

		<dc:creator><![CDATA[Incrédulo...]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 22:24:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É bom reler essa nota aqui no blog... https://www.jesocarneiro.com.br/politica/2259.html#.UOYEU-TIW88]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bom reler essa nota aqui no blog&#8230; <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/politica/2259.html#.UOYEU-TIW88" rel="ugc">https://www.jesocarneiro.com.br/politica/2259.html#.UOYEU-TIW88</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jamm		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107194</link>

		<dc:creator><![CDATA[jamm]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 19:42:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hei, pessoal, estão esquecendo que este senhor aí não fez nada! Tenho um amigo que trabalhava lá na Semop e dizia que eles trabalhavam para caramba!
Mas o que adianta tanto &#039;trabalho&#039;, se não houve resultado. Esquecem que não trabalhavam em empresa privada, mas que eram funcionários públicos que este &#039;trabalho&#039; deveria dar resultado à sociedade santarena?
Enquanto isso, nós, população, tinhamos que pagar o salário dos funcionários, inclusive o deste que se dizia secretário, pagávamos materiais de &#039;trabalho&#039; e ainda pagávamos o aluguel do prédio?
Desperdício de dinheiro público! Pagávamos e não tinhamos resultado!
Belo trabalho! Estão de parabéns!
Maioria da população nem sabia que Hilário Coimbra era secretário na gestão Maria do Carmo, muito menos que existia essa tal de Semop!
Faça me o favor!
Obrigada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hei, pessoal, estão esquecendo que este senhor aí não fez nada! Tenho um amigo que trabalhava lá na Semop e dizia que eles trabalhavam para caramba!<br />
Mas o que adianta tanto &#8216;trabalho&#8217;, se não houve resultado. Esquecem que não trabalhavam em empresa privada, mas que eram funcionários públicos que este &#8216;trabalho&#8217; deveria dar resultado à sociedade santarena?<br />
Enquanto isso, nós, população, tinhamos que pagar o salário dos funcionários, inclusive o deste que se dizia secretário, pagávamos materiais de &#8216;trabalho&#8217; e ainda pagávamos o aluguel do prédio?<br />
Desperdício de dinheiro público! Pagávamos e não tinhamos resultado!<br />
Belo trabalho! Estão de parabéns!<br />
Maioria da população nem sabia que Hilário Coimbra era secretário na gestão Maria do Carmo, muito menos que existia essa tal de Semop!<br />
Faça me o favor!<br />
Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manoel Nascimento de Souza Filho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107193</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manoel Nascimento de Souza Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 19:33:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comungo com o que disse o Ex Secretário Hilário Coimbra e vou mais além. O nosso Brasil é um País das águas. Caminhos feitos pela natureza que tem servido a humanidade como meio de transporte desde os seu primórdios. Valendo lembrar que a maestria na navegação fez a glória de muitos povos. Os rios voltaram aos holofotes nos mercados desenvolvidos à cerca de duas décadas. Não que eles tivessem saído totalmente de cena, mas com o desenvolvimento de outros modos de transporte, como o ferroviário e, posteriormente, o automotivo, a navegação fluvial foi aos poucos sendo relegada. Com o esgotamento do modelo rodoviário, os altos custos de contrução e manutenção das ferrovias e rodivias e o crescente apelo pela redução de emissões de gases de efeito estufa, os rios voltaram à baila. 
No Brasil, apesar de estarmos em berço esplêndido no que tange à disponibilidade de rios navegaveis, sendo que só na amazônia, muitas vezes são a unica opção de transporte de pessoas e de cargas, os fortes lobies das indústrias de petroleo e automotiva, aliados a outros interesses politicos, mantém a navegação interior ainda longe das prioridades, o que é um absurdo, para não dizer uma burrice mesmo.
Enquanto na Europa e em outras regiões ampliam-se eclusas, constroem-se canais para interligar os rios e terminais para ampliar o seu uso, no Brasil continuamos com o lema &quot;governar é fazer estradas&quot; de rodagem e de ferro. Nada contra o trem, o avião e o caminhão. Muiro pelo contrário. tudo a favor de uma rede de transportes nacional e continental integrada e inteligente, que use cada modo no que ele traz de melhor, com menor custo de operação e manutenção.
O Brasil possui um enorme potencial para, com o mínimo de investimentos em comparação ao que ér exigido pelos outros modais, ter uma extensão de vias navegáveis sem comparação no mundo
Em alguns casos, basta um derrocamento, um desassoreamento ou mesmo alguma sinalização para tornar o rio uma via segura e confiável. A pergunta que não quer calar então é: por que o transporte hidroviário não é priorizado no País? Como já disse, uma soma de interesses explica mas não justifica o ocaso dos rios.

