Jeso Carneiro

Voto consciente e libertário

por Maria Auxiliadora Azevedo

Nessas eleições vivemos um momento para fazermos história, pela via da política. A força do voto consciente pode forjar o surgimento de nossos paradigmas nesse campo desgastado pela corrupção e inversão de valores.

Todavia, diante do caos vale sonhar, lutar e acreditar em realidades melhores para todos. Aos jovens, o chamado pelo voto consciente e libertário. Vamos eleger pessoas comprometidas com causas coletivas, e não com o seu próprio ego.

Os marginais políticos (fichas sujas) devem ser tratados e punidos nos rigores da lei, para que aprendam a ter consciência de suas atrocidades, quando desviam verbas públicas e violam direitos fundamentais dos cidadãos mais carentes.

A postura de falsos dirigentes contribui para o fortalecimento da violência de todo gênero na sociedade. Ampliando os bolsões de pobreza, e as mazelas sociais. Político corrupto acha-se esperto, mas aniquila a qualidade de vida do povo. Isso é a cara dos sujos.

Por que será que muitos estão querendo o poder, deixando de lado interesses coletivos? Talvez a impunidade que reina tranquilamente nesse país, seja o grande estimulante.

O debate político tem sido improdutivo, com raríssimas exceções, e sem conteúdo de propostas concretas, que nos façam acreditar em transformações reais. Porém, as promessas têm uma base de maquiagem fortíssima e até cintilante. Muito cuidado nessa hora. Precisamos de políticas douradoras e não de fachadas.

Se você não encontrar o candidato perfeito, vote naquele que mais se aproxima do povo e de suas necessidades coletivas.

Da melhora na educação, surge uma pressão social de qualidade, pelo voto consciente. Fichas sujas estão à margem da lei. Não merecem votos. Diante dessa calamidade moral e ética, faz-se necessário que não se venda a consciência no sufrágio de 7 de outubro.

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