Advogado, Celso Furtado (foto) faz contraponto ao artigo Proteção aos ricos e acusação à pobre, da lavra de Edilberto Sena:
Sou leitor assíduo deste blog. Eu nunca omiti opinião, hoje venho me expressar a respeito dos comentários expostos sobre o empreendimento Buriti na Fernando Guilhon.
Não sou defensor do desmatamento e nem incentivador da destruição do meio ambiente, acontece que está havendo muito barulho em nome do meio ambiente, sem-teto, sem-terra, sem-moradia etc.
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Jeso, a área em questão tem dono, é legalizada a sua propriedade. Quando estavam desmatando, fazendo a terraplanagem, houve tempo suficiente para que as autoridades embargassem. Os ambientalistas tiveram tempo para se manifestarem sobre a legalidade do empreendimento. Isso não houve. Por que só agora?
Parece que os sentimentos só afloraram após o caldo derramado.
Éé bom ler as opiniões desde que sejam coerentes, vejamos: a área em questão aguarda decisão para que os proprietários prossigam com a finalidade afim; ninguém tem direito de invadir uma propriedade particular; a proteção e a retirada dos invasores pertence ao Estado.
É legal imaginamos alguém invadindo qualquer propriedade, inclusive das igrejas em geral que possuem inúmeras áreas desabitadas? Será que não haveria uma reação para reaver?
É preciso que a opinião pública seja esclarecida melhor para se posicionar sem paixão. Preservar o meio ambiente é fundamental para um futuro saudável. Manifestar-se é louvável desde que seja fundamentada, sem demagogia ou rancorosa, só para justificar argumentos falaciosos sem apresentar a legalidade dos atos.
Demagogia em demasia é prejudicial. Sejamos coerentes. Santarém precisa de empreendimentos. O governo está construindo casas para quem mais precisa. Essas invasões parecem que são cartas marcadas. Vmos ser cuidadosos e reivindicar os nossos direitos com honestidade, sem demagogia e preservar com coerência na hora certa e não após haver destruição.