Um dos desafios é termos portos eficientes. Só assim, diminui-se os custos, reduz-se os custos dos nossos produtos industrializados e melhora-se os ganhos.. Aumenta-se a competitividade no que se refere ao mercado internacional.
O setor portuário, é responsavel pelo escoamentode 95% das exportações de produtos brasileiros.
Ainda tem gente querendo acabar com os portos no Brasil, ou pelo menos atravancar as suas ampliações. 
Espero que um dia, ao invés de perguntar porque não? possamos dizer; ATÉ QUE ENFIM, AS HIDROVIAS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comungo com o que disse o Ex Secretário Hilário Coimbra e vou mais além. O nosso Brasil é um País das águas. Caminhos feitos pela natureza que tem servido a humanidade como meio de transporte desde os seu primórdios. Valendo lembrar que a maestria na navegação fez a glória de muitos povos. Os rios voltaram aos holofotes nos mercados desenvolvidos à cerca de duas décadas. Não que eles tivessem saído totalmente de cena, mas com o desenvolvimento de outros modos de transporte, como o ferroviário e, posteriormente, o automotivo, a navegação fluvial foi aos poucos sendo relegada. Com o esgotamento do modelo rodoviário, os altos custos de contrução e manutenção das ferrovias e rodivias e o crescente apelo pela redução de emissões de gases de efeito estufa, os rios voltaram à baila.<br />
No Brasil, apesar de estarmos em berço esplêndido no que tange à disponibilidade de rios navegaveis, sendo que só na amazônia, muitas vezes são a unica opção de transporte de pessoas e de cargas, os fortes lobies das indústrias de petroleo e automotiva, aliados a outros interesses politicos, mantém a navegação interior ainda longe das prioridades, o que é um absurdo, para não dizer uma burrice mesmo.<br />
Enquanto na Europa e em outras regiões ampliam-se eclusas, constroem-se canais para interligar os rios e terminais para ampliar o seu uso, no Brasil continuamos com o lema &#8220;governar é fazer estradas&#8221; de rodagem e de ferro. Nada contra o trem, o avião e o caminhão. Muiro pelo contrário. tudo a favor de uma rede de transportes nacional e continental integrada e inteligente, que use cada modo no que ele traz de melhor, com menor custo de operação e manutenção.<br />
O Brasil possui um enorme potencial para, com o mínimo de investimentos em comparação ao que ér exigido pelos outros modais, ter uma extensão de vias navegáveis sem comparação no mundo<br />
Em alguns casos, basta um derrocamento, um desassoreamento ou mesmo alguma sinalização para tornar o rio uma via segura e confiável. A pergunta que não quer calar então é: por que o transporte hidroviário não é priorizado no País? Como já disse, uma soma de interesses explica mas não justifica o ocaso dos rios.</p>
<p>Um dos desafios é termos portos eficientes. Só assim, diminui-se os custos, reduz-se os custos dos nossos produtos industrializados e melhora-se os ganhos.. Aumenta-se a competitividade no que se refere ao mercado internacional.<br />
O setor portuário, é responsavel pelo escoamentode 95% das exportações de produtos brasileiros.<br />
Ainda tem gente querendo acabar com os portos no Brasil, ou pelo menos atravancar as suas ampliações.<br />
Espero que um dia, ao invés de perguntar porque não? possamos dizer; ATÉ QUE ENFIM, AS HIDROVIAS.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: nonato		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107192</link>

		<dc:creator><![CDATA[nonato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 16:51:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107191&quot;&gt;Sandro Lopes&lt;/a&gt;.

Concordo com vc,, o Hilário fez um bom trabalho de base, mas tem que ser implementado as suas idéias, bem como aperfeiçoadas em alguns pontos.... torço pela melhoria da navegação na região.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107191">Sandro Lopes</a>.</p>
<p>Concordo com vc,, o Hilário fez um bom trabalho de base, mas tem que ser implementado as suas idéias, bem como aperfeiçoadas em alguns pontos&#8230;. torço pela melhoria da navegação na região.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sandro Lopes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/santarem-cidade-portuaria-avancemos.html#comment-107191</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sandro Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 14:55:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Importante as colocações do ex- Secretario de Portos , os governantes do municipio nunca observaram a importância da navegação fluvial e suas operações nos atracadouros da cidade. Sou testemunha de que Hilário fez um belo trabalho diagnosticando a situação e sugerindo ações . Acho que em um período curto poderia ser reavaliada a decisão de voltar com a competência para ordenar essa área para um setor específico no governo , se não der pra ser secretaria que seja uma coordenadoria . Não há como uma divisão da SMT cuidar desse setor tão importante .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importante as colocações do ex- Secretario de Portos , os governantes do municipio nunca observaram a importância da navegação fluvial e suas operações nos atracadouros da cidade. Sou testemunha de que Hilário fez um belo trabalho diagnosticando a situação e sugerindo ações . Acho que em um período curto poderia ser reavaliada a decisão de voltar com a competência para ordenar essa área para um setor específico no governo , se não der pra ser secretaria que seja uma coordenadoria . Não há como uma divisão da SMT cuidar desse setor tão importante .</p>
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