
por Jeso Carneiro
O ex-prefeito de Santarém Lira Maia (DEM) não é uma andorinha só no verão de inelegíveis da família cipoalense.
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Antes do multiprocessado ter seus direitos políticos cassados por 5 anos, por decisão do juiz João Ronaldo Mártires, no início deste mês, um sangue-do-meu-sangue dele recebeu pena similar.
Leia também – Juiz descreve como Maia fraudou licitacão, e diz que o ex-prefeito tem “ganância” por dinheiro público.
Erasmo Maia, vereador e sobrinho do capo cipoalense, está impedido de participar da eleição deste ano, por ter sido condenado em ato de improbidade administrativa.
Como o tio, o parlamentar recorreu da decisão junto ao TJ (Tribunal de Justiça) do Pará.
O processo dele ainda não foi apreciado em Belém.
Crimes similares, penas similares e o mesmo alvo da ação criminosa, os cofres públicos municipais.
A população santarena os elegeu para, com zelo, ética e transparência, gerir o município. Mas, conforme o flagrante delito da Justiça, os dois Maia resolveram trilhar pelas vias tortas da corrupção.
Engana-se quem pensa que eles estão mortos e sepultados.
Impedidos de disputar a eleição deste ano, já lançaram um preposto para disputa pela Prefeitura de Santarém.
Decididamente, essa turma com ganância, reconhecida em juízo, pelo dinheiro público, não tem limites.